Connect with us

MAGAZINE

HOMENS: OS QUE SE GABAM SÃO OS MENOS ‘CONQUISTADORES’

Um grupo de investigadores da Universidade de Glasgow, na Escócia, analisou os dados do relatório National Survey of Sexual Attitudes and Lifestyles e chegou à conclusão que os homens tendem a sobrevalorizar o número de conquistas que (não) fazem.

Data:

em

Um grupo de investigadores da Universidade de Glasgow, na Escócia, analisou os dados do relatório National Survey of Sexual Attitudes and Lifestyles e chegou à conclusão que os homens tendem a sobrevalorizar o número de conquistas que (não) fazem.

Eles gostam de se gabar mas, afinal, têm menos parceiras sexuais do que aquilo que dizem. Depois de analisar os dados do último relatório National Survey of Sexual Attitudes and Lifestyles (Natsal-3), um grupo de investigadores da Universidade de Glasgow, na Escócia, chegou à conclusão que os homens tendem a sobrevalorizar o número de conquistas que (não) fazem, como revelam num novo estudo internacional.

A explicação é simples. Como não têm uma noção do número exato, eles tendem a avançar com estimativas, daí as divergências encontradas entre homens e mulheres no que se refere à quantidade de parceiros sexuais que já tiveram. De acordo com os autores da investigação, tornada pública pela publicação especializada The Journal of Sex Research, ao contrário deles, elas tendem a saber o número correto.

Segundo os dados apurados pelos cientistas, que analisaram a informação fornecida por uma amostra de 15.162 voluntários, os homens têm, em média, ao longo da vida, 14 parceiras sexuais. As mulheres não vão habitualmente além dos sete.

“Ter uma noção precisa do número de parceiros sexuais é crucial quando fazemos um estudo aprofundado da sexualidade”, afirma a coordenadora do estudo, Kirstin Mitchell, investigadora da MRC/CSO Social and Public Health Sciences Unit, uma das unidades científicas da Universidade de Glasgow.

Em causa pode estar uma questão de saúde pública. “Essa exatidão é essencial quando se procuram encontrar padrões de atividade em termos de comportamentos sexuais, nomeadamente no que se refere ao cálculo das probabilidades de risco de infeções transmitidas sexualmente e na definição de um modelo do impacto da transmissão do vírus da imunodeficiência humana (VIH) na população”, sublinha a especialista.

MODERN LIFE

AS MAIS LIDAS