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APRESENTAÇÃO DO PORTO NO DRAGÃO ACABA COM DERROTA

Uma tarde de Sábado, que ninguém diria ser “verão”, levou 45 mil adeptos ao Estádio do Dragão para o jogo de apresentação, em casa, do FC Porto. O resultado foi gelado. Uma derrota, pela diferença mínima, da equipa portista perante o AS Monaco.

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Uma tarde de Sábado, que ninguém diria ser “verão”, levou 45 mil adeptos ao Estádio do Dragão para o jogo de apresentação, em casa, do FC Porto. O resultado foi gelado. Uma derrota, pela diferença mínima, da equipa portista perante o AS Monaco.

Onze Inicial, FC Porto: Vaná (GR), Alex Telles, Manafá, Pepe, Marcano, Danilo Pereira, Sérgio Oliveira, Romário Baró, Corona, Luís Díaz, Soares. Suplentes: Diogo Costa, Mbaye, Tomás Esteves, Diogo Leite, Bruno Costa, Aboubakar Nakajima, Marega, Loum, Mbemba, Ze Luis, Osório, Saravia, Otávio, Fernando Andrade, Galeno, Fábio Silva, Diogo Queirós, Madi.

Onze Inicial, AS Mónaco: Lecomte (GR), Ballo Toure, Jemerson, Sidibe, Panzo, Golovin, Fabregas, Boschilia, Henrichs, Gelson Martins, Moussa Sylla. Suplentes: Diego Benaglio, Nacer Chadli, Gil Dias, Naldo, Foster, Aholou, Adama Traore, Rony Lopes, Tuncara, Kamil Glik, Seydou Sy

Árbitro do encontro: Artur Soares Dias (AF PORTO)

Tarde de verão fresca, com o céu muito nublado, e 45 mil adeptos no ninho do dragão para o jogo de apresentação. O FC Porto entrou em campo com o seu equipamento tradicional, camisola azul e branca com listas verticais, calção azul e meia branca, o AS Mónaco com o equipamento alternativo, todo de preto.

Nos primeiros quinze minutos a equipa da casa teve mais posse de bola, mas não criou perigo, destacando-se, apenas, uma oportunidade para cada lado. Ao minuto 11, canto pela direita da na baliza do AS Mónaco, Golovin cruzou para a grande área e Sidibe cabeceou para defesa de Vaná Alves.

Na jogada seguinte, Alex Telles pelo corredor esquerdo cruzou para a área, Romário Baró apareceu em zona de finalização mas cabeceou ao lado da baliza de Lecomte.

A partir daí ,o FC Porto continuou com mais bola, mas a finalização no último passe não correu bem e, embora a jogada chegasse à área do Mónaco com alguma frequência faltava ligação no ataque azul e branco.

Aos 23 minutos, balde de água fria no Dragão. Pepe, em zona proibida, perdeu a bola para Boschilia, que combinou com Gelson Martins e o cabo-verdeano, ex-Sporting, inaugurou o marcador. Logo na jogada seguinte, o AS Mónaco voltou a criar perigo com um remate de meia distância na meia lua da área do FC Porto, por intermédio de Golovin para uma excelente defesa de Vaná Alves.

No último quarto de hora da primeira parte, o FC Porto tentou chegar à baliza de Lecomte, mas continuava a não ser eficaz. De destacar neste período, um remate perigoso ao minuto 38′ de Boschilia, para grande intervenção de Vaná Alves.

O resultado não se alterou até ao intervalo e o FC Porto perdia em casa por 1-0 frente ao AS Mónaco.

Uma primeira parte onde o Porto acabou por ter mais bola mas não conseguiu criar oportunidades claras de golo. Já o Mónaco, que fez 3 remates enquadrados à baliza, foi mais eficaz, marcou um golo e saiu para os balneários em vantagem.

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Na 2ª parte o FC Porto apresentou-se com o equipamento alternativo, camisola e calção amarelo, meia azul. Sérgio Conceição não fez alterações, já o técnico Leonardo Jardim optou por substituir Fabregas por Adama Traore.
Nos primeiros 15 minutos do segundo tempo a equipa de Sérgio Conceição continuava a dar mostras de querer chegar à baliza do Mónaco. Prova disso foram os dois remates defendidos, pelo guarda redes monegasco para canto, por parte de Romário Baró, o jogador que esta temporada subiu ao escalão principal E esteve em bom plano nesta partida.
Ao minuto 59, Sérgio Conceição fez várias substituições de uma assentada: saiu o Mário Baró, Tiquinho Soares, Sérgio Oliveira e Luíz Díaz para entrada de Bruno Costa, Otávio, Nakajima e Zé Luis.

