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OS FAMOSOS INSUPORTÁVEIS !

Alguns “famosos” maltratam os seus colaboradores. Ser assistente pessoal de alguns famosos pode ser uma tarefa muito difícil. Temos aqui 19 casos que nenhum fã imagina … Vê mais aqui. Partilha com os teus amigos !

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Alguns “famosos” maltratam os seus colaboradores. Ser assistente pessoal de alguns famosos pode ser uma tarefa muito difícil. Temos aqui 19 casos que nenhum fã imagina …

Algumas celebridades têm uma equipa que os acompanha com regularidade, e essa equipa pode incluir cabeleireiros, maquilhadores, esteticistas, massagistas,… mas, o que nunca pode faltar são os seus assistentes pessoais.

Os assistentes pessoais podem fazer de tudo um pouco. Organizar a agenda de eventos e viagens, atender telefonemas, agendar reuniões, tratar de burocracias, ou até fazer apenas companhia.

Mas, alguns famosos abusam da boa vontade dos seus assistentes pessoais e tornam as suas vidas num inferno.

Naomi Campbell: “Ela intimidava e gritava, ganhava o poder ao fazer as pessoas chorar”, afirma a sua antiga assistente pessoal. Revelou também que trabalhar para a modelo era insuportável. Antes de Naomi entrar em qualquer divisão da casa, deveriam ser acesas velas com cheiro a lírios. “Tinham de estar sempre 5 velas na casa-de-banho, 10 velas no quarto e 10 velas na sala.”

Lady Gaga: A assistente pessoal de Lady Gaga disse que era tratada como uma escrava, pois a cantora obrigava-a estar disponível 24 horas por dia e chegava a ter de dormir na mesma cama de Lady Gaga, uma vez que esta não gostava de dormir sozinha. A sua assistente acabou por processá-la por não lhe terem sido pagas as horas de trabalho extraordinário.

Britney Spears: Felicia Culotta foi assistente pessoal de Britney Spears durante 9 anos. Mas, em 2007, despediu-se devido a um esgotamento nervoso provocado pelo trabalho.

Christian Bale: O assistente pessoal de do ator afirma que não era bem tratado, mas não era o único. Segundo ele, Christian Bale, muitas vezes, maltratava os seus fãs ao ponto de os pôr a chorar.

Anna Wintour: Lauren Weisberger não chegou, propriamente, a dizer nada de mal sobre Anna Wintour. No entanto, foi sua assistente durante 11 meses na revista Vogue e, em seguida, escreveu o livro que inspirou o filme ‘O Diabo Veste Prada’, que fala de uma rapariga que trabalha como assistente pessoal de uma editora de uma revista de moda cruel e fria.

Courtney Love: Jessica Labrie, antiga assistente pessoal de Courtney Love, processou a cantora em tribunal depois de ter sido contratada para “servir de técnico forense”. Jessica afirma que trabalhava demais, chegava a trabalhar 60 horas por semana sem pagamento extra e era-lhe pedido que forjasse documentos legais. Courtney Love negou as acusações.

David Beckham: Rebecca Loos foi assistente do ex-futebolista até as coisas se tornarem muito intensas. Rebecca afirma que teve um relacionamento amoroso com Beckham quando ele já era casado e isso a fazia sentir-se suja. Victoria e David Beckham negaram tudo e permanecem casados.

Jennifer Lopez: A assistente de Jennifer afirma que “trabalhava 6 dias por semana, 12 horas por dia.” Disse, ainda, que era extremamente difícil e incluía tarefas como cozinhar, limpar e agendar o que quer que lhe apetecesse fazer no momento. Tinha de saber trabalhar sob pressão.

Jennifer Lopez: A assistente de Jennifer afirma que “trabalhava 6 dias por semana, 12 horas por dia.” Disse, ainda, que era extremamente difícil e incluía tarefas como cozinhar, limpar e agendar o que quer que lhe apetecesse fazer no momento. Tinha de saber trabalhar sob pressão.

