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LIGA EUROPA: SPORTING SEGUE PARA A POLÓNIA EM BUSCA DA VITÓRIA

O Sporting desloca-se na quinta-feira ao reduto dos polacos do Rakow em busca do regresso às vitórias na Liga Europa em futebol, em embate da terceira jornada do Grupo D, depois do desaire caseiro com a Atalanta.

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O Sporting desloca-se na quinta-feira ao reduto dos polacos do Rakow em busca do regresso às vitórias na Liga Europa em futebol, em embate da terceira jornada do Grupo D, depois do desaire caseiro com a Atalanta.

No Zaglebiowski Park Sportowy, em Sosnowiec, a partir das 17:45 (em Lisboa), os ‘leões’ vão procurar reforçar o segundo lugar do agrupamento, no qual seguem com três pontos, os conseguidos com o triunfo na ronda inaugural, com reviravolta, na Áustria, face ao Sturm Graz (2-1).

A formação comandada por Rúben Amorim, que persegue a 10.ª vitória da temporada, ao 12.º jogo em todas as competições — só não venceu os italianos e em Braga, para a I Liga (2-2) -, defronta o único conjunto do Grupo D ainda sem pontos e golos.

Os polacos, que são quartos no seu campeonato, perderam por 2-0 em Bérgamo e por 1-0 na receção ao Sturm Graz, tendo, perante os líderes da I Liga portuguesa, a última oportunidade para se manterem na corrida ao apuramento.

A formação lusa é favorita, no que será o seu terceiro confronto face a conjuntos polacos, depois de quatro embates com o Legia Varsóvia, saldados com duas vitórias, um empate e uma derrota (5-3 em golos).

Os ‘leões’ superaram o Legia nos 16avos de final da Liga Europa de 2011/12, com um empate 2-2 na Polónia e um triunfo em Alvalade por 1-0, e, em 2016/17, na fase de grupos da ‘Champions’, ganharam em casa por 2-1 e perderam fora por 1-0.

Agora, à terceira visita, seis anos depois, o Sporting vai tentar o primeiro triunfo de sempre em solo polaco e o segundo fora no Grupo D, após o resgatado em Graz, no último quarto de hora, com tentos de Viktor Gyokeres e Ousmane Diomandé.

No outro encontro do Grupo D, o Sturm Graz, terceiro, com três pontos, recebe a líder Atalanta, que soma seis, num embate igualmente importante nas contas do apuramento — o primeiro segue para os ‘oitavos’ e o segundo para os 16 avos de final, marcando encontro com uma formação proveniente da ‘Champions’.

A formação de Bérgamo é uma das sete que está 100% vitoriosa após as duas primeiras rondas da fase de grupos, juntamente com West Ham (Grupo A), Liverpool (E), Slavia Praga e Roma (G) e Bayer Leverkusen e Qarabag (H).

Entre este septeto, destaque para a Roma, de José Mourinho, que vai em busca da terceira final europeia seguida, depois da conquista da Liga Conferência Europa de 2021/22 (1-0 ao Feyenoord na final) e do desaire no jogo decisivo da Liga Europa de 2022/23 (1-1 após prolongamento e 1-4 nos penáltis com o Sevilha).

Os romanos, que venceram por 2-1 no reduto dos moldavos Sheriff e por 4-0 na receção aos suíços do Servette, recebem o Slavia Praga, também vencedor dos dois jogos, e de forma convincente (2-0 na Suíça e 6-0 na receção ao conjunto de Tiraspol).

Nos outros embates da terceira ronda, destaque para a deslocação do West Ham a casa do Olympiacos, no Grupo A, a receção do Brighton e a um Ajax em grave crise, no Grupo B, e a viagem do Liverpool a Toulouse, no Grupo E.

A jornada, que incluiu ainda um embate entre os 100% vitoriosos Bayer Leverkusen e Qarabag, não ficará concluída na quinta-feira, devido ao adiamento, para 06 de dezembro, do embate entre o Villarreal e o Maccabi Haifa, devido à guerra na Faixa de Gaza.

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EURO 2024: ESPANHA VENCE INGLATERRA (2-1) E CONQUISTA O “TETRA”

A Espanha tornou-se hoje a primeira seleção a chegar aos quatro títulos de campeã da Europa de futebol, ao bater a Inglaterra, que continua em ‘branco’, por 2-1, na final da 17.ª edição, no Estádio Olímpico de Berlim.

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A Espanha tornou-se hoje a primeira seleção a chegar aos quatro títulos de campeã da Europa de futebol, ao bater a Inglaterra, que continua em ‘branco’, por 2-1, na final da 17.ª edição, no Estádio Olímpico de Berlim.

Nico Williams, aos 47 minutos, e Mikel Oyarzabal aos 86, marcaram os golos da ‘Roja’, que repetiu os cetros de 1964, 2008 e 2012, enquanto Cole Palmer apontou, aos 73, o tento dos ingleses.

