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TAÇA DE PORTUGAL: AMORIM CONSIDERA QUE “O IMPORTANTE É CHEGAR À FINAL”

O treinador do Sporting admitiu hoje que é bom entrar com uma vantagem de 2-1 no jogo da segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal de futebol com o Benfica, mas defendeu que importante é chegar à final.

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O treinador do Sporting admitiu hoje que é bom entrar com uma vantagem de 2-1 no jogo da segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal de futebol com o Benfica, mas defendeu que importante é chegar à final.

“Obviamente que é uma vantagem. Por isso é que gostamos de levar vantagem para o segundo jogo, seja fora ou em casa. Temos um golo de vantagem numa eliminatória de dois jogos e isso permite-nos estar sempre dentro do jogo”, disse Rúben Amorim na conferência de imprensa de antevisão do jogo com o Benfica, que se realiza terça-feira no estádio da Luz.

O treinador do Sporting não quis revelar quem serão os laterais da equipa no onze inicial, mas garantiu que dois de três médios do Sporting – Morita, Hjulmand e Daniel Bragança – serão titulares e que Pedro Gonçalves, a recuperar de lesão, não faz parte dos convocados.

Sobre a equipa do Benfica, Rúben Amorim não espera grandes mudanças, mas garante que o Sporting vai tentar ter a iniciativa de jogo e impedir o adversário de jogar perto da baliza de Franco Israel.

“Não somos equipa para dar mais iniciativa ao adversário. Somos um clube grande que tem de perceber o momento do jogo. Não sabemos jogar de outra forma. Acho que este ano tivemos mais dificuldade a defender em bloco baixo do que em pressão alta. Temos mais dificuldades se deixarmos Di Maria, Rafa, João Mário ou Neres perto da baliza e com tempo para pensar”, disse.

O técnico dos ‘leões’ elogiou ainda Rafa, considerando que tem sido um jogador determinante.

“A grande mais-valia do Benfica é quando encosta os adversários. São muito bons jogadores perto da baliza. Temos que fazer o contrário, empurrando-os para trás e defender o mais alto possível, salvaguardando também roturas de Neres e, principalmente, do Rafa”, acrescentou.

Questionado sobre a nomeação do árbitro João Pinheiro para o jogo com o Benfica, Rúben Amorim afirmou-se confiante de que não será pela arbitragem que o resultado do jogo será diferente.

“É o árbitro que foi escolhido. É seguir em frente. Não será por isso que o resultado vai ser diferente”, disse.

Quanto ao alegado interesse do Liverpool em o contratar, e ao facto de já ser apelidado em Inglaterra de ‘Special One 2’, Rúben Amorim recordou o seu passado recente e recusou qualquer comparação.

“Não tenho ilusões sobre isso. Temos que provar no nosso dia-a-dia. Lembro-me de estar aqui no ano passado com toda a gente a especular se eu ia ficar ou sair. É viver isto no dia a dia. E não há comparação entre o grande José Mourinho e o treinador do Sporting”, frisou.

O jogo entre o Benfica e o Sporting, equipas separadas no campeonato por um ponto, com vantagem para os ‘leões’, que lideram com menos um jogo, está agendado para terça-feira, às 20:30, no estádio da Luz, com arbitragem de João Pinheiro, da associação de Braga, e vai definir o primeiro finalista da Taça de Portugal.

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EURO 2024: ESPANHA VENCE INGLATERRA (2-1) E CONQUISTA O “TETRA”

A Espanha tornou-se hoje a primeira seleção a chegar aos quatro títulos de campeã da Europa de futebol, ao bater a Inglaterra, que continua em ‘branco’, por 2-1, na final da 17.ª edição, no Estádio Olímpico de Berlim.

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A Espanha tornou-se hoje a primeira seleção a chegar aos quatro títulos de campeã da Europa de futebol, ao bater a Inglaterra, que continua em ‘branco’, por 2-1, na final da 17.ª edição, no Estádio Olímpico de Berlim.

Nico Williams, aos 47 minutos, e Mikel Oyarzabal aos 86, marcaram os golos da ‘Roja’, que repetiu os cetros de 1964, 2008 e 2012, enquanto Cole Palmer apontou, aos 73, o tento dos ingleses.

A formação espanhola, que também conta no seu palmarés o Mundial de 2010, isolou-se na liderança do ranking, deixando para trás a tricampeã Alemanha (1972, 1980 e 1996), enquanto a Inglaterra perdeu a segunda final consecutiva, três anos depois.

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EURO 2024: ESPANHA E INGLATERRA NA GRANDE FINAL DE DOMINGO

A Espanha vai tentar provar, uma última vez, que é a melhor equipa do Euro20024 de futebol, frente a um conjunto de craques apostados em evitar que a Inglaterra perca uma segunda final consecutiva, no domingo, em Berlim.

