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NACIONAL

VIOLÊNCIA CONTRA PROFISSIONAIS DA SAÚDE AUMENTOU 70% EM 2022 – PSP

As situações de violência contra profissionais de saúde aumentaram 70% em 2022 face a 2021, tendo a PSP registado 1.632 ocorrências, indicou esta quinta-feira aquela polícia, quando se assinala o primeiro aniversário do Programa Saúde em Segurança.

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As situações de violência contra profissionais de saúde aumentaram 70% em 2022 face a 2021, tendo a PSP registado 1.632 ocorrências, indicou esta quinta-feira aquela polícia, quando se assinala o primeiro aniversário do Programa Saúde em Segurança.

Em comunicado, a Polícia de Segurança Pública refere que em 2022 se registaram mais 671 ocorrências de violência contra profissionais de saúde do que em 2021.

Segundo a PSP, a violência psicológica representa o principal tipo de violência, ao estar presente em 69% das ocorrências, seguindo do assédio moral (13% das situações), violência física (10%) e a violência contra o património dos profissionais ou das instituições (7%).

A PSP sublinha que este aumento do número de registos é “o reflexo do trabalho que tem vindo a ser feito junto das instituições, quer na sensibilização para o reporte das situações de violência, quer na implementação de circuitos de registo destas ocorrências”.

A polícia salienta que algumas instituições onde apenas existiam registos esporádicos por parte dos profissionais passaram a registar de forma regular todos os episódios na plataforma dedicada da Direção-Geral da Saúde.

Os dados da PSP foram divulgados por ocasião do primeiro aniversário do Programa Saúde em Segurança, que se assinala na sexta-feira, uma iniciativa de policiamento de proximidade orientado para o setor da saúde e cuja criação foi preconizada no Plano de Ação para a Prevenção da Violência no Setor da Saúde.

Este programa, de acordo com a PSP, tem como objetivos “prevenir e monitorizar a ocorrência de episódios de violência no Sistema Nacional de Saúde (SNS), promover uma cultura de segurança no SNS, fomentar a criação de parcerias ao nível regional e local, promover formação para polícias, bem como para profissionais de saúde e incrementar a visibilidade policial junto dos centros hospitalares”.

Cerca de 80% das unidades hospitalares e centros médicos pertencentes à estrutura do SNS encontram-se na área de responsabilidade da PSP.

“A ação policial junto dos centros hospitalares, inserida num contexto preventivo, é efetivada quer através da realização de ações de sensibilização aos profissionais de saúde — onde são dados vários conselhos de segurança que devem ser tidos em conta aquando do atendimento presencial e das visitas ao domicílio pelos profissionais de saúde — quer através do reforço da visibilidade policial junto das unidades hospitalares”, refere ainda aquela força de segurança.

Para assinalar o primeiro ano deste programa será realizado um fórum online, no dia 17 de março, destinado aos pontos focais da PSP e do SNS com o objetivo de efetuar um balanço das iniciativas realizadas ao longo deste primeiro ano de programa, bem como debater e definir agenda para o ano de 2023.

NACIONAL

MULTAS DOS RADARES DE CONTROLO DE VELOCIDADE AUMENTAM 40%

As multas por excesso de velocidade resultantes da fiscalização por radares geridos pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) aumentaram cerca de 40% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2023, totalizando 128.966, foi hoje divulgado.

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As multas por excesso de velocidade resultantes da fiscalização por radares geridos pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) aumentaram cerca de 40% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2023, totalizando 128.966, foi hoje divulgado.

Segundo o relatório da ANSR de sinistralidade a 24 horas e fiscalização rodoviária de março de 2024, o número de condutores fiscalizados no sistema de radares da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária aumentou 96,3%, entre janeiro e março, face a período idêntico de 2023.

O relatório dá conta que nos três primeiros meses do ano, foram fiscalizadas 59.805.829 passagens pelos radares do Sistema Nacional de Controlo de Velocidade (Sincro), enquanto em igual período do ano de 2023 foram 30.471.242.

