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INTERNACIONAL

PORTUGAL, BRASIL E ANGOLA SOBEM NO ÍNDICE DE LIBERDADE DE IMPRENSA – CPLP

Angola, Brasil e Portugal contrariaram a tendência de descida dos países lusófonos no Índice Mundial da Liberdade de Imprensa publicado nesta sexta-feira pela organização não-governamental Repórteres Sem Fronteiras (RSF).

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Angola, Brasil e Portugal contrariaram a tendência de descida dos países lusófonos no Índice Mundial da Liberdade de Imprensa publicado nesta sexta-feira pela organização não-governamental Repórteres Sem Fronteiras (RSF).

Entre os oito dos nove Estados da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que constam desta tabela publicada anualmente, a qual não inclui São Tomé e Príncipe, Portugal é o único assinalado a verde.

Portugal subiu duas posições, para 7.º lugar, regressando assim ao grupo de oito países com uma “situação muito boa” em termos de liberdade de imprensa, do qual tinha saído no ano passado.

Timor-Leste continua o segundo entre os lusófonos, mas desceu dez lugares para o 20.º, seguido por Cabo Verde, que também desceu, para a 41.ª posição (33.ª em 2023).

O Brasil subiu 10 lugares, para 82.º, tendo sido substituído na 92.ª posição pela Guiné-Bissau, que desceu 14 posições em relação ao ano anterior.

Angola, que no ano passado foi o pior classificado dos lusófonos no mapa da liberdade de imprensa, subiu 21 posições para 104.º lugar (125.º em 2023).

Moçambique registou uma descida de três posições, ocupando agora o 105.º lugar, e a Guiné Equatorial, desceu sete lugares para a 127.ª posição.

A China, à qual pertence a região de Macau, subiu para 172.º (179.º em 2023), mas continua entre os 10 países do fundo.

A ONG denuncia ainda que, na África subsaariana, jornalistas e meios de comunicação social estão a ser sujeitos a crescente violência por parte de políticos e apoiantes durante campanhas eleitorais.

Mais de 8% dos países africanos estão agora assinalados a vermelho índice publicado pela organização não-governamental, o dobro do número registado em 2023.

A RSF salienta a Nigéria, onde cerca de 20 jornalistas foram atacados no início de 2023, apesar de o país ter subido 11 lugares para o 112.º, e Madagáscar (100.º), onde dez jornalistas foram visados durante os protestos pré-eleitorais.

Na República Democrática do Congo (123.º), a detenção do jornalista Stanis Bujakera, a aguardar julgamento devido a uma acusação forjada, é dado como um exemplo das tentativas frequentes dos políticos de intimidação da comunicação social.

Noutros casos, salientou a ONG, os políticos tentam instrumentalizar a comunicação social criando os seus próprios meios, como no Senegal (94º), na RDCongo e na Nigéria, ou, no caso do Togo, usaram os reguladores para tomar “medidas arbitrárias e desproporcionadas” contra jornalistas e empregadores.

Zimbabué (116.º lugar), Gabão (56.º) e Guiné-Conacri (78.º) subiram no Índice, mas a RSF afirma que as autoridades políticas desses países reforçaram o controlo sobre as notícias e a informação no período anterior às eleições, desligando arbitrariamente a Internet, expulsando jornalistas estrangeiros ou interferindo nas emissões de rádio e televisão.

As restrições são frequentemente alargadas a meios estrangeiros, como vários países do Sahel fizeram a meios de comunicação social estrangeiros, principalmente franceses, como a France 24, a RFI e a TV5 Monde.

O Níger (80.º lugar), Burkina Faso (86.º) e Mali (114.º) desceram no Índice em consequência das medidas adotadas pelas juntas militares que tomaram o poder através de golpes de Estado para obstruir o trabalho dos jornalistas.

No norte de África, jornalistas que criticam a manutenção do Presidente da Tunísia (118º), no poder desde 2019, foram detidos e interrogados, à semelhança do que acontecia antes da revolução de 2010/11.

A RSF elogiou melhorias na Tanzânia (97.º lugar), que subiu 46 posições, e na Mauritânia (33.º).

Marrocos (129º) registou uma subida no indicador político, mas apenas devido à ausência de novas detenções, pois a perseguição de jornalistas, nomeadamente judicial, mantém-se naquele país.

O Índice Mundial da Liberdade de Imprensa, publicado anualmente pela Repórteres sem Fronteiras, avalia as condições para o jornalismo em 180 países e territórios.

