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FIGUEIRA DA FOZ: JUDICIÁRIA DETEVE SUSPEITO DE ABUSAR DA FILHA DE 12 ANOS

Um homem de 36 anos suspeito de abusar sexualmente da filha, de 12 anos, foi detido pela Polícia Judiciária (PJ) na Figueira da Foz e vai aguardar julgamento em prisão preventiva, anunciou nesta segunda-feira aquela força policial.

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Um homem de 36 anos suspeito de abusar sexualmente da filha, de 12 anos, foi detido pela Polícia Judiciária (PJ) na Figueira da Foz e vai aguardar julgamento em prisão preventiva, anunciou nesta segunda-feira aquela força policial.

Em informação à agência Lusa, fonte da Diretoria do Centro da PJ esclareceu que o detido, que não possui antecedentes criminais, é suspeito de ter abusado sexualmente da filha “de forma reiterada, ao longo de quatro meses, em casa” e durante a ausência da mãe da menor, “aproveitando a posição de superioridade” sobre a vítima.

“A menina, vendo-se numa situação bastante desconfortável, acabou por contar à mãe, que apresentou queixa” às autoridades, indicou a fonte da PJ.

O homem, português e trabalhador da área da construção civil, foi detido na sexta-feira e presente a tribunal no sábado, tendo-lhe sido decretada a prisão preventiva.

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OEIRAS: JUDICIÁRIA FAZ BUSCAS NA AUTARQUIA DEVIDO A “DESPESAS COM REFEIÇÕES”

A Polícia Judiciária (PJ) está hoje de manhã a realizar buscas na Câmara de Oeiras no âmbito de uma investigação sobre despesas com refeições descritas como almoços de trabalho, confirmou à Lusa o município.

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A Polícia Judiciária (PJ) está hoje de manhã a realizar buscas na Câmara de Oeiras no âmbito de uma investigação sobre despesas com refeições descritas como almoços de trabalho, confirmou à Lusa o município.

A autarquia, no distrito de Lisboa, referiu, numa resposta escrita, que está “a prestar todos os esclarecimentos e informações solicitadas”.

“As buscas estão relacionadas com almoços de trabalho do município, como foi do conhecimento público no ano passado, e decorrem nos Paços do Concelho e no Edifício Atrium [com serviços municipais]”, indicou a Câmara de Oeiras, liderada pelo independente Isaltino Morais.

As buscas e o âmbito do processo foram também confirmados à Lusa por fonte ligada à investigação, segundo a qual o inquérito é titulado pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa.

A fonte indicou que em causa estão suspeitas dos crimes de prevaricação, abuso de poder e peculato.

No ano passado, a Sábado noticiou que, “em seis anos, a Câmara de Oeiras pagou mais de 139 mil euros em ‘almoços de trabalho'” com elementos do executivo e das suas equipas.

Segundo a investigação da revista, em causa estão 1.441 refeições que incluem o “consumo maciço” de alimentos como marisco e leitão, havendo almoços “à mesma hora em restaurantes diferentes”.

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VILA REAL: AUTARQUIA QUEIXA-SE DE CARTA ANÓNIMA COM “DENÚNCIAS”

A Câmara de Vila Real vai apresentar queixa no Ministério Público (MP) contra desconhecidos por uma carta anónima que diz estar “recheada de acusações falsas e fantasiosas” e visa a organização do Circuito Internacional, foi hoje anunciado.

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A Câmara de Vila Real vai apresentar queixa no Ministério Público (MP) contra desconhecidos por uma carta anónima que diz estar “recheada de acusações falsas e fantasiosas” e visa a organização do Circuito Internacional, foi hoje anunciado.

A poucos dias da realização do Circuito Internacional de Vila Real, que decorre entre 28 e 30 de junho, foi colocada a circular pela cidade uma nova carta anónima que visa responsáveis políticos e administrativos do município, bem como outros cidadãos ligados à organização das corridas automóveis.

Em reação, o município liderado pelo socialista Rui Santos emitiu hoje um comunicado em que classifica a carta como “cobarde, recheada de acusações falsas e fantasiosas” e “destinada a denegrir o bom nome” dos agora visados nesta denúncia que é dirigida à Procuradora-Geral da República.

“Este [o circuito] é o tema da nova carta anónima, numa demonstração clara de que tudo serve para tentar ganhar vantagem política, mesmo o ataque a uma das mais importantes marcas do nosso concelho. Os do costume, num claro desrespeito por pessoas e famílias, a coberto do anonimato cobarde, inventam histórias e factos dignos de um enredo de telenovela”, referiu a autarquia.

A denúncia anónima fala em esquemas de corrupção e aponta para obras realizadas por ajustes diretos, algumas feitas “antes da adjudicação e sem qualquer fiscalização”, referindo-se ainda como “associação fantasma” à Associação Promotora do Circuito Internacional de Vila Real.

O município disse ainda que não responderá “às invenções fantasiosas, simplesmente porque elas não têm qualquer adesão à realidade” e lamentou “que alguns optem por esta forma de fazer política, porque acreditam que as eleições autárquicas do próximo ano podem ser ganhas mentindo aos cidadãos”.

“Não é coincidência que estas cartas anónimas surjam sempre com momentos políticos importantes. Aliás as cartas anónimas somam-se a campanhas nas redes sociais, a artigos de opinião em jornais e a outras intervenções mais ou menos públicas, mas sempre com os mesmos objetivos mesquinhos”, salientou ainda.

A câmara manifestou “um profundo repúdio por esta forma baixa de fazer política” e adiantou que, tal como fez anteriormente, fará chegar a questão às instituições apropriadas.

Contactada pela Lusa, fonte do município concretizou que vai ser apresentada uma queixa no MP contra desconhecidos.

Já em janeiro, após uma outra carta anónima que visava principalmente Rui Santos, foi também apresentada uma queixa no MP.

Na altura, a Procuradoria-Geral da República confirmou a receção da denúncia anónima que foi remetida ao Ministério Público de Vila Real, onde deu origem a um inquérito, desconhecendo-se desenvolvimentos sobre o caso.

“Percebemos todos que, se alguma das histórias inventadas fosse verdadeira, se houvesse alguma sustentação para aquilo que se escreve, seria muito fácil apresentar publicamente as evidências ou confrontar os responsáveis políticos nos órgãos próprios. Ora, isso nunca acontece nem poderia acontecer, dada a falsidade das acusações”, referiu o município no comunicado.

Depois de anos de interregno, o regresso das corridas automóveis ao circuito foi uma promessa eleitoral do socialista Rui Santos, aquando da primeira candidatura à Câmara de Vila Real, em 2013, que foi concretizada em 2014.

O circuito realiza-se nas ruas da cidade e, neste momento, ultimam-se os trabalhos de montagem das guardas metálicas de segurança.

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