O piloto português Miguel Oliveira ficou, esta quinta-feira, oficialmente sem lugar no Mundial de MotoGP para a próxima época, depois de a sua equipa, a Prima Pramac, ter anunciado a sua saída no final da temporada. A decisão foi comunicada no mesmo anúncio em que a equipa confirma a renovação de contrato com o outro piloto, o australiano Jack Miller.
Num comunicado, a equipa agradeceu a Miguel Oliveira “por ter feito parte da equipa neste ano tão importante de estreia com a Yamaha”, elogiando o seu “grande profissionalismo e forte espírito de equipa”. A nota recorda ainda as dificuldades sentidas pelo piloto de 30 anos, nomeadamente “a lesão que sofreu na Argentina, que o obrigou a perder quatro Grandes Prémios”.
Atualmente, o piloto de Almada ocupa a 23.ª posição do Mundial de pilotos, com apenas 10 pontos somados em 10 corridas. Este registo contrasta com o seu melhor ano na categoria rainha, em 2020, quando terminou o campeonato no 9.º lugar ao serviço da KTM Tech3.
O diretor da Yamaha, Paolo Pavesio, garantiu “total apoio” ao piloto português para o que resta da presente temporada. No entanto, o futuro de Miguel Oliveira no circuito de elite do motociclismo, onde compete desde 2019, fica agora envolto em grande incerteza.
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