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EM PORTUGAL HÁ CADA VEZ MAIS VEÍCULOS POLUENTES A GASÓLEO

O número de veículos poluentes a gasóleo que circulam em Portugal subiu de 713 mil para 846 mil entre 2018 e este ano, com a Europa a ter a circular mais de 50 milhões de veículos a gasóleo. Os números fazem parte de um estudo da Federação Europeia de Transportes e Ambiente (T&E), que assinala os quatro anos do chamado escândalo “Dieselgate”.

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O número de veículos poluentes a gasóleo que circulam em Portugal subiu de 713 mil para 846 mil entre 2018 e este ano, com a Europa a ter a circular mais de 50 milhões de veículos a gasóleo. Os números fazem parte de um estudo da Federação Europeia de Transportes e Ambiente (T&E), que assinala os quatro anos do chamado escândalo “Dieselgate”.

Em 18 de setembro de 2015 foi revelado que o grupo Volkswagen usou técnicas fraudulentas entre 2009 e 2015 para reduzir as emissões de gás carbónico e óxido de nitrogénio nos testes de poluentes de alguns dos motores a diesel e a gasolina. Estima-se que tenham sido afetados 11 milhões de veículos (oito milhões só na Europa).

Segundo os dados agora divulgados, entre 2018 e 2019, o número de veículos a gasóleo a circular nas estradas europeias aumentou de 43 milhões para 55 milhões. E mesmo que todos os veículos afetados pelo “Dieselgate” fossem chamados à oficina para correção do ‘software’, diz a T&E que o número de veículos altamente poluentes desceria apenas 16%, para um total de 42,5 milhões.

“A análise da T&E sobre os novos dados de emissões em condições reais de condução e os dados das marcas sobre as correções efetuadas aos veículos mostram um aumento de 18% nos últimos 12 meses, e um aumento acentuado de 74% desde 2016. Este aumento deve-se, em parte, às novas vendas no ano passado e, em parte, a novas provas sobre as emissões reais dos novos modelos a gasóleo”, refere um comunicado da associação ambientalista ZERO, que é membro da T&E.

E acrescenta ainda que, segundo o estudo, o Grupo Volkswagen é responsável por mais de um quinto de todos os veículos mais poluentes na União Europeia (UE) (11,6 milhões), seguida pela Renault-Nissan (8,1 milhões) e pelo PSA Group (7,2 milhões, excluindo a Opel e a Vauxhall).

De acordo com a Federação, uma organização ambientalista não governamental que representa 58 entidades de 26 países, especialmente grupos ambientalistas, os Estados-Membros onde circulam mais veículos mais poluentes são a Alemanha (9,9 milhões), seguida pela França (9,8 milhões) e o Reino Unido (8,5 milhões).

Se a estes três países se juntarem a Itália, Espanha e a Bélgica, o conjunto representa 81% de toda a frota de veículos a gasóleo mais poluentes da UE. Na lista dos países Portugal está na 10.ª posição, com 846 mil veículos poluentes a gasóleo a circular nas estradas, seguido de perto pela Polónia, com 845 mil.

A ZERO nota no comunicado, citando dados do último trimestre de 2018 do Instituto de Mobilidade e de Transporte (IMT), a autoridade nacional competente na matéria, que em Portugal foram chamados à oficina para correções de ‘software’ cerca de 125 mil veículos (apenas do Grupo Volkswagen, não considerando outras marcas fraudulentas) desde fevereiro de 2016. E salienta que restam ainda 17 mil veículos por corrigir.

O estudo da T&E mostra, uma vez mais, “que o escândalo Dieselgate está longe de chegar a um fim, já que não apenas o legado permanece em grande parte por desvendar, mas também porque mais veículos poluentes continuam a ser vendidos pela indústria e homologados pelos reguladores nacionais”, salienta a organização ambientalista portuguesa no comunicado.

A ZERO defende alterações a nível de ‘hardware’, muito mais eficazes e disponíveis há anos, como o catalisador SCR (redução catalítica seletiva). E diz ser inadmissível que quatro anos após o “Dieselgate” a UE não tenha tomado e continue a adiar as medidas necessárias para tornar mais eficientes milhões de veículos poluentes que continuam a circular nas estradas europeias.

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O QUE O MUNDO DIGITAL TROUXE A DIVERSOS SETORES

A expansão do mundo digital transformou significativamente diversos setores. Essas mudanças trouxeram inovações que alteraram como consumimos e interagimos com produtos e serviços. Dentre os setores beneficiados, é importante mencionar o entretenimento, como os diferentes formatos de jogos disponíveis em plataformas digitais, consolas ou entretenimento direcionado à visualização de conteúdo.

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A expansão do mundo digital transformou significativamente diversos setores. Essas mudanças trouxeram inovações que alteraram como consumimos e interagimos com produtos e serviços. Dentre os setores beneficiados, é importante mencionar o entretenimento, como os diferentes formatos de jogos disponíveis em plataformas digitais, consolas ou entretenimento direcionado à visualização de conteúdo.

Transformação no Entretenimento: O Cinema à Distância de Um Clique

No passado, o cinema era uma experiência exclusiva das salas de cinema, onde a deslocação para assistir aos últimos lançamentos era obrigatória. A digitalização revolucionou este setor, tornando o cinema acessível em qualquer lugar e a qualquer momento através das plataformas de streaming.

