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SETÚBAL: AUTARQUIA PREPARA PRAIAS DO CONCELHO PARA A ÉPOCA BALNEAR

A Câmara de Setúbal está a proceder a operações de “limpeza aprofundada” dos areais das praias da Arrábida para a época balnear, que decorre de 10 de junho a 18 de setembro, anunciou nesta quinta-feira a autarquia.

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A Câmara de Setúbal está a proceder a operações de “limpeza aprofundada” dos areais das praias da Arrábida para a época balnear, que decorre de 10 de junho a 18 de setembro, anunciou nesta quinta-feira a autarquia.

“A preparação das zonas balneares já teve início, com uma limpeza aprofundada dos areais das praias, com recurso a um equipamento mecânico atrelado a um trator, através de um sistema de crivagem que recolhe os detritos”, é referido numa nota de imprensa do município.

Segundo a autarquia, além desta limpeza mecânica, “a executar sempre que necessário”, as equipas municipais asseguram a limpeza diária das zonas balneares do concelho, feita de forma manual, e a substituição dos sacos dos contentores de resíduos distribuídos pelos areais.

Na nota, a Câmara de Setúbal adianta ainda que as operações de limpeza abrangem também as praias da Saúde e da Gávea, que não estão classificadas como zonas balneares.

A exemplo do que tem acontecido nos últimos anos, por razões de segurança a Câmara de Setúbal mantém as restrições nos acessos às praias da Arrábida, com proibição da circulação de automóveis particulares entre a praia da Figueirinha e o Creiro, e a garantia de transportes públicos regulares para as praias, de 30 em 30 minutos, durante a época balnear.

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A frequência de algumas carreiras, com partidas de Azeitão e de diversos locais da cidade de Setúbal, poderá ser reduzida para apenas 15 minutos nos períodos entre as 7h00/9h30 e as 17h00/19h30.

As carreiras entre Setúbal e as praias da Arrábida são abrangidas pelo passe Navegante e têm a garantia de desdobramentos em caso de necessidade.

Os residentes, comerciantes e concessionários das praias podem pedir cartões de acesso para viaturas particulares, através de correio eletrónico ([email protected]) ou requerimento disponibilizado na página oficial do município na Internet.

Na sequência de um acordo com a Agência Portuguesa para o Ambiente (APA) celebrado em abril de 2017, a Câmara Municipal de Setúbal assumiu a responsabilidade pela execução de arranjos paisagísticos e de adaptação aos planos de praia ainda não concretizados nas praias situadas na zona de paisagem protegida do Parque Natural da Arrábida.

O acordo previa também a realização de ações de requalificação da margem do mar e de proteção do sistema dunar nas praias do concelho de Setúbal, no sentido de melhorar as condições de segurança, acessibilidades e fruição das praias da Arrábida, em que se incluem as praias da Figueirinha, Galapos e Portinho da Arrábida, entre outras.

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Além disso, o acordo previa a execução de arranjos paisagísticos e de adaptação aos planos de praia ainda não concretizados e as ações necessárias à implementação dos planos de intervenção de praia, decorrentes dos Planos de Ordenamento da Orla Costeira (POOC).

No âmbito de um outro protocolo celebrado com a Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra (APSS), a Câmara de Setúbal assumiu também a responsabilidade pela requalificação e gestão da Praia da Albarquel, que, entretanto, já foi requalificada e dotada de diversos equipamentos de apoio aos veraneantes.

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BISPO DO PORTO ENTREGA LISTA DE EVENTUAIS ABUSADORES À PGR E AO VATICANO

O bispo do Porto entregou à Procuradoria-Geral da República e ao Vaticano ‘toda a informação’ sobre os eventuais abusadores indicados pela Comissão Independente, foi hoje anunciado.

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O bispo do Porto entregou à Procuradoria-Geral da República e ao Vaticano “toda a informação” sobre os eventuais abusadores indicados pela Comissão Independente, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a Diocese do Porto adianta que o bispo do Porto, Manuel Linda, “fiel ao princípio da tolerância zero perante os abusos sexuais de menores”, entregou, a 10 de março, à Procuradoria-Geral da República a lista dos eventuais abusadores, “tal como a recebeu da Comissão Independente”.

A Diocese do Porto acrescenta ainda que Manuel Linda entregou “pessoalmente” a informação no Dicastério para a Doutrina da Fé [entidade da Igreja Católica juridicamente competente para tratar os casos de abusos sexuais de menores].

“O Dicastério informou que, após análise mais detalhada, transmitirá ao bispo do Porto as orientações que considerar oportunas”, acrescenta a diocese, que, assegura, “fará o que estiver ao seu alcance para dar prioridade às vítimas e para que seja erradicado este trágico fenómeno dos abusos”.