Aos 63 minutos, grande penalidade a favor do FC Porto. Corona, no corredor direito, ultrapassou o seu opositor Panzoe usando a sua tecnicidade entrou na grande área, onde foi derrubado. O árbitro não hesitou e assinalou grande penalidade. Alex Telles assumiu a marcação do penalty mas rematou para a defesa de Lecomte. Não estava a ser uma tarde sorridente para o FC Porto.

O técnico Leonardo Jardim aproveitou para refrescar a equipa, substituindo Sylla e Boschilia por Rony Lopes e Chadli.

Nos últimos 15 minutos, nova troca de jogadores em ambas as equipas. No FC Porto saíram Corona e Manafá, entraram Fábio Silva e Saravia, e na equipa francesa saídas de Ballo Toure, Gelson Martins e Golovin para as entradas de Foster, Aholou e Badiashile.

Aos 77 minutos, Otávio com uma soberana oportunidade após boa combinação entre Fábio Silva e Saravia, curiosamente os últimos jogadores a entrarem em campo, pelo lado esquerdo do ataque portista. Com Saravia a cruzas, Otávio aparece ao segundo poste e desvia a bola mas para fora, continuava a ser uma noite negativa no capítulo da eficácia.

Entretanto, mais três alterações no conjunto portista, saíram Pepe, Marcano e Alex Telles, entraram Diogo Leite, Osório e Tomás Esteves.

O jogo mantinha a mesma toada, o Porto a chegar ao último reduto mas com o último passe a não sair bem. A um minuto dos noventa, Ze Luis fez um cabeceamento, após assistência de Saravia, para intervenção de Lecomte, do canto os jogadores portistas ficaram a pedir penalty (por possível mão dos jogadores do Mónaco), mas o árbitro assim não entendeu.

Fim do jogo e o FC Porto teve a primeira derrota no último jogo da fase de preparação para a temporada 2019-2020 frente ao AS Mónaco por 1-0. Um jogo onde faltou essencialmente eficácia para concretizar as oportunidades criadas.

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LIGA NAÇÕES: PORTUGAL DEFRONTA ESPANHA COM A ‘MIRA’ NA SEGUNDA FINAL FOUR

A seleção portuguesa de futebol precisa apenas de empatar hoje na receção à Espanha, em Braga, no derradeiro encontro do Grupo A2, para conseguir, pela segunda vez em três edições, um lugar na ‘final four’ da Liga das Nações.

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A seleção portuguesa de futebol precisa apenas de empatar hoje na receção à Espanha, em Braga, no derradeiro encontro do Grupo A2, para conseguir, pela segunda vez em três edições, um lugar na ‘final four’ da Liga das Nações.

O triunfo na República Checa (4-0), no sábado, deixou Portugal a depender apenas de si próprio para alcançar a próxima fase da competição, uma vez que, à entrada para a sexta e última jornada, lidera o grupo, com mais dois pontos do que a Espanha, que perdeu na receção à Suíça (1-2).

A formação comandada por Fernando Santos tem, assim, tudo a seu favor para voltar – três anos depois de conquistar a primeira edição, no Dragão – à ‘final four’ da prova da UEFA, até porque o histórico recente com a Espanha só ostenta empates.

Com João Félix recuperado dos problemas físicos que o afastaram do encontro com os checos, o selecionador luso tem disponíveis os 25 jogadores que se encontram às suas ordens, inclusive João Cancelo, que cumpriu suspensão e falhou o duelo em Praga.

Portugueses ou espanhóis vão fechar o lote das seleções presentes na ‘final four’, para a qual já se apuraram Croácia, Itália e Países Baixos, que venceram os grupos A1, A3 e A4, respetivamente.

O encontro entre Portugal e Espanha, da sexta e última jornada do Grupo A2 da Liga das Nações de 2022/23, tem início marcado para as 19:45, no Estádio Municipal de Braga, com arbitragem do italiano Daniele Orsato.

Após cinco rondas, a formação das ‘quinas’ lidera o agrupamento, com 10 pontos, contra oito da Espanha, seis da Suíça e quatro da República Checa, sendo que o primeiro classificado segue para a ‘final four’ e o último é despromovido à Liga B.

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TRÊS ADEPTOS DO ESTORIL FORA DOS ESTÁDIOS POR INTOLERÂNCIA

Os três adeptos do Estoril Praia acusados de intolerância com apoiantes do FC Porto estão impedidos de entrar em estádios, devido aos incidentes no encontro entre os dois clubes para a I Liga de futebol, em 16 de setembro.