Keri Hilson: Numa noite, a cantora “enlouqueceu” e foi ouvida aos gritos com uma assistente pessoal. As queixas de Keri eram que a sua assistente se tinha esquecido de tirar a etiqueta das suas calças, se tinha esquecido das gotas dos olhos e do spray para a garganta, e “não conseguia fazer nada bem.”

Lance Armstrong: Segundo o seu assistente pessoal, o ciclista não é apenas um mentiroso compulsivo que confessou ter usado substâncias ilegais durante toda a sua carreira, como é também uma pessoal horrível.Parece que Lance Armstrong era mau para a sua ex-mulher e dizia que “odiava participar nos eventos de caridade Livestrong”.

Lindsay Lohan: O assistente pessoal de Lindsay Lohan foi buscá-la à prisão, mas quando entrou no carro, a atriz desatou a gritar com ele e expulsou-o da viatura.

Madonna: A babysitter de Madonna escreveu no facebook que se recusava a acatar as ordens ridículas da cantora uma vez mais. E não foi a única. Em 2009, cinco membros da sua equipa despediram-se na mesma semana. Todos afirmaram que Madonna era extremamente arrogante e os obrigava a trabalhar 24 horas por dia.

Mariah Carey: Ylser Oliver foi assistente de Mariah Carey, mas acabou por processá-la em tribunal, por ser obrigado pela cantora a trabalhar 16 horas por dia, 7 dias por semana sem pagamento de horas extra nem intervalos para refeição.

Pierce Brosnan: Na verdade, a assistente pessoal de Pierce Brosnan afirma que o ator era um verdadeiro cavalheiro, o problema era a sua mulher, que era uma “cabra má, estúpida e obesa.”

Scott Rudin: Chegaram a passar 119 assistentes pessoais pelo produtor Scott Rudin no espaço de cinco anos. As razões para ele os despedir incluíam fechar as portas com muita força, trazer os queques errados ou chegar cinco minutos atrasados. Scott tem, ainda, a fama de atirar objetos inanimados contra as pessoas.

Sharon Stone: Uma das assistentes de Sharon Stone afirmou, “Ela era uma verdadeira ‘cabra’ a toda a hora, gritava comigo por tudo e por nada e menosprezava-me. É a pessoa de quem menos gosto no planeta inteiro.”

Steven Seagal: Em 2010, o ator foi processado por assédio sexual por uma assistente pessoal, que afirmou que Steven Seagal tentou acariciá-la e pediu-lhe para ter relações sexuais com ele. O ator afirmou que tudo era mentira e a assistente desistiu da acusação.

Taryn Manning: Em 2012, Taryn foi presa depois de agredir a sua assistente pessoal quando estava alcoolizada e as duas discutiam. Ainda assim, fizeram as pazes e continuam amigas.

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GERAÇÕES MAIS JOVENS MENOS “ENVOLVIDAS” COM A VIDA PROFISSIONAL – ESTUDO

Os trabalhadores das gerações mais jovens são os que sentem menos envolvimento no trabalho e os que têm entre 44 e 59 anos apresentam maior risco ao nível da saúde mental, segundo um estudo que será hoje divulgado.

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Os trabalhadores das gerações mais jovens são os que sentem menos envolvimento no trabalho e os que têm entre 44 e 59 anos apresentam maior risco ao nível da saúde mental, segundo um estudo que será hoje divulgado.

O trabalho, desenvolvido pelo Laboratório Português de Ambientes de Trabalho Saudáveis (LABPATS), concluiu que os profissionais mais novos, até aos 29 anos (geração Z), são os que têm a perceção mais positiva da ética e valores das organizações, do ambiente psicossocial e do compromisso com a liderança, caracterizando-a como assertiva.

Em declarações à Lusa, a coordenadora do estudo, a psicóloga Tânia Gaspar de Matos, explicou que as especificidades das diferentes gerações que convivem numa empresa estão relacionadas “com a idade, mas também com os momentos políticos e sociais onde se desenvolveram”.