A formação espanhola, que também conta no seu palmarés o Mundial de 2010, isolou-se na liderança do ranking, deixando para trás a tricampeã Alemanha (1972, 1980 e 1996), enquanto a Inglaterra perdeu a segunda final consecutiva, três anos depois.

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EURO 2024: ESPANHA E INGLATERRA NA GRANDE FINAL DE DOMINGO

A Espanha vai tentar provar, uma última vez, que é a melhor equipa do Euro20024 de futebol, frente a um conjunto de craques apostados em evitar que a Inglaterra perca uma segunda final consecutiva, no domingo, em Berlim.

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A Espanha vai tentar provar, uma última vez, que é a melhor equipa do Euro20024 de futebol, frente a um conjunto de craques apostados em evitar que a Inglaterra perca uma segunda final consecutiva, no domingo, em Berlim.

Vencedora já de um recorde de seis jogos, a “Roja” chega à capital alemã como a equipa que transporta o futebol bonito, a estética, e tem provado, jogo a jogo, que é possível ganhar pela positiva, sendo considerada favorita a inédito quarto título, apesar de do outro lado estarem Bellingham, Kane, Foden ou Saka.

Precisamente na casa da outra tricampeã continental, a Espanha pode fazer história e tornar-se a primeira a chegar ao “tetra”, repetindo 1964, 2008 e 2012, sendo Jesús Navas, agora como então suplente, o único sobrevivente de há 12 anos.

Se triunfar, ganhará a equipa que, desde o dia 1, encantou, pela qualidade do seu futebol, manifestada em todos os jogos, mesmo quando Luis de la Fuente mudou toda a equipa no fecho da fase de grupos (1-0 à Albânia, após 3-0 à Croácia e 1-0 à Itália).

A Espanha não teve, porém, vida fácil, sobretudo a eliminar, sendo que esteve a perder com a Geórgia (4-1), nos “oitavos”, só se desembaraçou da Alemanha (2-1) aos 119 minutos, nos “quartos”, e, nas “meias”, voltou a estar em desvantagem, com a França (2-1).

Mas, nos seis jogos, os espanhóis nunca perderam a compostura, nunca duvidaram, nunca abdicaram de uma certa maneira de jogar que apaixonou, culpa também dos “miúdos” Lamine Yamal, que cumpre no sábado 17 anos, e Nico Williams, de 21.

Depois, há também Rodri, Fabián Ruiz, Dani Olmo, que, na peugada de Busquets, Xavi e Iniesta, não deixam a Espanha jogar mal, numa equipa que, na máxima força, também poderia ter na final Rodri e Gavi, ambos lesionados, o primeiro nos ‘quartos’.

Atrás, o guarda-redes Unai Simón, mesmo não escapando a alguns lapsos, também dá garantias, enquanto Carvajal, Le Normand, Nacho, Laporte e Cucurella conferem experiência.

O capitão é Álvaro Morata, um ponta de lança que é sempre um perigo e ainda há Merino, o do grande golo à Alemanha, Oyarzabal, Grimaldo ou Ferran Torres, todos sempre prontos a conferir qualidade ao jogo espanhol.

Ainda falta, porém, uma última batalha, frente a uma Inglaterra que terá sido uma das equipas mais criticadas durante a competição, face a um futebol que adormeceu mais do que encantou em muitos momentos.

Ingleses de duas faces

Os ingleses começaram com um triunfo (1-0 à Sérvia) e prosseguiram com duas igualdades (1-1 com a Dinamarca e 0-0 com a Eslovénia), que fizeram “disparar os alarmes”.

A formação dos “três leões” entrou para o “mata mata” repleta de pontos de interrogação e confirmou-os nos “oitavos”, em que, perante a Eslováquia, esteve em desvantagem desde os 25 minutos e até quase ao final dos descontos.

Quando o adeus parecia certo, uma “bicicleta” de Jude Bellingham, aos 90+5 minutos, num dos momentos mais belos do Euro2024, a par do golo de Yamal à França, salvou o conjunto de Gareth Southgate, depois apurado com um tento de Harry Kane (91).

Também num jogo em que esteve a perder, a Inglaterra precisou dos penáltis para afastar a Suíça (5-3, após 1-1), na redenção de Saka, nos “quartos”, e, nas “meias”, bateu os Países Baixos (2-1) com nova reviravolta, concretizada nos descontos, pelo suplente Ollie Watkins.

Foi complicado, sofrido, o futebol chegou a ser “sonolento”, mas a Inglaterra está de novo a um triunfo do segundo grande título, para juntar ao Mundial de 1966, arrebatado em casa.

Três anos depois, Pickford, Walker, Stones, Trippier, Shaw, Rice, Saka, e Kane podem repetir a presença na final, sendo que, para o capitão Kane, é mais uma oportunidade para, aos 30 anos, conquistar, finalmente, o primeiro título coletivo da carreira.

Espanha e Inglaterra disputam no domingo, pelas 20h00 em Lisboa, a final Euro2024, em Berlim, com arbitragem do francês François Letexier, de 35 anos, o mais jovem árbitro a ajuizar o jogo decisivo da prova.

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