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LIGA EUROPA: ROGER SCHMIDT CONFIA NA CAPACIDADE DO BENFICA

O treinador Roger Schmidt garantiu hoje contar com um Benfica capaz de bater na quinta-feira o Rangers, em Glasgow, e assim atingir os quartos de final da Liga Europa de futebol, depois do 2-2 na Luz.

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O treinador Roger Schmidt garantiu hoje contar com um Benfica capaz de bater na quinta-feira o Rangers, em Glasgow, e assim atingir os quartos de final da Liga Europa de futebol, depois do 2-2 na Luz.

“Estamos em fase de decisões em várias competições e vamos dar o nosso melhor. Tal como na Taça de Portugal, com o Sporting, também não podemos perder a segunda mão. Vai ser um jogo decisivo e temos de mostrar que merecemos passar aos ‘quartos’. Estamos prontos para lutar pelos nossos objetivos em todos os jogos”, assegurou.

Há uma semana, Benfica e Rangers empataram 2-2 na Luz, com os encarnados a recuperar de duas desvantagens ante um adversário que classificou como “muito eficaz”.

“Uma equipa fica fora pelo que, sendo decisivo, espero um encontro mais aberto”, assumiu, revelando-se indiferente quanto à forma e momento do sucesso: “Queremos vencer no fim. Não importa se no prolongamento ou penáltis. Preparámos tudo, mas o importante é ganhar”.

O alemão desvalorizou ainda o ambiente entusiasta de Ibrox Park, com capacidade para cerca de 50.000 adeptos, recordando que a “motivação” do público não é somente para os atletas do Rangers, mas também para os do Benfica, tanto para os novos quanto para os mais experientes que já mostraram estofo em desafios internacionais.

“É um jogo diferente. Está 0-0. Será decisivo. O Rangers gosta de atacar, de ter bola e nós não somos equipa de se esconder. Vamos ter 90 minutos para criarmos oportunidades. Espero um grande ambiente no jogo e boa reação do Benfica”, sentenciou.

Roger Schmidt não alimentou polémicas quanto à instabilidade no onze nas laterais da defesa e elogiou a polivalência de Aursnes, atleta que “dá garantias em qualquer posição, inclusivamente no meio-campo”.

“Temos várias opções e temos de tomar decisões. O Aursnes joga sempre a um nível muito elevado. Aprecio muito o que faz, com qualidade e mentalidade para aceitar o que a equipa mais precisa. Sem queixas”, sublinhou.

O polivalente atleta norueguês, de 28 anos, renunciou à sua seleção, decisão que merece o “respeito” de Roger Schmidt, ciente de que o seu pupilo “sabe o que faz, dentro e fora do campo”.

O eslovaco Ivan Kruzliak vai ser o árbitro do Rangers — Benfica que se vai realizar às 17:45 (horas de Lisboa) no Estádio Ibrox, em Glasgow.

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EURO 2024: ESPANHA VENCE INGLATERRA (2-1) E CONQUISTA O “TETRA”

A Espanha tornou-se hoje a primeira seleção a chegar aos quatro títulos de campeã da Europa de futebol, ao bater a Inglaterra, que continua em ‘branco’, por 2-1, na final da 17.ª edição, no Estádio Olímpico de Berlim.

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A Espanha tornou-se hoje a primeira seleção a chegar aos quatro títulos de campeã da Europa de futebol, ao bater a Inglaterra, que continua em ‘branco’, por 2-1, na final da 17.ª edição, no Estádio Olímpico de Berlim.

Nico Williams, aos 47 minutos, e Mikel Oyarzabal aos 86, marcaram os golos da ‘Roja’, que repetiu os cetros de 1964, 2008 e 2012, enquanto Cole Palmer apontou, aos 73, o tento dos ingleses.

A formação espanhola, que também conta no seu palmarés o Mundial de 2010, isolou-se na liderança do ranking, deixando para trás a tricampeã Alemanha (1972, 1980 e 1996), enquanto a Inglaterra perdeu a segunda final consecutiva, três anos depois.

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EURO 2024: ESPANHA E INGLATERRA NA GRANDE FINAL DE DOMINGO

A Espanha vai tentar provar, uma última vez, que é a melhor equipa do Euro20024 de futebol, frente a um conjunto de craques apostados em evitar que a Inglaterra perca uma segunda final consecutiva, no domingo, em Berlim.

