Centenas de investidores portugueses foram lesados num esquema milionário envolvendo a compra e venda de vinhos de luxo. A corretora Oeno, responsável pela operação, está no centro de um escândalo financeiro que prometia rentabilidades elevadas através de investimentos alternativos em garrafas de alta gama, promessas essas que nunca se concretizaram.
O caso, reportado por várias fontes noticiosas nacionais, expõe a fragilidade de muitos aforradores que procuravam refúgio em ativos tangíveis. O esquema funcionava com a angariação de capitais sob o pretexto de valorização de vinhos raros, mas os retornos anunciados revelaram-se inexistentes, deixando um rasto de prejuízos avultados.
Este colapso levanta agora sérias questões sobre a falta de supervisão e regulação dos chamados investimentos alternativos em Portugal. As autoridades estão a ser pressionadas para investigar a extensão da fraude e apurar responsabilidades, enquanto os lesados tentam recuperar o capital investido.