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Os três adeptos do Estoril Praia acusados de intolerância com apoiantes do FC Porto estão impedidos de entrar em estádios, devido aos incidentes no encontro entre os dois clubes para a I Liga de futebol, em 16 de setembro.

Em comunicado, a Autoridade para a Prevenção e Combate à Violência no Desporto (APCVD) deu hoje conta da decisão proferida na semana passada, relativamente ao caso dos insultos a um homem, com uma criança ao colo, ambos vestidos com camisolas do FC Porto, que terão sido cuspidos enquanto se encontravam numa zona da bancada destinada aos adeptos anfitriões.

“Os três adeptos do Estoril identificados pela GNR, a propósito dos incidentes do jogo Estoril Praia-FC Porto de 16 de setembro, estão já proibidos de entrar em recintos desportivos. Os suspeitos foram notificados pela PSP da decisão da APCVD, que impõe medida cautelar de interdição de acesso a recintos desportivos, e assim aguardarão a conclusão do respetivo processo de contraordenação”, lê-se na referida nota.

Estes três indivíduos podem ser punidos com coimas entre os 1.000 e os 10.000 euros e com pena de interdição de acesso a recintos desportivos até dois anos.

Na sequência do incidente ocorrido no recinto cascalense, e segundo apurado pela APCVD, o pai e a criança com a camisola do FC Porto, vítimas de atos de intolerância, mantiveram-se na mesma bancada, ainda que com a necessidade de os deslocar alguns metros para manter salvaguardada a sua integridade física.

Criança e pai continuaram assim com a camisola do respetivo clube, acolhidos entre adeptos do Estoril, que se demarcaram e mostraram indignados com os atos de intolerância ocorridos.

No dia seguinte, o Estoril Praia lamentou o ocorrido, condenando “todo e qualquer ato de violência, seja ele de que natureza for”.

“Lamentamos profundamente a situação vivida pela filha do adepto do FC Porto no Estádio António Coimbra da Mota, pedindo-lhe desculpas e desejando que nunca deixe de apreciar a verdadeira essência do Desporto. Condenamos as atitudes de quem não consegue controlar as suas emoções e permite que atitudes provocatórias de supostos adeptos de futebol se transformem num momento lamentável de agressividade que não tem lugar num estádio de futebol”, lê-se no comunicado do emblema cascalense.

O Estoril Praia rematou a nota disponibilizando-se “para continuar a colaborar com as entidades competentes na procura das soluções adequadas que possam impedir este género de episódio de voltar a ocorrer num recinto desportivo”.

Antes, já o secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Correia, e o presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Pedro Proença, tinham repudiado este incidente.

Esta foi a segunda vez no espaço de uma semana que tanto o secretário de Estado da Juventude e do Desporto como o presidente da LPFP lamentaram incidentes ocorridos com adeptos em estádios da I Liga.

Em 10 de setembro, uma criança foi obrigada a despir uma camisola do Benfica no estádio do Famalicão, por se encontrar, juntamente com o pai, numa bancada com maioria de adeptos locais.

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PORTUGAL JÁ NÃO PERDE COM A ESPANHA HÁ MAIS DE UMA DÉCADA

A seleção portuguesa de futebol está invicta face à Espanha há mais de uma década e os últimos quatro encontros acabaram empatados, mas a desvantagem luso, no total de todos os duelos, ainda é ‘imensa’.

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A seleção portuguesa de futebol está invicta face à Espanha há mais de uma década e os últimos quatro encontros acabaram empatados, mas a desvantagem luso, no total de todos os duelos, ainda é ‘imensa’.

Em 42 encontros, entre oficiais e particulares, a ‘roja’ lidera claramente, com 17 vitórias — mas outros tantos empates -, contra apenas oito lusas, duas nem reconhecidas pela FIFA, devido à Guerra Civil espanhola, e mais 31 golos marcados (79 contra 48).

A superioridade assenta, sobretudo, nos jogos disputados em solo espanhol (11 triunfos, contra um), sendo que, em matéria de jogos oficiais, também só há registo de uma vitória de Portugal contra quatro da Espanha, mais cinco empates.

O encontro de sábado, o 43.º entre as duas seleções, é, porém, em solo luso, onde Portugal lidera o histórico, com mais uma vitória (seis contra cinco), em 19 jogos, não incluindo nestes contas o 1-0 em ‘campo neutro’ (Alvalade) no Euro2004.

