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ESPOSENDE: LANÇADA A PRIMEIRA PEDRA DO POLITÉCNICO DO CÁVADO E AVE

As ministras da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, e do Ensino Superior, Elvira Fortunato, lançaram hoje a primeira pedra do Laboratório de Inovação e Sustentabilidade Alimentar do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, salientando o investimento municipal no equipamento.

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As ministras da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, e do Ensino Superior, Elvira Fortunato, lançaram hoje a primeira pedra do Laboratório de Inovação e Sustentabilidade Alimentar do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, salientando o investimento municipal no equipamento.

“Trata-se de um investimento, se nós considerarmos compra de terrenos, o edifício, equipamentos, de cerca de cinco milhões de euros, que representa um enorme esforço financeiro por parte do município”, disse, na cerimónia de apresentação, Ana Abrunhosa.

Segundo a ministra da Coesão Territorial, que falava hoje em Esposende (distrito de Braga), o projeto só foi possível “porque o município se substituiu ao Estado”, também através de um “um protcolo de cooperação com o Instituto Politécnico do Cávado e Ave”.

De acordo com uma nota do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES), o edifício hoje lançado constituir-se-á “como o polo do IPCA [Instituto Politécnico do Cávado e Ave] em Esposende, albergando CTeSP [Cursos Técnicos Superiores Profissionais] na área da Hotelaria e Turismo e promovendo parcerias com empresas do setor”.

“Em Esposende, o IPCA desenvolverá igualmente uma Escola de Verão visando a internacionalização daquele Politécnico através de oferta de cursos, em particular, para estudantes internacionais”, refere o ministério liderado por Elvira Fortunato, que também esteve presente no lançamento.

A ministra do Ensino Superior pediu atenção “ao contexto sociodemográfico” onde se inserem as instituições, referindo, mais à frente, que “as dinâmicas demográficas podem constituir uma alavanca para repensar o modo como as instituições pensam a sua oferta formativa, formulam as suas políticas de investigação, concebem os modos de relacionamento com a comunidade, ou estruturam as suas estratégias de internacionalização”.

Já o presidente da câmara de Esposende, Benjamim Pereira (PSD), considerou o dia de hoje “verdadeiro histórico” para o município, relembrando que “não foi fácil” o caminho até hoje, relembrando o “concurso deserto” para a construção do polo e impugnações ao resultado do mesmo.

“Não foi fácil nem é fácil ter de iniciar as aulas em instalações provisórias, com custos elevadíssimos de adaptação do espaço face às especificidades dos cursos em questão, custos que ainda se mantêm”, apontou o autarca.

Já a presidente do IPCA, Maria José Fernandes, assinalou que o investimento no Laboratório de Inovação e Sustentabilidade Alimentar (LISA) vai permitir “aumentar a oferta formativa com enorme impacto no tecido económico e social, os cursos técnico, profissionais, bem como a criação da escola de Verão”.

“Com este espaço, serão criadas as condições no território, com proximidade ao rio e ao mar, onde o distrito de Braga encontra a sua frente atlântica, com uma forte projeção internacional, que naturalmente, com este equipamento, queremos potenciar”, afirmou.

A inauguração do polo do IPCA em Esposende está prevista para daqui a um ano.

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ABRANTES: INVESTIMENTO DE 19 MILHÕES PARA NOVA CENTRAL FOTOVOLTAICA

A Hyperion Renewables vai investir cerca de 19 milhões de euros na instalação de uma central fotovoltaica em Abrantes (Santarém), equipamento que terá uma capacidade instalada de 18 Megawatts (MW) e produzirá mais de 50 GWh/ano.

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A Hyperion Renewables vai investir cerca de 19 milhões de euros na instalação de uma central fotovoltaica em Abrantes (Santarém), equipamento que terá uma capacidade instalada de 18 Megawatts (MW) e produzirá mais de 50 GWh/ano.

Em comunicado, a Hyperion, empresa portuguesa ligada ao desenvolvimento de projetos de energias renováveis, indica ter iniciado a “construção da nova central fotovoltaica de Abrantes”, num projeto que “vai produzir o equivalente ao consumo médio anual de 15.000 habitações” e “promover o envolvimento comunitário”.

A central, que ficará instalada em 53 hectares de terreno na aldeia de Arreciadas, na União de Freguesias de São Miguel do Rio Torto e Rossio ao Sul do Tejo, vai ser composta por 35 mil painéis solares.

Num comunicado divulgado hoje, a empresa indica que as obras iniciaram-se em março, com a limpeza e vedação do terreno, estando previsto que a central fotovoltaica possa entrar em operação no início de 2025.

Segundo os promotores, “o município de Abrantes terá direito a compensações a serem pagas pelo Estado Português, através do Fundo Ambiental, num valor total de mais de 270 mil euros, valor calculado em função da produção da energia” a partir da central, que terá o seu ponto de injeção à rede na subestação de Olho de Boi, em Alferrarede.

A Hyperion, com sede em Lisboa, indica ainda que “pretende promover iniciativas de envolvimento das comunidades locais”, tendo “proposto um conjunto de possíveis propostas”.

“Em colaboração com o município, decidir-se-á quais as iniciativas que terão maior impacto positivo junto das comunidades e que irão para a frente”, refere a empresa.

A Hyperion Renewables, fundada em 2006, indica ainda na nota que tem investimentos em Espanha e projetos para a Roménia, estando a construir 17 parques fotovoltaicos na zona Centro do país, num investimento global de 105 milhões de euros, que vai gerar uma capacidade de produção de 150 MW de energia fotovoltaica em Portugal.

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VILA NOVA DE GAIA: SUSPEITAS DE MAUS TRATOS EM LAR DE IDOSOS “ILEGAL”

Um lar de idosos, sem licença de utilização, em Vila Nova de Gaia, foi hoje alvo de buscas, sendo suspeito de crimes de maus-tratos contra idosos, revelou o Ministério Público (MP).

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Um lar de idosos, sem licença de utilização, em Vila Nova de Gaia, foi hoje alvo de buscas, sendo suspeito de crimes de maus-tratos contra idosos, revelou o Ministério Público (MP).

Na nota publicada no ‘site’ do MP, lê-se que foram feitas “buscas numa residência de acolhimento de idosos, sem licença de utilização, localizada na zona de Vila Nova de Gaia, tendo o acesso a um ‘anexo’ sido negado às inspetoras da Unidade de Fiscalização Norte da Segurança Social”.

“O processo teve origem em denúncia anónima e os factos são suscetíveis de constituir crimes de maus tratos contra idosos”, adianta a publicação.

Acrescenta o MP que estas buscas são realizadas pela PSP, com a participação de médicos do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses e de elementos do Instituto da Segurança Social.

O inquérito é dirigido pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal e está sujeito a segredo de justiça, conclui a publicação.

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