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NACIONAL

RECOLHIDAS MAIS DE 2 TONELADAS DE PLÁSTICO NAS PRAIAS PORTUGUESAS

Mais de duas mil toneladas de plástico foram recolhidas em praias de todo o país durante o verão no âmbito do projeto TransforMAR, que visa a sensibilização, a reutilização, reciclagem e redução do desperdício.

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Mais de duas toneladas de plástico foram recolhidas em praias de todo o país durante o verão no âmbito do projeto TransforMAR, que visa a sensibilização, a reutilização, reciclagem e redução do desperdício.

De acordo com os resultados finais enviados hoje à Lusa, durante o projeto Transformar, que já vai na segunda edição, foram recolhidas 180 mil unidades, que correspondem a 2,6 toneladas de plástico, o dobro do registado no verão anterior (1,5 toneladas em praia).

Em praia, a recolha representou 1,7 toneladas de plástico, equivalentes a 89 mil unidades deste material, segundo os dados.

O projeto arrancou no ano passado com o objetivo de sensibilizar a sociedade para a importância da economia circular através da recuperação, reutilização, reciclagem e redução do desperdício de materiais plásticos.

A iniciativa foi realizada em 15 praias de norte a sul do país e, segundo as entidades envolvidas no projeto, “o impacto social positivo (…) levou a que algumas praias – como Leça da Palmeira, distrito do Porto, e Armação de Pera, distrito de Faro – prosseguissem com a recolha, mesmo sem a presença do contentor do TransforMAR em praia”.

Esta iniciativa é desenvolvida pelo Lidl Portugal, o Electrão, a Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), a Quercus e a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) – com o apoio institucional do Ministério do Ambiente e da Associação ambientalista Zero.

A ideia é depois transformar o plástico recolhido num benefício direto para a comunidade, como mobiliário urbano, evitando que o destino final seja o mar.

NACIONAL

TEMPO DE ESPERA PARA REDE DE CUIDADOS CONTINUADOS AUMENTOU EM 2022

O tempo entre a identificação do doente para a rede de cuidados continuados e a existência de vaga aumentou em 2022, quando mais de 90% da população residia a uma hora ou menos de um ponto da rede com internamento.

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O tempo entre a identificação do doente para a rede de cuidados continuados e a existência de vaga aumentou em 2022, quando mais de 90% da população residia a uma hora ou menos de um ponto da rede com internamento.

Segundo os dados da monitorização da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) hoje divulgados, houve uma tendência de agravamento da mediana de tempo desde a identificação do doente para a rede (referenciação) até que se encontrasse uma vaga, tanto nas Unidades de Média Duração e Reabilitação (UMDR) como nas Unidades de Longa Duração e Manutenção (ULDM), em todas as regiões.

No final de 2022, aguardavam vaga para a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) 1.562 utentes, mais 19,24% do que no ano anterior e mais 23,09% do que no final de 2020. Nas ULDM concentrava-se o maior numero de utentes à espera.

Relativamente ao ano anterior, no final de 2022 a Região de Lisboa e Vale do Tejo era a única que tinha menos utentes a aguardar vaga na RNCCI (passou de 671 para 649 pessoas), mas mesmo assim ainda era a região com mais utentes em lista de espera.

Os dados do regulador indicam ainda que, dos utentes efetivamente internados em 2022, cerca de 80% residia a 60 minutos ou menos da unidade respetiva e mais de 40% a 30 minutos ou menos.

Segundo a Monitorização sobre o acesso à Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, nas UC (Unidades de Convalescença) e nas Equipas de Cuidados Continuados Integrados (ECCI) a mediana do tempo de espera agravou-se na maioria das regiões de saúde.

A duração média do internamento excedeu a duração previsível para a tipologia respetiva, na maioria das regiões de saúde, “o que impactará no tempo de espera até obtenção de vaga”, sublinha a ERS.

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NACIONAL

GOVERNO VAI PUBLICITAR FUNDOS EUROPEUS NA IMPRENSA NACIONAL E REGIONAL

O Governo aprovou hoje um decreto-lei que introduz “um mecanismo de reforço da transparência na utilização dos fundos europeus 2021-2027”, através da publicitação dos apoios nos jornais locais ou regionais e de âmbito nacional.

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O Governo aprovou hoje um decreto-lei que introduz “um mecanismo de reforço da transparência na utilização dos fundos europeus 2021-2027”, através da publicitação dos apoios nos jornais locais ou regionais e de âmbito nacional.

O diploma foi aprovado em Conselho de Ministros e não foi detalhado na conferência de imprensa, hoje centrada na redução do IRS.

Na semana passada, durante a apresentação do programa do Governo, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, já tinha anunciado esta medida.

“Vamos reforçar a transparência na aplicação dos fundos. Publicitar os fundos nos sites dos serviços públicos, é positivo, mas não suficiente. Decidimos, por isso, tornar obrigatória a publicação na imprensa, nacional e local”, anunciou, na quinta-feira passada, dizendo que esta alteração seria já hoje aprovada.

Na mesma ocasião, Montenegro manifestou a intenção de reforçar os meios de combate à fraude e à corrupção na aplicação dos fundos europeus.

“Na primeira semana deste Governo, já está assinado o despacho conjunto que determina a abertura de concurso para reforçar em 60% o número de inspetores especializados neste combate. É preciso executar depressa, mas bem”, afirmou, então.

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