“De janeiro a março de 2024, foram fiscalizados 62,2 milhões de veículos, quer presencialmente, quer através de meios de fiscalização automática, tendo-se verificado um aumento de 85,9% em relação ao período homólogo de 2023. O Sincro gerido pela ANSR registou um aumento de 96,3%, em contraste com a PSP e a GNR que registaram diminuições de 27,8% e 15,5%, respetivamente”, refere o documento.

O relatório frisa também que o sistema de radares da responsabilidade da ANSR assegurou 96,1% da fiscalização total nos três primeiros meses de 2024, enquanto no período homólogo do ano anterior tinha sido 91%.

Também as multas que resultaram da fiscalização dos radares do Sincro aumentaram 40%, passando de 91.601 no primeiro trimestre de 2023 para 128.986 no mesmo período deste ano.

Dos 62,2 milhões de veículos fiscalizados foram detetadas 213,8 mil infrações, o que representa uma diminuição de 6,8% face ao período homólogo do ano anterior, sendo apenas os radares da ANSR que registaram um aumento nesse período.

À exceção da velocidade, todas as outras infrações diminuíram no primeiro trimestre do ano, destacando-se as contraordenações relativas ao cinto de segurança (-59%), utilização do telemóvel (-48%), e condução sob efeito do álcool (-33,8%).

O relatório avança igualmente que a criminalidade rodoviária, medida em número total de detenções, diminuiu 46,2% por comparação ao período homólogo de 2023, atingindo 5,1 mil condutores. Do total, mais de metade deveu-se à condução sob o efeito do álcool (-42,2%), seguindo-se um terço por falta de habilitação legal para conduzir (-52,2%).

Até março de 2024, cerca de 689 mil condutores perderam pontos na carta de condução.

Desde junho de 2016, data de entrada em vigor sistema de carta por pontos, 3.012 condutores ficaram com o seu título de condução cassado, indica ainda a ANSR.

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NACIONAL

MORTALIDADE EM PORTUGAL AUMENTOU NOS SEIS PRIMEIROS MESES DO ANO

Portugal registou 61.577 mortes nos primeiros seis meses do ano, mais 886 (1,5%) do que no mesmo período de 2023, revelam dados preliminares do Instituto Nacional de Estatística (INE) hoje divulgados.

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Portugal registou 61.577 mortes nos primeiros seis meses do ano, mais 886 (1,5%) do que no mesmo período de 2023, revelam dados preliminares do Instituto Nacional de Estatística (INE) hoje divulgados.

As “Estatísticas Vitais — Dados Mensais” do INE apresenta dados preliminares relativos ao número de óbitos até junho deste ano, e ao número de nados-vivos e casamentos até maio de 2024 ocorridos em todo o país.

Em junho, ocorreram 9.174 óbitos, menos 418 (4,4%) do que no mês anterior, mas mais 338 (3,8%) do que em junho de 2023.

O INE assinala que o número de óbitos devido a covid-19 aumentou para 276, mais 216 face a maio de 2024, representando 3% do total de mortes.

Os dados apontam também uma diminuição do número de nascimentos nos primeiros cincos meses do ano, totalizando 33.976, menos 467 (1,4%) do que o valor verificado no período homólogo de 2023.

Em maio, foram registados 7.028 nados-vivos, o que corresponde a um aumento de 3,1% (mais 211) em relação a abril de 2024, mas a um decréscimo de 4% (menos 294) relativamente ao mês homólogo de 2023.

Segundo os dados do INE, o saldo natural, calculado com base no número de nados-vivos e no número de óbitos, agravou-se nos primeiros cinco meses deste ano.

“O valor acumulado do saldo natural foi -18.309, agravando-se em relação ao valor observado no mesmo período de 2023 (-17.300)”, realça.

No mês de maio, o saldo natural registou o valor de menos 2.540, desagravando-se, ligeiramente, relativamente ao de abril de 2024 (-2.710), mas agravando-se em relação ao do mês homólogo de 2023 (-1.891).

Quanto ao número de casamentos celebrados em Portugal, as estatísticas revelam uma diminuição nos primeiros cinco meses do ano, período em que foram realizados 10.796, menos 292 (2,6%) do que no mesmo período de 2023.

Em maio de 2024, celebraram-se 3.597 casamentos, mais 1.310 (57,3%) face ao registado no mês anterior e mais 15 (0,4%) do que em maio de 2023.

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