Dá o exemplo das gerações intermédias (geração Y e X – dos 44 aos 59 anos), que são as que apresentam maior risco de saúde mental, para explicar que estes profissionais, “além de terem de desenvolver o seu trabalho, têm muitas vezes a cargo os filhos e, nalguns casos, também os pais”.

Por outro lado, “é uma geração que ainda lhe falta muito para a reforma”.

“De repente, foi-lhes tirada essa ideia de que as pessoas se reformavam aos 55 ou 60 anos e veem-se sobrecarregados com estes dois pontos [filhos e pais]”, afirmou a especialista, alertando: “estas gerações precisam efetivamente do maior cuidado”.

Como aspeto positivo, salientou o facto de “as pessoas, hoje em dia, darem muita atenção a estas questões” da saúde mental.

Vincando que Portugal é dos países em que os filhos ficam até mais tarde em casa dos pais, isto implica que esta geração mais nova, mas que já está a trabalhar, acaba por ter uma “menor sobrecarga” em termos financeiros.

Além disso, “têm uma atitude diferente face ao trabalho, mais flexível” e “o papel que o trabalho tem na sua vida é mais pequeno do que nas outras gerações mais velhas”, lembrou a investigadora, alertando que as empresas devem acompanhar de forma diferente estes jovens, para quem “o mais importante já não é o salário”.

“Eu tenho vários empregadores que me dizem: eu dou-lhes salário extra, dou-lhes férias pagas, telemóvel, carro e eles vão-se embora”, contou.

Estes trabalhadores “procuram outras coisas na sua vida (…) para se sentirem bem” e as empresas, se os quiserem manter, devem desenvolver políticas dirigidas às suas preocupações, que passam mais pela flexibilidade de horários, pela confiança no seu trabalho, pela autonomia e pela promoção da saúde mental, defendeu.

O estudo indica mesmo que são os profissionais das duas gerações mais novas (geração Z e Y – até aos 44 anos) que referem menos envolvimento na organização.

Já os profissionais das gerações mais velhas (geração X e baby boom – maiores de 40 anos) têm uma perceção mais positiva do envolvimento da comunidade, do teletrabalho e do ambiente físico de trabalho.

Todas as gerações concordam que as organizações têm recursos escassos para a saúde.

Relativamente ao modelo de trabalho desenvolvido, são os profissionais que estão em teletrabalho ou em situação mista que revelam melhores indicadores ao nível da ética e valores da organização, compromisso com a liderança e melhor perceção de desempenho.

Tendo em conta a dimensão da organização, as empresas mais pequenas são as que apresentam “indicadores mais positivos ao nível do ambiente de trabalho saudável”.

Em relação ao setor de atividade, os profissionais que apresentam um maior índice de risco são os da administração pública, os do setor dos transportes e os profissionais de saúde.

A comparação entre organizações públicas e privadas demonstra que são os profissionais das organizações privadas que revelam indicadores mais positivos ao nível do ambiente de trabalho saudável.

Quanto à localização, o estudo verificou que os profissionais das organizações localizadas na região norte revelam indicadores menos positivos ao nível do ambiente de trabalho saudável.

O LABPATS estuda a saúde e o bem-estar dos profissionais e das organizações, ajudando a definir políticas com impacto na saúde e bem-estar, desenvolvimento saudável e sustentável dos profissionais e das organizações.

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EMPRESAS: A SAÚDE MENTAL DOS TRABALHADORES É IMPORTANTE – ESTUDO

A saúde mental, a cultura das organizações, como a ética e os valores, e o compromisso com a liderança são as dimensões que revelam maior risco para um ambiente de trabalho saudável, segundo um estudo hoje divulgado.

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A saúde mental, a cultura das organizações, como a ética e os valores, e o compromisso com a liderança são as dimensões que revelam maior risco para um ambiente de trabalho saudável, segundo um estudo hoje divulgado.