Plataformas como Netflix, Amazon Prime Video e Disney+ oferecem um grande catálogo de filmes e séries, além de investirem em produções próprias, criando conteúdo exclusivo que atrai milhões de subscritores. Essa mudança possibilitou que mais pessoas, independentemente da localização, pudessem desfrutar de uma grande variedade de opções. Além disso, o progresso tecnológico permite a personalização destas plataformas através de algoritmos, que, dessa forma, conseguem recomendar conteúdo conforme os gostos individuais dos utilizadores, melhorando a sua experiência.

Jogos Online: Uma Nova Era de Entretenimento Interativo

Outro exemplo de aplicação prática do mundo digital é o setor de jogos. Anteriormente limitados a consolas e PCs físicos, os jogos atuais estão disponíveis online, proporcionando uma experiência mais conveniente.

As plataformas Stream, PlayStation Network ou Xbox Live oferecem uma grande variedade de jogos que podem ser adquiridos e descarregados de forma instantânea. Os RPGs são uma das modalidades mais populares, ao permitirem que os jogadores participem de ambientes virtuais complexos, colaborando com outros jogadores em tempo real.

Os MMORPGs — Massively Multiplayer Online Role-Playing Games — são um exemplo disso ao criar comunidades globais de jogadores que se ligam e interagem diariamente. A possibilidade de atualizações contínuas e expansões mantêm os jogos interessantes e envolventes, prolongando a sua vida útil e mantendo o interesse dos jogadores.

Outros setores que se beneficiaram da digitalização foram os casinos online. Ao contrário dos casinos físicos, as plataformas online oferecem uma facilidade incomparável, permitindo que os apostadores acedam a uma grande variedade de jogos da sua casa.

Uma das principais vantagens dos casinos online além da diversidade de jogos disponíveis, é a possibilidade de oferecer bónus, nos chamados casinos online com bónus de registo para os primeiros registos, ou outras promoções para cativar e manter os apostadores já registados fidelizados.

As ofertas estimulam novos jogadores a experimentar jogos sem risco, aumentando a base de clientes das plataformas.

Benefícios Transversais da Digitalização

Além das vantagens específicas de cada setor, a digitalização trouxe benefícios transversais que melhoraram a experiência do consumidor em geral. O acesso ao conteúdo em qualquer lugar ou a personalização oferecem um benefício significativo, que antes não era possível.

Tudo isto melhora a experiência do consumidor aumentando a fidelização à marca.

Outra vantagem é a possibilidade de se interagir socialmente e criar comunidades, especialmente em jogos online e plataformas de streaming, onde fóruns e redes sociais permitem que os utilizadores participem de experiências e formem grupos de interesse em comum.

Desde a democratização do acesso ao cinema através de plataformas de streaming até à conveniência e diversidade de jogos online e casinos digitais, a digitalização proporcionou uma nova era de oportunidades e experiências para os consumidores. A habilidade de adaptação e inovação permanecerá crucial para que esses setores possam continuar a tirar proveito máximo das vantagens do mundo digital.

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CIDADES DE ELEVADA DENSIDADE POPULACIONAL TÊM MORTALIDADE MAIS ALTA

As cidades compactas com elevada densidade populacional têm taxas de mortalidade mais elevadas, concluiu um estudo do Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGLobal), publicado quarta-feira no The Lancet Planteray Health, que analisou 919 exemplos europeus.

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As cidades compactas com elevada densidade populacional têm taxas de mortalidade mais elevadas, concluiu um estudo do Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGLobal), publicado quarta-feira no The Lancet Planteray Health, que analisou 919 exemplos europeus.

A tipologia apresenta ainda menos espaços verdes, pior qualidade do ar e maior efeito de ilha de calor urbano, embora menos emissões de gases com efeito de estufa ‘per capita’.

A pesquisa identificou quatro configurações urbanas básicas no continente europeu, que classificou como cidades compactas de alta densidade, cidades abertas de baixa altura e média densidade, cidades abertas de baixa altura e baixa densidade e cidades verdes de baixa densidade.

Os resultados mostram que as cidades mais verdes e com menor densidade populacional apresentam taxas de mortalidade mais baixas, níveis de poluição mais baixos e um menor efeito de ilha de calor urbano, mas uma maior pegada de carbono ‘per capita’.

Em contraste, as cidades compactas de alta densidade apresentam taxas de mortalidade mais elevadas, menos espaços verdes, pior qualidade do ar e um maior efeito de ilha de calor urbano, mas menores emissões de gases de efeito de estufa (CO2) ‘per capita’.

As cidades compactas são tipologia urbana com maior número de habitantes na Europa, com mais de 68 milhões de pessoas, sendo que os exemplos desta categoria mencionados no estudo são Barcelona, Milão, Paris e Basileia.

As cidades de baixa e média densidade têm superfícies pequenas e densidades populacionais médias, sendo apontados como exemplos desta tipologia Bruxelas, Dublin e Leipzig, segundo o estudo do ISGlobal, apoiado pela fundação La Caixa.

Pisa, Oviedo ou Toulouse estão entre as cidades abertas de baixa densidade estudadas.

O estudo analisou 919 cidades europeias incluídas na base de dados Urban Audit 2028 e a área de cada cidade foi dividida em cinco anéis concêntricos para uma análise detalhada de cada uma das variáveis.

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