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PORTO: LIMPEZA E RECUPERAÇÃO DO RIO LEÇA ARRANCA SEGUNDA-FEIRA

A obra de limpeza e recuperação ecológica de 71 quilómetros do rio Leça, que atravessa os concelhos da Maia, Matosinhos, Santo Tirso e Valongo, no distrito do Porto, arranca na segunda-feira com um investimento de quatro milhões de euros.

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A obra de limpeza e recuperação ecológica de 71 quilómetros do rio Leça, que atravessa os concelhos da Maia, Matosinhos, Santo Tirso e Valongo, no distrito do Porto, arranca na segunda-feira com um investimento de quatro milhões de euros.

A empreitada, dividida em quatro lotes, um por cada município, começa na Maia e, na semana seguinte, estender-se-á aos restantes três concelhos, adiantou hoje à Lusa o diretor-executivo da Associação de Municípios Corredor do Rio Leça.

O investimento é de quatro milhões de euros, financiados através do programa REACT-EU, contou Artur Branco.

A limpeza do rio deverá estar concluída até ao final deste ano, mas a associação vai pedir o prolongamento do prazo, acrescentou.

Artur Branco explicou que uma das ações passa por retirar resíduos e plantas exóticas invasoras do rio, assim como beneficiar a paisagem e a biodiversidade.

A isto soma-se a reestruturação das margens para protegê-las das erosões e das cheias, especificou.

Será ainda feita a replantação das margens de forma a consolidar galerias ripícolas, nome dado à vegetação que habitualmente habita as margens dos cursos de água, sublinhou.

No âmbito desta intervenção irão ser recuperados os açudes, mantendo a sua continuidade ecológica com rampas para os peixes já existentes e outros que chegarão no futuro, disse Artur Branco.

A Associação de Municípios Corredor do Rio Leça nasceu a 31 de maio de 2021 com o objetivo de despoluir e beneficiar a vários níveis o rio Leça.

Atravessando uma região com intensa atividade industrial, o rio foi, ao longo dos anos, afetado com vários focos de poluição, que degradou a qualidade das águas e dos sistemas biológicos, chegando a ser apontado como um dos rios mais poluídos da Europa.

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CARRAZEDA DE ANSIÃES: HOMEM CONSTITUÍDO ARGUIDO POR PROVOCAR INCÊNDIO

A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

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A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

O caso remonta a 16 deste mês, no distrito de Bragança. A investigação conduzida pela GNR permitiu perceber que a ignição aconteceu durante a realização de atividades agrícolas com uma motorroçadora, de forma negligente, num terreno junto a uma mancha florestal.

A GNR conseguiu identificar o responsável pelos trabalhos que estavam em curso, onde não foram mantidos os cuidados necessários de vigilância. Os factos foram remetidos para o tribunal de Vila Flor.

A Guarda relembrou que a Linha SOS Ambiente e Território – 808 200 520 – funciona em permanência, para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.

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COIMBRA: RECLUSOS VÃO TRABALHAR PARA AJUDAR OS SERVIÇOS AUTÁRQUICOS

A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

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A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

O protocolo de colaboração foi hoje aprovado por unanimidade na reunião do executivo camarário, perspetivando a integração laboral de reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra em várias unidades orgânicas da autarquia.

“A Câmara de Coimbra pretende contribuir, assim, para a ressocialização e para a promoção da reinserção social, familiar e profissional desses reclusos, com vista à sua autonomização progressiva”, salientou o município.

O protocolo prevê que os presos possam trabalhar em tarefas como limpeza de matas e caminhos florestais, jardinagem e manutenção de espaços verdes, limpeza urbana, recolha de resíduos urbanos e obras de reparação e manutenção de edifícios, entre outras.

“Poderão, ainda, ser acrescentadas outras áreas de intervenção, consideradas necessárias e oportunas pela autarquia e passíveis de resposta pelos reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra”, acrescentou a autarquia.

Os trabalhos irão ocorrer em locais definidos pelos serviços municipais e dentro de um horário estabelecido.

Segundo o município, os presos terão direito a receber da autarquia “uma bolsa de ocupação mensal de montante igual ao valor do Indexante dos Apoios Sociais [cerca de 500 euros] e um subsídio de alimentação referente a cada dia de atividade, de valor correspondente ao atribuído à generalidade dos trabalhadores que exerçam funções públicas”.

O protocolo prevê ainda que os participantes possam integrar ações de formação.

Os reclusos que poderão trabalhar na autarquia serão selecionados pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.

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