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NATAL: QUATRO MORTES NAS ESTRADAS PORTUGUESAS (BALANÇO PROVISÓRIO)

As autoridades registaram no período de Natal quatro mortes em acidentes rodoviários, uma redução relativamente a igual período de 2019 que também se verificou nos acidentes e feridos leves, informou a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

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As autoridades registaram no período de Natal quatro mortes em acidentes rodoviários, uma redução relativamente a igual período de 2019 que também se verificou nos acidentes e feridos leves, informou a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

Num comunicado conjunto com a PSP e a GNR, a ANSR informa que no período de Natal, entre 22 e 27 de dezembro, registaram-se nas estradas de Portugal Continental quatro vítimas mortais, menos duas do que em igual período do ano passado, representando um decréscimo superior a 33%.

Também o número de acidentes e feridos leves diminuíram em 27% e 31%, respetivamente, embora se tenham verificado mais nove feridos graves, um aumento de 32% face ao ano anterior.

As quatro vítimas mortais (dois condutores de motociclos e dois condutores de veículos ligeiros) resultaram de quatro acidentes que ocorreram entre os dias 22 e 24 de dezembro, nos distritos da Guarda, Viana do Castelo, Porto e Leiria, acrescenta a nota.

Segundo o comunicado, nos dias 25, 26 e 27 de dezembro não se registaram vítimas mortais.

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No total, foram fiscalizados mais de um milhão e 800 mil veículos entre os dias 22 e 27 de dezembro, quer presencialmente pela GNR e pela PSP, quer através de controlo por radar.

Na fiscalização da velocidade foram controlados 1.763.559 veículos, 1.587.720 (90%) dos quais pelo SINCRO – Sistema Nacional de Controlo de Velocidade, da responsabilidade da ANSR.

Dos veículos fiscalizados por radar de velocidade, 13.044 circulavam com excesso de velocidade, dos quais 4.882 foram detetados pelos radares da GNR e da PSP e 8.162 pelos da ANSR.

No que diz respeito à condução sob o efeito do álcool, foram submetidos ao teste de pesquisa de álcool 21.794 condutores, tendo 218 apresentado uma taxa de álcool superior à máxima permitida, dos quais resultaram 174 detenções.

As autoridades informam ainda que está a decorrer até 5 de janeiro a campanha de segurança rodoviária “Avance para 2021 com toda a Segurança”, da responsabilidade da ANSR, em parceria com a GNR, PSP e mais 87 entidades, que “apela a todos os portugueses para que nas deslocações permitidas no período da passagem de ano adotem comportamentos seguros na estrada”.

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NACIONAL

POLÍCIA: MAIS DE 336 MIL DENÚNCIAS CRIMINAIS EM DOIS ANOS

A Polícia de Segurança Pública (PSP) registou no biénio 2022-2023 mais de 336 mil denúncias criminais, segundo dados divulgados pela força de segurança para assinalar hoje o Dia Europeu das Vítimas de Crime.

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A Polícia de Segurança Pública (PSP) registou no biénio 2022-2023 mais de 336 mil denúncias criminais, segundo dados divulgados pela força de segurança para assinalar hoje o Dia Europeu das Vítimas de Crime.

Em comunicado, a PSP adianta que no ano de 2023, o serviço 112 recebeu um total de 6.953.906 chamadas.

“Importa ainda referir que no biénio 2022-2023, a PSP registou mais de 336 mil denúncias criminais, que tiveram o devido apoio, acompanhamento e encaminhamento.”, é referido na nota.

Estes dados são divulgados hoje, o Dia Europeu das Vítimas de Crime, que foi “criado no ano de 1990 em Estocolmo pela Victim Support Europe, com o propósito de sensibilizar e alertar para a proteção e salvaguarda dos direitos das vítimas de crime, bem como dar a conhecer os mecanismos disponíveis a que podem recorrer, caso sejam vítimas de crime ou tenham presenciado um crime, independentemente da sua natureza”.

A PSP disponibiliza a nível nacional mais de duas centenas de locais para apresentação de denúncias e apoio a vítimas de crimes, entre centenas de esquadras, 19 espaços de atendimento especializado e dedicado a vítimas de violência doméstica (vítimas especialmente vulneráveis), quatro postos policiais localizados nos principais hospitais da Área Metropolitana de Lisboa e três Esquadras de Turismo.

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Podem ser feitos contactos ainda através da queixa eletrónica https://queixaselectronicas.mai.gov.pt para formalizar qualquer denúncia criminal via internet, bem como os endereços eletrónicos [email protected], [email protected], [email protected], [email protected].

A APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima registou no ano passado 30.950 crimes, a maioria relacionados com violência doméstica e crimes sexuais contra crianças e jovens.

Segundo dados da APAV, divulgados hoje no jornal Público, nos últimos cinco anos, foram registados 6.776 crimes sexuais contra crianças e jovens, sendo o ano de 2023 aquele em que mais crimes deste género foram reportados, totalizando 1.760 situações.

No entanto, os crimes de violência doméstica continuam a dominar a maioria do total dos crimes relatados pela APAV ao longo de 2023: foram sinalizados 23.465 crimes deste tipo, representando 75,8% do total de 30.950 crimes reportados.

Os dados da APAV, citados pelo Público e cujo relatório vai ser divulgado hoje, indicam que os crimes relacionados com a violência sexual contra menores (1.760) surgem logo a seguir, representando 5,7% dos crimes reportados.

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Os 1.760 casos representam um aumento de quase 30%, que se traduzem em 404 situações, no número de crimes contra crianças contabilizados pela APAV ao longo de 2022.

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SETE MIL CRIMES SEXUAIS CONTRA CRIANÇAS E JOVENS NOS ÚLTIMOS CINCO ANOS

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Em comunicado, a PSP adianta que no ano de 2023, o serviço 112 recebeu um total de 6.953.906 chamadas.

“Importa ainda referir que no biénio 2022-2023, a PSP registou mais de 336 mil denúncias criminais, que tiveram o devido apoio, acompanhamento e encaminhamento.”, é referido na nota.

Estes dados são divulgados hoje, o Dia Europeu das Vítimas de Crime, que foi “criado no ano de 1990 em Estocolmo pela Victim Support Europe, com o propósito de sensibilizar e alertar para a proteção e salvaguarda dos direitos das vítimas de crime, bem como dar a conhecer os mecanismos disponíveis a que podem recorrer, caso sejam vítimas de crime ou tenham presenciado um crime, independentemente da sua natureza”.

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No entanto, os crimes de violência doméstica continuam a dominar a maioria do total dos crimes relatados pela APAV ao longo de 2023: foram sinalizados 23.465 crimes deste tipo, representando 75,8% do total de 30.950 crimes reportados.

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