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NACIONAL

EASYJET AMEAÇA SUSPENDER VOOS ENTRE A MADEIRA E O CONTINENTE

A easyJet ameaçou hoje interromper as ligações aéreas entre a Madeira e o continente, a partir de Lisboa e do Porto, depois de o parlamento ter aprovado a entrada em vigor do novo regime do subsídio de mobilidade.

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A easyJet ameaçou hoje interromper as ligações aéreas entre a Madeira e o continente, a partir de Lisboa e do Porto, depois de o parlamento ter aprovado a entrada em vigor do novo regime do subsídio de mobilidade.

O Orçamento do Estado para 2020 (OE2020), aprovado hoje em votação final global apenas com os votos favoráveis dos deputados do PS, determina que as novas regras entrem em vigor no dia seguinte ao da publicação do documento, passando os madeirenses a pagar apenas o preço estipulado para as passagens aéreas de ida e volta – 86 euros para os residentes e 65 euros para os estudantes -, sem terem de adiantar valores passíveis de reembolso.

“A implementação destas medidas implica a expulsão da easyJet de um mercado liberalizado, por uma decisão política, e que forçará a companhia a interromper as duas rotas domésticas atualmente existentes entre a Madeira e o continente português”, indicou a companhia em comunicado de imprensa.

A easyJet sublinha que a interrupção das ligações a partir de Lisboa e do Porto “terá um enorme impacto negativo tanto na vida das pessoas, como no turismo e na economia de toda a região”.

NACIONAL

MAIS DE 90% DOS PORTUGUESES DEFENDEM ÁREAS MARINHAS PROTEGIDAS

Mais de nove em cada dez portugueses (96%) concordam que delimitar áreas marinhas protegidas defende a biodiversidade e quase três quartos (74%) condenam a pesca de arrasto de fundo, segundo um inquérito hoje publicado.

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Mais de nove em cada dez portugueses (96%) concordam que delimitar áreas marinhas protegidas defende a biodiversidade e quase três quartos (74%) condenam a pesca de arrasto de fundo, segundo um inquérito hoje publicado.

O inquérito das organizações não-governamentais (ONG) ambientalistas Oceana e Seas at Risk (Mares em Perigo) mostra que, na média dos sete Estados-membros da União Europeia (UE) em que foi realizado, nove em cada dez cidadãos (90%) consideram que as áreas marinhas protegidas são uma ferramenta necessária para proteger a biodiversidade marinha.

No que respeita à prática da pesca de arrasto de fundo, o inquérito das ONG mostra que os portugueses são os que mais defendem a necessidade de serem adotadas regras mais apertadas para o arrasto de fundo (93%), sendo de 82% a média dos sete países incluídos no inquérito, com os Países Baixos no fundo da tabela (75%).

A proibição da pesca de arrasto de fundo nas áreas marinhas protegidas reúne apoios de 73% da média, com Portugal novamente a liderar (80%) e os Países Baixos a apresentarem o menor apoio (57%).

Para além de Portugal, foram incluídos no inquérito cidadãos da Alemanha, Dinamarca, Espanha, Irlanda, Países Baixos e Suécia, tendo ficado excluída a França, o país da UE com maior frota pesqueira.

Segundo dados da Sapience, que conduziu os inquéritos, para garantir a fiabilidade estatística e a representatividade, foi incluído um mínimo de 1.000 inquiridos por país.

Os dados foram ponderados dentro de cada país para obter uma representação nacional em termos de idade, género e região.

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NACIONAL

EDUCAÇÃO: PORTAL DAS MATRÍCULAS COM CONSTRANGIMENTOS

O Portal das Matrículas está com constrangimentos devido ao “elevado número de acessos” desde sábado, quando abriram as inscrições dos 6.º ao 9.º e 11.º anos, estando em curso otimizações do ‘site’, segundo o Ministério da Educação.

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O Portal das Matrículas está com constrangimentos devido ao “elevado número de acessos” desde sábado, quando abriram as inscrições dos 6.º ao 9.º e 11.º anos, estando em curso otimizações do ‘site’, segundo o Ministério da Educação.

“Estão a ser registados alguns constrangimentos devido à carga causada no sistema pelo elevado número de acessos”, confirmou hoje o Ministério da Educação, Ciência e Inovação, em resposta à agência Lusa.

No sábado, abriu o prazo para as matrículas nos 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos, para o ano letivo 2024/2025, e há encarregados de educação que ainda não conseguiram realizar a inscrição.

Recordando que o prazo termina na sexta-feira, o Ministério adiantou que os problemas verificados no ‘site’ estão a ser tratados e que “o Instituto de Gestão Financeira da Educação (IGeFE), que gere o Portal das Matrículas, está a efetuar algumas otimizações, tendo em vista resolver os constrangimentos verificados”.

De acordo com o calendário de matrículas para o próximo ano letivo, depois dos 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos, o prazo para a realização de matrículas para os 2.º, 3.º, 4.º, 5.º anos vai decorrer entre 06 e 10 de julho.

De 15 a 20 de julho, poderão ser feitas as matrículas para os 10.º e 12.º anos.

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