INTERNACIONAL

UNESCO: A INTELIGÊNCIA ARTIFICAL PODE “DISTORCER” A HISTÓRIA DO HOLOCAUSTO

A UNESCO, Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura alertou esta terça-feira que a evolução da inteligência artificial pode dar origem a uma nova série de informações erradas e que neguem o Holocausto.

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A UNESCO, Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura alertou esta terça-feira que a evolução da inteligência artificial pode dar origem a uma nova série de informações erradas e que neguem o Holocausto.

“Se permitirmos que os factos horríveis do Holocausto sejam diluídos, distorcidos ou falsificados através da utilização irresponsável da Inteligência Artificial, corremos o risco de uma propagação explosiva do antissemitismo e da diminuição gradual da nossa compreensão sobre as causas e as consequências dessas atrocidades”, afirmou Audrey Azoulay da UNESCO numa declaração que acompanha o relatório.

O documento publicado esta terça-feira pela UNESCO conclui que a Inteligência Artificial (IA) pode originar dados falsos e enganosos sobre o Holocausto “que se espalham na internet”, devido a falhas nos programas.

Por outro lado, a UNESCO alerta para o facto de “grupos de ódio e negacionistas do Holocausto” poderem usar intencionalmente programas de Inteligência Artificial para gerar “conteúdos que ponham falsamente em causa o assassinato de judeus e outros grupos pelos nazis” desde 1933 até ao final da Segunda Guerra Mundial em 1945.

O regime nazi alemão foi responsável pela morte de seis milhões de judeus, cidadãos de etnia cigana, prisioneiros de guerra russos, homossexuais e oposicionistas políticos, através de métodos de extermínio.

Para a agência das Nações Unidas, uma das maiores preocupações é o facto de a IA poder ser utilizada para criar os chamados “deepfakes” do Holocausto: imagens ou vídeos realistas que podem ser utilizados para sugerir que o Holocausto não aconteceu ou foi exagerado.

Segundo a UNESCO, esta situação pode levar a um maior antissemitismo e a uma falta de compreensão de um dos momentos mais dramáticos da História do século XX, a nível mundial.

O relatório refere ainda que alguns programas assistidos por IA permitem aos utilizadores interagir com figuras históricas (de forma simulada), incluindo líderes nazis como Adolf Hitler (1889-1945).

A utilização generalizada da inteligência artificial usada supostamente para ajudar na educação, na investigação e na escrita está a aumentar a probabilidade de que dados não fiáveis e “alucinações” da nova tecnologia possam provocar “mal-entendidos do público sobre o Holocausto”, mesmo que inadvertidamente.

Os programas de inteligência artificial, cuja compreensão do mundo se baseia em fontes relativamente limitadas, também podem dar respostas incompletas ou enganosas quando questionados sobre o Holocausto.

O relatório da UNESCO apela às empresas tecnológicas para que estabeleçam regras éticas para o desenvolvimento e utilização da Inteligência Artificial, de forma a reduzir as hipóteses de informação não fiável e a evitar que “maus atores” utilizem os programas informáticos para encorajar a violência e espalhar mentiras sobre o Holocausto.

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PORTUGAL ENTRE OS PAÍSES DA NATO QUE MENOS INVESTE NA DEFESA

Portugal vai ser o sétimo país da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), de um total de 32, que menos vai investir em defesa em 2024, dá conta uma estimativa feita para este ano.

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Portugal vai ser o sétimo país da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), de um total de 32, que menos vai investir em defesa em 2024, dá conta uma estimativa feita para este ano.

De acordo com um relatório da NATO sobre a despesa de cada um dos Estados-membros entre 2014 e 2024, a organização político-militar estimou que Portugal invista 1,55% este ano.

No ano passado, o Governo apontou para 1,64%, mas investiu 1,48%, de acordo com a informação disponibilizada em abril deste ano.

O executivo anterior e o que iniciou funções em abril de 2024 continuam com a previsão de atingir os 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em defesa até 2030, apesar dos sucessivos apelos feitos pelo secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, para que os Estados-membros alcancem essa meta mínima o quanto antes.

De acordo com o documento, desde 2014 que Portugal tem investido mais em defesa e nos últimos dez anos atingiu a despesa mais elevada em 2021 (1,52%), mas houve um decréscimo em 2022 (1,40%) e 2023 (1,48%).

A previsão é de que em 2024 o país invista mais do que alguma vez fez nos últimos dez anos, mas ainda abaixo dos 2% de mínimo pelo qual a Aliança Atlântica quer nivelar os Estados-membros.

A estimativa feita pela NATO aponta ainda que a Polónia deve ser o país que mais investirá em defesa este ano, com 4,12% do PIB, seguido pela Estónia (3,43%) e acima dos Estados Unidos da América (3,38%).

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