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INTERNACIONAL

QUASE 40% DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE ADMITEM PRECONCEITOS CONTRA OBESOS

Um inquérito realizado em oito países de todo o mundo indica que 38% dos profissionais de saúde reconhece ter preconceitos contra os doentes obesos e que dois terços não veem a obesidade como uma doença crónica.

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Um inquérito realizado em oito países de todo o mundo indica que 38% dos profissionais de saúde reconhece ter preconceitos contra os doentes obesos e que dois terços não veem a obesidade como uma doença crónica.

A sondagem foi realizada pela rede OPEN (Obesity Policy Engagement Network) em Espanha, Itália, Alemanha, Canadá, Austrália, Brasil, Malásia e Turquia, informou hoje a agência noticiosa espanhola EFE.

De acordo com o estudo, cerca de 23% dos profissionais de saúde considera que a obesidade resulta de más escolhas da pessoa, 15% que é uma doença temporária devido a uma multiplicidade de fatores, 14% que se trata de um processo reversível causado pelas circunstâncias envolventes (como, por exemplo, um baixo nível socioeconómico ou a falta de espaços verdes) e 9% que se deve a um mau estado de saúde geral.

A situação explica o facto de os profissionais de saúde só falarem proativamente sobre a obesidade com metade dos seus pacientes com sinais ou risco de serem obesos. Depois da conversa, 41% destas pessoas acreditam que são as responsáveis pelo seu problema, a mesma percentagem entende que se trata de uma doença e 49% têm consciência de que correm um maior risco de sofrer de outras patologias.

O trabalho da rede OPEN estima que o histórico clínico de 57% dos pacientes não apresenta a doença como crónica.

A sondagem mostra ainda que dois terços dos profissionais são de opinião que os cuidados não são bem organizados. Dos 89,5% que sabem que existem orientações clínicas, apenas 47% as consultaram e 28% consideraram-nas inadequadas.

Por outro lado, mais de 70% dos mesmos atribuem à falta de tempo e de recursos humanos a ausência de cuidados adequados da obesidade.

INTERNACIONAL

SAÚDE: TABACO VAI “MATAR” MAIS DE OITO MILHÕES DE PESSOAS POR ANO ATÉ 2030

O tabaco matará mais de oito milhões de pessoas no mundo todos os anos até 2030 se as atuais tendências se mantiverem, estimou hoje a Organização Mundial de Saúde, segundo a qual 80% das mortes ocorrerão em países pobres.

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O tabaco matará mais de oito milhões de pessoas no mundo todos os anos até 2030 se as atuais tendências se mantiverem, estimou hoje a Organização Mundial de Saúde, segundo a qual 80% das mortes ocorrerão em países pobres.

Num relatório lançado hoje, a Organização Mundial de Saúde (OMS) define o consumo de tabaco como “uma epidemia global que assola países e regiões inteiros”, causando a maior parte dos danos nos países mais vulneráveis.

“O consumo de tabaco continua a ser a principal causa global de morte evitável. Mata quase seis milhões de pessoas todos os anos devido ao cancro, doenças cardíacas, doenças respiratórias, doenças infantis e outras”, lê-se no documento, em que se assinalam também prejuízos de biliões de dólares em todo o mundo, todos os anos, relacionados com as causas do consumo.

No relatório, lançado em antecipação do Dia Mundial Sem Tabaco, 31 de maio, a OMS e a STOP, entidade fiscalizadora global da indústria do tabaco, destacam a forma como a indústria do tabaco e da nicotina concebe produtos, lança campanhas de ‘marketing’ e trabalha para moldar ambientes políticos propícios ao consumo.

“Fisgar a próxima geração: como a indústria do tabaco capta jovens clientes” é o nome do trabalho hoje apresentado em conferência de imprensa por especialistas da OMS.

Entre outros pontos, no trabalho desenvolvido foi abordado o consumo de tabaco entre milhões de adolescentes com idades entre os 13 e os 15 anos, bem como a taxa de consumo de cigarros eletrónicos, em comparação com os adultos, em vários países.

As táticas para captar jovens consumidores passam por lançar produtos com uma enorme variedade de sabores e anúncios que os peritos consideram não serem dirigidos a adultos.

A OMS exige medidas aos governos para travar o consumo, como o aumento do preço do tabaco, já que a indústria continua a lançar produtos e a preferir pagar multas.

Os Estados-membros da OMS criaram o Dia Mundial Sem Tabaco em 1987 para alertar para “a epidemia do tabaco” e para as mortes e doenças que provoca.

“Ao longo do século XXI, o consumo de tabaco poderá matar até mil milhões de pessoas, a menos que sejam tomadas medidas urgentes”, alertam os peritos no relatório.

A dependência do tabaco é projetada através de fórmulas cuidadosamente calculadas “de mais de mil produtos químicos e outros ingredientes”, sublinham os peritos, ao alertarem que o tabaco mata até metade dos consumidores regulares.

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MARINHA ACOMPANHOU PASSAGEM DE NAVIO RUSSO POR ÁGUAS PORTUGUESAS

A Marinha portuguesa concluiu nesta quarta-feira, após aproximadamente 100 horas, a monitorização e acompanhamento da passagem de um navio científico da Federação Russa por águas portuguesas, adiantou este ramo das Forças Armadas.

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A Marinha portuguesa concluiu nesta quarta-feira, após aproximadamente 100 horas, a monitorização e acompanhamento da passagem de um navio científico da Federação Russa por águas portuguesas, adiantou este ramo das Forças Armadas.

O navio científico russo entrou no limite sudoeste das águas sobre jurisdição nacional na manhã de 19 de maio, tendo efetuado todo o seu trânsito até ao limite norte, nesta quarta-feira, ao largo de Caminha, referiu a Marinha, em comunicado.

“Este tipo de navios é utilizado para recolha e aquisição de dados sobre recursos existentes nas águas e no leito marinho e servem também, em alguns casos, para identificar e mapear zonas de passagem de cabos submarinos”, realçou ainda.

A monitorização e acompanhamento, que decorreu aproximadamente durante 100 horas, foi feito através do NRP Zaire e do NRP Viana do Castelo e do Centro de Operações Marítimas.

“A Marinha, através destas ações de monitorização e vigilância, garante a defesa e segurança dos espaços marítimos sob soberania ou jurisdição nacional, na proteção dos interesses de Portugal e, simultaneamente, contribui para assegurar o cumprimento dos compromissos internacionais assumidos no quadro da Aliança”, frisou ainda este ramo das Forças Armadas.

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