O movimento “Unidos pelo Boavista” entregou esta quinta-feira um requerimento com 270 assinaturas a solicitar a convocação de uma Assembleia Geral extraordinária para destituir a atual Direção.
O grupo fundamenta o pedido na “impossibilidade superveniente” do exercício de funções dos órgãos sociais, após a Administradora de Insolvência ter cessado a colaboração com a estrutura diretiva na gestão do clube em fevereiro passado.
Os subscritores propõem a nomeação de uma Comissão Administrativa transitória que assegure a gestão corrente e represente institucionalmente o Boavista junto dos credores e do tribunal, visando a viabilização da instituição.
A iniciativa surge num cenário crítico para o emblema do Bessa, que enfrenta dívidas superiores a 150 milhões de euros e o leilão iminente do estádio e do complexo desportivo por 38 milhões de euros. A Direção de Rui Garrido Pereira manifestou surpresa perante o avanço do leilão, garantindo estar a negociar soluções para travar a venda do património.
Também a claque Panteras Negras e a SAD liderada por Fary Faye anunciaram estar a acompanhar a situação para evitar o que classificam como um desfecho catastrófico.
