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OPERAÇÃO ‘VIAJAR SEM PRESSAS’ FISCALIZA VELOCIDADE NA ESTRADA A PARTIR DE SEXTA-FEIRA

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), GNR e PSP realizam, a partir de sexta-feira, a campanha de segurança rodoviária “Viajar sem Pressa” para alertar para os riscos da condução em excesso de velocidade, foi hoje anunciado.

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A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), GNR e PSP realizam, a partir de sexta-feira, a campanha de segurança rodoviária “Viajar sem Pressa” para alertar para os riscos da condução em excesso de velocidade, foi hoje anunciado.

Num comunicado conjunto, a ANSR, a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) indicam que a campanha, que arranca na sexta-feira e termina na segunda-feira, está inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2021 e visa alertar os condutores para os riscos da condução em excesso de velocidade.

As operações de fiscalização da Campanha “Viajar sem Pressa”, pela GNR e PSP, vão realizar-se nas estradas nacionais com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário e de acordo com o Plano Nacional de Fiscalização 2021.

Segundo as autoridades, o excesso de velocidade é uma das principais causas dos acidentes nas estradas e é responsável por mais de 50% das infrações registadas.

“Num atropelamento, a probabilidade de existirem vítimas mortais aumenta em função da velocidade a que circulam os veículos. Se um veículo circular a 30 quilómetros por hora (km/h), a probabilidade das consequências de um atropelamento serem mortais é de 10%. Aumentando a velocidade para 50 km/h, a probabilidade passa a ser de 80%. A 70 Km/h, a probabilidade de morte é de 100%”, alertam as autoridades.

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A campanha vai integrar ações de sensibilização a decorrer em simultâneo com operações de fiscalização que se vão realizar na Avenida D. Henrique, Santa Apolónia, em Lisboa, na Avenida António Macedo/Avenida Cónego Jorge Peixoto Coutinho (variante da Estrada Nacional 14), em Braga, na Estrada Nacional 14, ao quilómetro 8,5, no Porto, e na Rua da Base Aérea (Monte Real), em Leiria.

A ANSR, a GNR e a PSP lembram que os limites de velocidade e as regras relativas à sua moderação existem para a proteção de todos, especialmente dos mais vulneráveis, pelo que o seu cumprimento é vital.

De acordo com o comunicado, a velocidade é a principal causa de um terço de todos acidentes mortais.

O Plano Nacional de Fiscalização, elaborado pela ANSR, é um instrumento fundamental para o combate à sinistralidade rodoviária, e prevê a realização de campanhas de sensibilização em simultâneo com operações de fiscalização em locais onde ocorrem regularmente infrações que representam um risco acrescido para a ocorrência de acidentes.

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NACIONAL

POLÍCIA: MAIS DE 336 MIL DENÚNCIAS CRIMINAIS EM DOIS ANOS

A Polícia de Segurança Pública (PSP) registou no biénio 2022-2023 mais de 336 mil denúncias criminais, segundo dados divulgados pela força de segurança para assinalar hoje o Dia Europeu das Vítimas de Crime.

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A Polícia de Segurança Pública (PSP) registou no biénio 2022-2023 mais de 336 mil denúncias criminais, segundo dados divulgados pela força de segurança para assinalar hoje o Dia Europeu das Vítimas de Crime.

Em comunicado, a PSP adianta que no ano de 2023, o serviço 112 recebeu um total de 6.953.906 chamadas.

“Importa ainda referir que no biénio 2022-2023, a PSP registou mais de 336 mil denúncias criminais, que tiveram o devido apoio, acompanhamento e encaminhamento.”, é referido na nota.

Estes dados são divulgados hoje, o Dia Europeu das Vítimas de Crime, que foi “criado no ano de 1990 em Estocolmo pela Victim Support Europe, com o propósito de sensibilizar e alertar para a proteção e salvaguarda dos direitos das vítimas de crime, bem como dar a conhecer os mecanismos disponíveis a que podem recorrer, caso sejam vítimas de crime ou tenham presenciado um crime, independentemente da sua natureza”.

A PSP disponibiliza a nível nacional mais de duas centenas de locais para apresentação de denúncias e apoio a vítimas de crimes, entre centenas de esquadras, 19 espaços de atendimento especializado e dedicado a vítimas de violência doméstica (vítimas especialmente vulneráveis), quatro postos policiais localizados nos principais hospitais da Área Metropolitana de Lisboa e três Esquadras de Turismo.

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Podem ser feitos contactos ainda através da queixa eletrónica https://queixaselectronicas.mai.gov.pt para formalizar qualquer denúncia criminal via internet, bem como os endereços eletrónicos [email protected], [email protected], [email protected], [email protected].

A APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima registou no ano passado 30.950 crimes, a maioria relacionados com violência doméstica e crimes sexuais contra crianças e jovens.

Segundo dados da APAV, divulgados hoje no jornal Público, nos últimos cinco anos, foram registados 6.776 crimes sexuais contra crianças e jovens, sendo o ano de 2023 aquele em que mais crimes deste género foram reportados, totalizando 1.760 situações.

No entanto, os crimes de violência doméstica continuam a dominar a maioria do total dos crimes relatados pela APAV ao longo de 2023: foram sinalizados 23.465 crimes deste tipo, representando 75,8% do total de 30.950 crimes reportados.

Os dados da APAV, citados pelo Público e cujo relatório vai ser divulgado hoje, indicam que os crimes relacionados com a violência sexual contra menores (1.760) surgem logo a seguir, representando 5,7% dos crimes reportados.

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Os 1.760 casos representam um aumento de quase 30%, que se traduzem em 404 situações, no número de crimes contra crianças contabilizados pela APAV ao longo de 2022.

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“Importa ainda referir que no biénio 2022-2023, a PSP registou mais de 336 mil denúncias criminais, que tiveram o devido apoio, acompanhamento e encaminhamento.”, é referido na nota.

Estes dados são divulgados hoje, o Dia Europeu das Vítimas de Crime, que foi “criado no ano de 1990 em Estocolmo pela Victim Support Europe, com o propósito de sensibilizar e alertar para a proteção e salvaguarda dos direitos das vítimas de crime, bem como dar a conhecer os mecanismos disponíveis a que podem recorrer, caso sejam vítimas de crime ou tenham presenciado um crime, independentemente da sua natureza”.

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No entanto, os crimes de violência doméstica continuam a dominar a maioria do total dos crimes relatados pela APAV ao longo de 2023: foram sinalizados 23.465 crimes deste tipo, representando 75,8% do total de 30.950 crimes reportados.

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