Esta análise do Laboratório Português de Ambientes de Trabalho Saudáveis (LABPATS), que envolveu mais de 4.300 participantes, concluiu que a cultura das organizações é a dimensão que mais condiciona o ambiente de trabalho saudável, com os especialistas a sublinharem que a preocupação com o bem-estar e a saúde dos profissionais e da organização “deve estar no ‘ADN’” das empresas.

“O que temos notado é que, muitas vezes, há uma imagem externa de bem-estar, porque hoje em dia a questão do bem-estar e da saúde mental acaba por estar na moda, e as organizações, se forem questionadas, respondem que isso é algo importante (…). Mas, depois, nos planos estratégicos e na cultura passada às novas lideranças e aos novos profissionais isso não está plasmado”, explicou a coordenadora do estudo, Tânia Gaspar de Matos.

A psicóloga, fundadora do LABPATS, sublinhou: “É fundamental que efetivamente nas várias políticas [das organizações], desde a seleção de pessoas, à integração e à escolha dos próprios líderes, tudo tem de ser transmitido de forma muito clara”.

Quanto à cultura das organizações, aponta como fundamentais para o bem-estar dos profissionais a perceção de segurança e de justiça: “É importante o trabalhador sentir que está seguro e que pode participar, que pode dar a sua opinião, que tem canais claros e transparentes para isso e que tem confiança para tal, sem achar que pode ser prejudicado”.

A investigadora reconheceu que as organizações “acabam por ter muita dificuldade em implementar estas medidas, porque a maior parte anda preocupada a responder às necessidades imediatas”.

Defendendo a necessidade de as organizações terem uma visão mais estratégica do seu funcionamento, Tânia Gaspar de Matos preconiza que “deveriam ter dois tipos de líderes”: “Um que estivesse mais ligado à parte operacional do dia a dia, que é importante (…) e outro que tivesse mais uma visão estratégica, que conseguisse ter uma visão global de toda a organização e tivesse tempo para olhar para estes detalhes e fazer um plano para que a mensagem da saúde mental e do bem-estar passasse de forma clara a todos os colaboradores, com grande foco nas lideranças”.

A especialista sublinhou igualmente que, segundo os dados recolhidos, “as organizações da administração pública têm piores resultados do que as organizações privadas”.

“Há aqui uma dinâmica na administração pública que dificulta a implementação de novas medidas. Esta visão de que nós temos que parar, olhar e alterar aquilo que tem que ser alterado, há muita dificuldade [de o fazer] na administração pública”, disse.

Segundo os dados do estudo do LABPATS, apesar de ligeiramente inferior, os dados relativos à saúde mental continuam preocupantes: três em cada quatro (76%) profissionais apresentam pelo menos um sintoma de ‘burnout’ e quase metade (48%) manifesta três sintomas (exaustão, irritabilidade e tristeza).

Mais de metade dos profissionais refere que não tem as competências necessárias para gerir as situações de ‘stress’, tais como a perceção de controlo e a confiança nas suas capacidades, e mais de um terço tem comportamentos de saúde pouco saudáveis.

Quase metade (46%) não pratica exercício físico e 35% tem maus hábitos de sono. Há ainda cerca de 25% que toma medicamentos psicotrópicos.

São as mulheres que revelam um maior risco no que se refere à saúde mental. Elas são quem manifesta maior envolvimento, mas também quem se mostra menos assertivas quanto às suas necessidades.

Num ambiente de trabalho saudável, o que os profissionais mais valorizam é a autonomia, a flexibilidade (conciliação), a transparência e a existência de “lideranças próximas e justas” que valorizem o seu trabalho e promovam o desenvolvimento de carreira.

A preocupação com a saúde mental e as atividades de promoção de bem-estar e de relações interpessoais positivas entre colegas são igualmente valorizadas.

O Laboratório Português de Ambientes de Trabalho Saudáveis estuda de forma aprofundada e sistemática a saúde e o bem-estar dos profissionais e das organizações, contribuindo para a intervenção e definição de políticas nestas duas áreas.

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