Em 16 de março, a Diocese do Porto anunciou ter afastado temporariamente três padres suspeitos de abusos sexuais de menores de toda a atividade pastoral.

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“No âmbito da investigação interna sobre os nomes constantes da lista de suspeitos fornecida pela Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais de Crianças na Igreja Católica, o bispo do Porto [Manuel Linda] decidiu afastar temporariamente três sacerdotes diocesanos de toda a atividade pastoral”, referiu, em comunicado.

A decisão foi tomada depois de, a 10 de março, a diocese anunciar ter recebido uma lista de 12 suspeitos de abusos sexuais de menores, sete dos quais são padres no ativo, prometendo suspendê-los preventivamente se “aparecerem indícios fiáveis” dos crimes.

Além destes setes padres no ativo, quatro já morreram e um já não pertence à diocese, esclareceu, na altura.

“Por informação oral do Grupo de Investigação Histórica, ficou-se a saber que as denúncias se reportam às décadas de setenta e oitenta”, referiu.

A Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais na Igreja Católica validou 512 testemunhos, apontando, por extrapolação, para pelo menos 4.815 vítimas. Vinte e cinco casos foram enviados ao Ministério Público, que abriu 15 inquéritos, dos quais nove foram arquivados.

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Os testemunhos referem-se a casos ocorridos entre 1950 e 2022, o espaço temporal abrangido pelo trabalho da comissão.

No relatório, divulgado em fevereiro, a comissão alertou que os dados recolhidos nos arquivos eclesiásticos sobre a incidência dos abusos sexuais “devem ser entendidos como a ‘ponta do iceberg’” deste fenómeno.

A comissão entregou aos bispos diocesanos listas de alegados abusadores, alguns ainda no ativo.

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LISBOA: ESTUDANTES CONTRA OS PREÇOS ‘INSUPORTÁVEIS’ DO ALOJAMENTO

Os custos de alojamento estão a tornar-se cada vez mais insuportáveis para os estudantes, alertou hoje um representante estudantil do Técnico, que denuncia condições, por vezes, indignas a que os universitários se sujeitam para estudar em Lisboa.

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Os custos de alojamento estão a tornar-se cada vez mais insuportáveis para os estudantes, alertou hoje um representante estudantil do Técnico, que denuncia condições, por vezes, indignas a que os universitários se sujeitam para estudar em Lisboa.

No Dia Nacional do Estudante, que se assina hoje, a entrada para o Instituto Superior Técnico (IST) da Universidade de Lisboa foi ocupada por dezenas de tendas vazias que representam, cada uma, as condições precárias de habitação a que milhares de estudantes estão sujeitos.

“É um dos maiores flagelos do ensino superior”, disse à Lusa o presidente da Associação de Estudantes do IST que quis destacar, de entre as diferentes dificuldades enfrentadas, o problema do alojamento estudantil.

Sublinhando o contexto específico da capital, Bernardo Santos relata que muitos colegas pagam mais de 400 euros por um quarto ou mais de 750 euros por um estúdio sem qualquer mobília. Quase como uma tenda.

De acordo com o representante estudantil, apenas 8% dos estudantes deslocados da Universidade de Lisboa tiveram acesso a cama numa residência estudantil. Os restantes “tiveram de se sujeitar a arrendamento completamente desregulado e a condições muitas vezes indignas para poder frequentar o ensino superior”.

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Mas no atual contexto de aumento da inflação e, sobretudo, do custo da habitação, muitos alunos que se aproximam mas não cumprem o limiar de elegibilidade para bolsas de estudo, acabam por desistir porque “não têm sustentabilidade financeira para conseguirem permanecer no ensino superior”.

“O arrendamento está cada vez mais insuportável”, alertou Bernardo Santos, acrescentando que o Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior, apesar de representar “uma grande conquista”, é insuficiente.

“O ensino superior não pode esperar que haja sucessivos adiamentos deste plano que é crucial para a possibilidade de estudantes frequentarem o ensino superior”, sublinhou, recordando que a meta mais recente do Governo é duplicar a oferta de camas até 2026, mas inicialmente havia o compromisso de criar 12 mil camas entre 2019 e 2022.

“Elogiamos a existência deste plano, mas o seu não cumprimento é mais um motivo para nos pronunciarmos”, referiu Bernardo Santos, lamentando que os estudantes sejam “reiteradamente desvalorizados”.

Essa desvalorização, acrescentou, está também refletida no plano “Mais Habitação” anunciado pelo Governo, em que o representante dos estudantes nota a ausência de medidas que protejam os jovens.

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