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A Espanha vai tentar provar, uma última vez, que é a melhor equipa do Euro20024 de futebol, frente a um conjunto de craques apostados em evitar que a Inglaterra perca uma segunda final consecutiva, no domingo, em Berlim.

Vencedora já de um recorde de seis jogos, a “Roja” chega à capital alemã como a equipa que transporta o futebol bonito, a estética, e tem provado, jogo a jogo, que é possível ganhar pela positiva, sendo considerada favorita a inédito quarto título, apesar de do outro lado estarem Bellingham, Kane, Foden ou Saka.

Precisamente na casa da outra tricampeã continental, a Espanha pode fazer história e tornar-se a primeira a chegar ao “tetra”, repetindo 1964, 2008 e 2012, sendo Jesús Navas, agora como então suplente, o único sobrevivente de há 12 anos.

Se triunfar, ganhará a equipa que, desde o dia 1, encantou, pela qualidade do seu futebol, manifestada em todos os jogos, mesmo quando Luis de la Fuente mudou toda a equipa no fecho da fase de grupos (1-0 à Albânia, após 3-0 à Croácia e 1-0 à Itália).

A Espanha não teve, porém, vida fácil, sobretudo a eliminar, sendo que esteve a perder com a Geórgia (4-1), nos “oitavos”, só se desembaraçou da Alemanha (2-1) aos 119 minutos, nos “quartos”, e, nas “meias”, voltou a estar em desvantagem, com a França (2-1).

Mas, nos seis jogos, os espanhóis nunca perderam a compostura, nunca duvidaram, nunca abdicaram de uma certa maneira de jogar que apaixonou, culpa também dos “miúdos” Lamine Yamal, que cumpre no sábado 17 anos, e Nico Williams, de 21.

Depois, há também Rodri, Fabián Ruiz, Dani Olmo, que, na peugada de Busquets, Xavi e Iniesta, não deixam a Espanha jogar mal, numa equipa que, na máxima força, também poderia ter na final Rodri e Gavi, ambos lesionados, o primeiro nos ‘quartos’.

Atrás, o guarda-redes Unai Simón, mesmo não escapando a alguns lapsos, também dá garantias, enquanto Carvajal, Le Normand, Nacho, Laporte e Cucurella conferem experiência.

O capitão é Álvaro Morata, um ponta de lança que é sempre um perigo e ainda há Merino, o do grande golo à Alemanha, Oyarzabal, Grimaldo ou Ferran Torres, todos sempre prontos a conferir qualidade ao jogo espanhol.

Ainda falta, porém, uma última batalha, frente a uma Inglaterra que terá sido uma das equipas mais criticadas durante a competição, face a um futebol que adormeceu mais do que encantou em muitos momentos.

Ingleses de duas faces

Os ingleses começaram com um triunfo (1-0 à Sérvia) e prosseguiram com duas igualdades (1-1 com a Dinamarca e 0-0 com a Eslovénia), que fizeram “disparar os alarmes”.

A formação dos “três leões” entrou para o “mata mata” repleta de pontos de interrogação e confirmou-os nos “oitavos”, em que, perante a Eslováquia, esteve em desvantagem desde os 25 minutos e até quase ao final dos descontos.

Quando o adeus parecia certo, uma “bicicleta” de Jude Bellingham, aos 90+5 minutos, num dos momentos mais belos do Euro2024, a par do golo de Yamal à França, salvou o conjunto de Gareth Southgate, depois apurado com um tento de Harry Kane (91).

Também num jogo em que esteve a perder, a Inglaterra precisou dos penáltis para afastar a Suíça (5-3, após 1-1), na redenção de Saka, nos “quartos”, e, nas “meias”, bateu os Países Baixos (2-1) com nova reviravolta, concretizada nos descontos, pelo suplente Ollie Watkins.

Foi complicado, sofrido, o futebol chegou a ser “sonolento”, mas a Inglaterra está de novo a um triunfo do segundo grande título, para juntar ao Mundial de 1966, arrebatado em casa.

Três anos depois, Pickford, Walker, Stones, Trippier, Shaw, Rice, Saka, e Kane podem repetir a presença na final, sendo que, para o capitão Kane, é mais uma oportunidade para, aos 30 anos, conquistar, finalmente, o primeiro título coletivo da carreira.

Espanha e Inglaterra disputam no domingo, pelas 20h00 em Lisboa, a final Euro2024, em Berlim, com arbitragem do francês François Letexier, de 35 anos, o mais jovem árbitro a ajuizar o jogo decisivo da prova.

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