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VILA REAL: PRISÃO PREVENTIVA PARA MULHER SUSPEITA DE ATEAR FOGO

A PJ, através da Unidade Local de Investigação Criminal de Vila Real, deteve a mulher, sem ocupação laboral, por estar “fortemente indiciada pela prática do crime de incêndio florestal” numa localidade deste concelho transmontano.

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A PJ, através da Unidade Local de Investigação Criminal de Vila Real, deteve a mulher, sem ocupação laboral, por estar “fortemente indiciada pela prática do crime de incêndio florestal” numa localidade deste concelho transmontano.

O incêndio, segundo explicou a Judiciária em comunicado, ocorreu na sexta-feira e consumiu “área de mancha florestal, constituída, maioritariamente, por mato”.

A PJ referiu que o “foco de incêndio colocou em perigo uma mancha florestal, constituída por mato e povoamento de pinheiro bravo, castanheiros e área agrícola, bem como várias habitações, de valor consideravelmente elevado, que apenas não foram consumidas devido à rápida intervenção dos bombeiros e de um meio aéreo”.

A arguida já tinha sido identificada pela GNR na sexta-feira.

O comando territorial de Vila Real explicou, em comunicado, que recebeu uma denúncia de que uma suspeita estaria a atear um incêndio, numa zona de mato, “com um saco de papel e pinhas”.

Na sequência da denúncia, os militares do Núcleo de Proteção Ambiental de Vila Real deslocaram-se ao local e, segundo a fonte, conseguiram “constatar que o referido incêndio teve início no local em que a suspeita se encontrava, tendo consumido uma área de mato de 60 metros quadrados”.

A GNR referiu que a suspeita acabou por ser identificada pelos militares, após ter sido “impedida de abandonar o local pelos populares da localidade”.

Na sequência das diligências, a Guarda apurou ainda que a suspeita “estaria indiciada em três outros pequenos focos de incêndios florestais, ocorridos no dia 18 de setembro”.

Os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Vila Real e a mulher acabou por ser detida pela PJ.

A suspeita foi presente na terça-feira a primeiro interrogatório judicial, no Tribunal de Vila Real, que lhe decretou a medida de coação mais grave, a prisão preventiva.

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CARRAZEDA DE ANSIÃES: HOMEM CONSTITUÍDO ARGUIDO POR PROVOCAR INCÊNDIO

A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

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A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

O caso remonta a 16 deste mês, no distrito de Bragança. A investigação conduzida pela GNR permitiu perceber que a ignição aconteceu durante a realização de atividades agrícolas com uma motorroçadora, de forma negligente, num terreno junto a uma mancha florestal.

A GNR conseguiu identificar o responsável pelos trabalhos que estavam em curso, onde não foram mantidos os cuidados necessários de vigilância. Os factos foram remetidos para o tribunal de Vila Flor.

A Guarda relembrou que a Linha SOS Ambiente e Território – 808 200 520 – funciona em permanência, para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.

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COIMBRA: RECLUSOS VÃO TRABALHAR PARA AJUDAR OS SERVIÇOS AUTÁRQUICOS

A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

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A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

O protocolo de colaboração foi hoje aprovado por unanimidade na reunião do executivo camarário, perspetivando a integração laboral de reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra em várias unidades orgânicas da autarquia.

“A Câmara de Coimbra pretende contribuir, assim, para a ressocialização e para a promoção da reinserção social, familiar e profissional desses reclusos, com vista à sua autonomização progressiva”, salientou o município.

O protocolo prevê que os presos possam trabalhar em tarefas como limpeza de matas e caminhos florestais, jardinagem e manutenção de espaços verdes, limpeza urbana, recolha de resíduos urbanos e obras de reparação e manutenção de edifícios, entre outras.

“Poderão, ainda, ser acrescentadas outras áreas de intervenção, consideradas necessárias e oportunas pela autarquia e passíveis de resposta pelos reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra”, acrescentou a autarquia.

Os trabalhos irão ocorrer em locais definidos pelos serviços municipais e dentro de um horário estabelecido.

Segundo o município, os presos terão direito a receber da autarquia “uma bolsa de ocupação mensal de montante igual ao valor do Indexante dos Apoios Sociais [cerca de 500 euros] e um subsídio de alimentação referente a cada dia de atividade, de valor correspondente ao atribuído à generalidade dos trabalhadores que exerçam funções públicas”.

O protocolo prevê ainda que os participantes possam integrar ações de formação.

Os reclusos que poderão trabalhar na autarquia serão selecionados pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.

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