A formação das ‘quinas’ tem vantagem em casa e está também, estatisticamente, invicta desde o desaire por 1-0, selado por um golo de David Villa, nos oitavos de final do Mundial de 2010, precisamente a edição que a Espanha arrebatou.

Na ‘ressaca’ desse encontro, meses volvidos, Portugal goleou na Luz por 4-0, com um ‘bis’ de Hélder Postiga e tentos de Carlos Martins e Hugo Almeida, seguindo-se cinco igualdades, ainda que a primeira tenha redundado numa derrota lusa nos penáltis.

Em 2012, nas meias-finais do Europeu, num embate disputado em Donetsk, os 120 minutos chegaram sem golos, ficando para a estatística uma igualdade, mas quem seguiu para a final foi a Espanha, ao impor-se por 4-2 na ‘lotaria’.

Os quatro últimos encontros não tiveram tempo extra ou penáltis e acabam mesmo empatados, o primeiro dos quais na estreia das duas formações no Europeu de 2018, em Sochi, na Rússia, marcado por um ‘hat-trick’ de Cristiano Ronaldo.

Num encontro frenético, com seis golos, Portugal esteve a vencer por 1-0 e 2-1, mas Diego Costa respondeu a Ronaldo e Nacho selou a reviravolta, antes do ‘capitão’ luso ter a última ‘palavra’, aos 88 minutos, empatando o jogo de livre direto.

Em contraste com este ‘jogão’, os dois confrontos que se seguiram acabaram como começaram, com empates a zero, o primeiro em Alvalade, em 07 de outubro de 2020, e o segundo no Wanda Metropolitano, em Madrid, em 04 de junho de 2021.

O derradeiro jogo entre as duas seleções aconteceu em 02 de junho de 2022 e acabou empatado a um, na primeira jornada do Grupo A2 da edição 2022/23 da Liga das Nações.

No Estádio Benito Villamarín, em Sevilha, a casa do Betis, os espanhóis adiantaram-se no marcador aos 25 minutos, por Álvaro Morata, mas a formação lusa ainda conseguiu resgatar a igualdade, com um tento do suplente Ricardo Horta, aos 82.

Caso volte a empatar com a Espanha, na terça-feira, Portugal segue para a ‘final four’ da Liga das Nações 2022/23, repetindo o que conseguiu em 2019. Então, em solo luso, a seleção das ‘quinas’ impôs-se (3-1 à Suíça e 1-0 aos Países Baixos).

Em matéria de jogos em casa com os espanhóis, e antes do 4-0 de Alvalade, em 2010, Portugal venceu por 1-0 em 1938, 4-1 em 1947, 3-1 em 1956, 2-1 em 1964 e 2-0 em 1981, sempre em particulares.

Há ainda a registar o triunfo, por 1-0, conseguido também na casa do Sporting, na terceira e última jornada da fase de grupos do Europeu de 2004, que é considerado, estatisticamente, como sendo disputado em campo neutro.

Em 20 de junho, num embate decisivo, a formação comandada por Luiz Felipe Scolari levou a melhor, seguindo para os quartos de final, graças a um golo do suplente Nuno Gomes, que, aos 57 minutos, bateu Casillas com um remate de fora da área.

O 43.º encontro entre Portugal e Espanha, e 11.º oficial, da sexta e última jornada do Grupo A2 da Liga das Nações 2022/23, está marcado para terça-feira, no Estádio Municipal de Braga, a partir das 19:45, com arbitragem do italiano Daniele Orsato.

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LIGA NAÇÕES: PORTUGAL VENCE REPÚBLICA CHECA E LIDERA GRUPO A2

A seleção portuguesa ascendeu hoje à liderança do Grupo A2 da Liga das Nações 2022/23, ao golear a República Checa por 4-0, em Praga, em encontro da quinta e penúltima jornada.

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A seleção portuguesa ascendeu hoje à liderança do Grupo A2 da Liga das Nações 2022/23, ao golear a República Checa por 4-0, em Praga, em encontro da quinta e penúltima jornada.

Diogo Dalot, aos 33 e 52 minutos, Bruno Fernandes, aos 45+2, e o suplente Diogo Jota, aos 82, marcaram os tentos da formação das ‘quinas’, enquanto Patrik Schick falhou um penálti para os checos, aos 45+6, após mão na bola de Cristiano Ronaldo.

Face ao triunfo helvético em Saragoça (2-1), Portugal voltou ao comando do Grupo A2, com 10 pontos, contra oito da Espanha, seis da Suíça e quatro da República Checa, pelo que rumará a ‘final four’ se não perder terça-feira com a Espanha, em Braga.

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