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A Espanha vai tentar provar, uma última vez, que é a melhor equipa do Euro20024 de futebol, frente a um conjunto de craques apostados em evitar que a Inglaterra perca uma segunda final consecutiva, no domingo, em Berlim.

Vencedora já de um recorde de seis jogos, a “Roja” chega à capital alemã como a equipa que transporta o futebol bonito, a estética, e tem provado, jogo a jogo, que é possível ganhar pela positiva, sendo considerada favorita a inédito quarto título, apesar de do outro lado estarem Bellingham, Kane, Foden ou Saka.

Precisamente na casa da outra tricampeã continental, a Espanha pode fazer história e tornar-se a primeira a chegar ao “tetra”, repetindo 1964, 2008 e 2012, sendo Jesús Navas, agora como então suplente, o único sobrevivente de há 12 anos.

Se triunfar, ganhará a equipa que, desde o dia 1, encantou, pela qualidade do seu futebol, manifestada em todos os jogos, mesmo quando Luis de la Fuente mudou toda a equipa no fecho da fase de grupos (1-0 à Albânia, após 3-0 à Croácia e 1-0 à Itália).

A Espanha não teve, porém, vida fácil, sobretudo a eliminar, sendo que esteve a perder com a Geórgia (4-1), nos “oitavos”, só se desembaraçou da Alemanha (2-1) aos 119 minutos, nos “quartos”, e, nas “meias”, voltou a estar em desvantagem, com a França (2-1).

Mas, nos seis jogos, os espanhóis nunca perderam a compostura, nunca duvidaram, nunca abdicaram de uma certa maneira de jogar que apaixonou, culpa também dos “miúdos” Lamine Yamal, que cumpre no sábado 17 anos, e Nico Williams, de 21.

Depois, há também Rodri, Fabián Ruiz, Dani Olmo, que, na peugada de Busquets, Xavi e Iniesta, não deixam a Espanha jogar mal, numa equipa que, na máxima força, também poderia ter na final Rodri e Gavi, ambos lesionados, o primeiro nos ‘quartos’.

Atrás, o guarda-redes Unai Simón, mesmo não escapando a alguns lapsos, também dá garantias, enquanto Carvajal, Le Normand, Nacho, Laporte e Cucurella conferem experiência.

O capitão é Álvaro Morata, um ponta de lança que é sempre um perigo e ainda há Merino, o do grande golo à Alemanha, Oyarzabal, Grimaldo ou Ferran Torres, todos sempre prontos a conferir qualidade ao jogo espanhol.

Ainda falta, porém, uma última batalha, frente a uma Inglaterra que terá sido uma das equipas mais criticadas durante a competição, face a um futebol que adormeceu mais do que encantou em muitos momentos.

Ingleses de duas faces

Os ingleses começaram com um triunfo (1-0 à Sérvia) e prosseguiram com duas igualdades (1-1 com a Dinamarca e 0-0 com a Eslovénia), que fizeram “disparar os alarmes”.

A formação dos “três leões” entrou para o “mata mata” repleta de pontos de interrogação e confirmou-os nos “oitavos”, em que, perante a Eslováquia, esteve em desvantagem desde os 25 minutos e até quase ao final dos descontos.

Quando o adeus parecia certo, uma “bicicleta” de Jude Bellingham, aos 90+5 minutos, num dos momentos mais belos do Euro2024, a par do golo de Yamal à França, salvou o conjunto de Gareth Southgate, depois apurado com um tento de Harry Kane (91).

Também num jogo em que esteve a perder, a Inglaterra precisou dos penáltis para afastar a Suíça (5-3, após 1-1), na redenção de Saka, nos “quartos”, e, nas “meias”, bateu os Países Baixos (2-1) com nova reviravolta, concretizada nos descontos, pelo suplente Ollie Watkins.

Foi complicado, sofrido, o futebol chegou a ser “sonolento”, mas a Inglaterra está de novo a um triunfo do segundo grande título, para juntar ao Mundial de 1966, arrebatado em casa.

Três anos depois, Pickford, Walker, Stones, Trippier, Shaw, Rice, Saka, e Kane podem repetir a presença na final, sendo que, para o capitão Kane, é mais uma oportunidade para, aos 30 anos, conquistar, finalmente, o primeiro título coletivo da carreira.

Espanha e Inglaterra disputam no domingo, pelas 20h00 em Lisboa, a final Euro2024, em Berlim, com arbitragem do francês François Letexier, de 35 anos, o mais jovem árbitro a ajuizar o jogo decisivo da prova.

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