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MOGADOURO EXIGE MEDIDAS PARA AGRICULTORES AFETADOS POR MAU TEMPO

A Câmara de Mogadouro, no distrito de Bragança, anunciou hoje que será exigido ao Governo que sejam implementadas medidas compensatórias e linhas de crédito, destinados aos agricultores do concelho, afetados pelo mau tempo de sábado.

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A Câmara de Mogadouro, no distrito de Bragança, anunciou hoje que será exigido ao Governo que sejam implementadas medidas compensatórias e linhas de crédito, destinados aos agricultores do concelho, afetados pelo mau tempo de sábado.

Em comunicado, publicado na página oficial do município, na rede social Facebook, é dito que “posteriormente, e independente da ajuda que o município entendeu atribuir aos agricultores do concelho, seja igualmente pedido e exigido ao Governo que sejam implementadas medidas compensatórias e linhas de crédito destinadas aos agricultores, do concelho de Mogadouro, afetados pela intempérie” vincou a autarquia presidida por Francisco Guimarães.

O PSD de Mogadouro disse hoje que os apoios dados pelo Governo e pelo município para fazer face aos prejuízos causados nas vinhas pelo mau tempo de sábado são “migalhas”.

A Direção Regional de Agricultura e o município de Mogadouro anunciaram segunda-feira um apoio de 15 euros por hectare, destinados a tratamentos para evitar a perda total da colheita em cerca de mil hectares de vinha afetados pelo mau tempo.

A Comissão Política do PSD de Mogadouro indicou hoje, em comunicado, que não se pode calar e questiona “se tão pobre esmola será o bastante para minimizar os prejuízos”.

Outra das questões levantadas pelos social-democratas prende-se com a falta de apoios a outro tipo de culturas que de igual forma foram afetadas.

“Como é possível que uma câmara municipal que desbarata centenas de euros em bailaricos cá dentro e lá fora, e que pagou 3.500 euros a cada ocupante ilegal do Bairro Fundo Fomento, confrontada com esta desgraça que se abateu sobre a principal atividade económica do concelho, se limita dar migalhas, ainda para mais repartidas com o Governo”, questiona a Comissão Política presidida por Daniel Ribeiro.

O presidente da Câmara de Mogadouro, Francisco Guimarães, já havia referido que os estragos podem chegar aos 80% do total em produções como a vinha, acrescentando que o município já tem no terreno equipas de operários para fazer a manutenção de caminhos vicinais, muros ou outros equipamentos de apoio à agricultura.

A trovoada que ocorreu no sábado no concelho de Mogadouro, afetou pelo menos um milhar de hectares de vinha e provocou estragos em outras culturas como o olival, hortícolas, soutos e amendoal.

FYP//LIL

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CARRAZEDA DE ANSIÃES: HOMEM CONSTITUÍDO ARGUIDO POR PROVOCAR INCÊNDIO

A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

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A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

O caso remonta a 16 deste mês, no distrito de Bragança. A investigação conduzida pela GNR permitiu perceber que a ignição aconteceu durante a realização de atividades agrícolas com uma motorroçadora, de forma negligente, num terreno junto a uma mancha florestal.

A GNR conseguiu identificar o responsável pelos trabalhos que estavam em curso, onde não foram mantidos os cuidados necessários de vigilância. Os factos foram remetidos para o tribunal de Vila Flor.

A Guarda relembrou que a Linha SOS Ambiente e Território – 808 200 520 – funciona em permanência, para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.

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COIMBRA: RECLUSOS VÃO TRABALHAR PARA AJUDAR OS SERVIÇOS AUTÁRQUICOS

A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

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A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

O protocolo de colaboração foi hoje aprovado por unanimidade na reunião do executivo camarário, perspetivando a integração laboral de reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra em várias unidades orgânicas da autarquia.

“A Câmara de Coimbra pretende contribuir, assim, para a ressocialização e para a promoção da reinserção social, familiar e profissional desses reclusos, com vista à sua autonomização progressiva”, salientou o município.

O protocolo prevê que os presos possam trabalhar em tarefas como limpeza de matas e caminhos florestais, jardinagem e manutenção de espaços verdes, limpeza urbana, recolha de resíduos urbanos e obras de reparação e manutenção de edifícios, entre outras.

“Poderão, ainda, ser acrescentadas outras áreas de intervenção, consideradas necessárias e oportunas pela autarquia e passíveis de resposta pelos reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra”, acrescentou a autarquia.

Os trabalhos irão ocorrer em locais definidos pelos serviços municipais e dentro de um horário estabelecido.

Segundo o município, os presos terão direito a receber da autarquia “uma bolsa de ocupação mensal de montante igual ao valor do Indexante dos Apoios Sociais [cerca de 500 euros] e um subsídio de alimentação referente a cada dia de atividade, de valor correspondente ao atribuído à generalidade dos trabalhadores que exerçam funções públicas”.

O protocolo prevê ainda que os participantes possam integrar ações de formação.

Os reclusos que poderão trabalhar na autarquia serão selecionados pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.

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