Durante uma entrevista a uma estação de televisão israelita, Gilad Erdan, ministro da segurança pública de Israel, acusa o Facebook de ser “um monstro” por não tentar diminuir o conteúdo de ódio que incita à violência contra o estado e por “sabotar” os esforços da polícia local para reduzir a violência.
Em comunicado à Reuters, o Facebook defende a sua política de moderação, explicando que a empresa trabalhar de perto com Israel para remover o conteúdo de ódio ou abusivo, mas recusou-se a responder aos comentários de Erdan.
Israel tem assistido a uma onda de ataques nas ruas levadas a cabo por Palestinianos, que já mataram, pelo menos, 34 israelitas e dois norte-americanos, com as forças israelitas a matar 201 palestinianos, segundo a agência noticiosa.
O governo de Israel afirma que muita desta violência foi encorajada no Facebook e pediu ao site para ser mais pro-ativo a combater o discurso de ódio.

