O Benfica somou a quarta derrota consecutiva na competição europeia, ao perder por 1-0 na receção ao Bayer Leverkusen. Um golo solitário do suplente Patrick Schick, aos 65 minutos, castigou uma exibição encarnada marcada pelo desperdício e pela falta de sorte, com duas bolas nos ferros da baliza alemã. A equipa de José Mourinho continua com zero pontos e vê o apuramento como uma miragem.
Depois dos desaires com o Qarabag (3-2), Chelsea (1-0) e Newcastle (2-0), os ‘encarnados’ voltaram a não conseguir pontuar. O golo solitário do avançado internacional checo Patrik Schick, aos 65 minutos, foi suficiente para ditar o resultado final no Estádio da Luz e garantir o primeiro triunfo da formação alemã nesta edição da ‘Champions’, que passa a somar cinco pontos.
Depois dos desaires com o Qarabag (3-2), Chelsea (1-0) e Newcastle (2-0), os ‘encarnados’ voltaram a não conseguir pontuar. O golo solitário do avançado internacional checo Patrik Schick, aos 65 minutos, foi suficiente para ditar o resultado final no Estádio da Luz e garantir o primeiro triunfo da formação alemã nesta edição da ‘Champions’, que passa a somar cinco pontos.
Num jogo em que era obrigatório vencer para manter viva a esperança europeia, o Benfica até assumiu o controlo e foi “dono e senhor” das oportunidades na primeira parte. O Bayer Leverkusen, capitaneado pelo regressado Alex Grimaldo – que atuou sete épocas e meia de águia ao peito –, mostrou desde cedo que vinha à Luz jogar no erro adversário.
Apesar de um susto inicial de Ibrahim Maza (4′), a resposta encarnada foi robusta. Lukebakio, aos 11 minutos, fez o primeiro aviso sério, com um remate potente a embater no ‘ferro’ da baliza de Flekken. O domínio da equipa de Mourinho, bem orquestrada por Richard Ríos, continuou e, aos 33 minutos, foi a vez de Otamendi, de cabeça, acertar novamente na trave.
O Leverkusen, que até então só tinha empatado na prova, limitava-se a defender e a explorar raras transições, como uma incursão de Poku que saiu ao lado da baliza de Trubin.
O castigo na segunda parte:
Na segunda metade, a tendência manteve-se, com Pavlidis a dispor de duas boas ocasiões logo nos minutos iniciais (46′ e 51′). O Benfica procurava o golo, mas foi o técnico do Leverkusen, Kasper Hjulmand, a mexer de forma decisiva, lançando os atacantes Tillman e Schick.
O jogo mudou aos 65 minutos. Na sequência de um remate do próprio Schick, Trubin fez uma defesa incompleta; a bola sobrou para Dahl que, na tentativa de aliviar de cabeça, acabou por “servir” o avançado checo, que não perdoou à segunda.
Antes do golo, os encarnados ainda protestaram uma eventual grande penalidade sobre Leandro Barreiro, derrubado por Tapsoba na área, mas o árbitro italiano Simone Sozza mandou seguir.
Desespero final foi insuficiente:
A perder, Mourinho arriscou tudo, lançando Dedic, Prestianni e Schjelderup, mas a equipa sentiu a ansiedade do cronómetro. O Leverkusen aproveitou para quebrar o ritmo, com os seus jogadores a ficarem caídos no relvado a cada disputa de bola.
A oportunidade de ouro para o empate surgiu já em tempo de compensação, aos 90+6 minutos. Lukebakio, no entanto, já muito desgastado, não teve o discernimento necessário na cara de Flekken e permitiu a defesa ao guardião alemão, selando a quarta derrota benfiquista.
Com este resultado, o Bayer Leverkusen soma cinco pontos e entra na zona de play-off. O Benfica continua a zeros e só não é o “lanterna-vermelha” do grupo porque o Ajax, próximo adversário, tem um saldo de golos desastroso (um marcado e 14 sofridos). O próximo adversário é precisamente a equipa de Amesterdão, no próximo dia 25 de novembro, num jogo que ditará qual das duas equipas fica em último lugar.
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