A Bolsa de Valores de Lisboa encerrou a sessão de quinta-feira, 27 de agosto de 2026, com uma desvalorização de 0,61% no índice PSI, fixando-se nos 9.389,24 pontos. Este desempenho negativo alinhou-se com a maioria das praças europeias, num dia marcado por fraca liquidez global e pela análise de indicadores macroeconómicos.
A Bolsa de Valores de Lisboa registou uma descida de 0,61% no seu principal índice, o PSI, na sessão de quinta-feira, 27 de agosto de 2026, encerrando nos 9.389,24 pontos. Este resultado colocou a praça lisboeta em linha com a tendência predominantemente negativa que marcou os mercados acionistas na generalidade do continente europeu, num dia caracterizado por uma liquidez global reduzida e pela assimilação de novos indicadores macroeconómicos.
Dos dezasseis títulos que compõem o índice PSI, o comportamento foi equilibrado, com oito empresas a registar perdas e as restantes oito a apresentarem valorizações. O setor energético destacou-se como o principal fator de pressão descendente sobre o mercado português. A Galp Energia liderou as quedas do dia, com as suas ações a desvalorizarem 2,08%, fixando-se nos 20,71 euros por título no fecho da sessão.
Outras empresas de setores cruciais, como as utilidades públicas e a grande distribuição, também acompanharam a tendência de desvalorização. A Redes Energéticas Nacionais (REN) viu os seus papéis recuarem 1,54%, encerrando a negociação nos 3,510 euros. No retalho alimentar, o grupo Jerónimo Martins cedeu 0,88%, para os 18,00 euros por ação, enquanto a Sonae registou uma desvalorização de 0,74%, cotada a 2,01 euros. No setor elétrico, a EDP teve um decréscimo de 0,68%, negociando a 4,666 euros, e a EDP Renováveis seguiu a mesma trajetória, com uma perda de 0,58%, para 13,73 euros.

