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ECONOMIA & FINANÇAS

WEB SUMMIT: MAIS DE 55 MIL COMPRAS EM TRÊS DIAS – SIBS

Os participantes na Web Summit realizaram hoje mais de 13 mil compras no recinto, o que, somado aos dois dias anteriores faz com que o número de compras tenha superado as 55 mil, indicam os dados divulgados pela SIBS.

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WEB SUMMIT: MAIS DE 55 MIL 'COMPRAS' EM TRÊS DIAS - SIBS

Os participantes na Web Summit realizaram hoje mais de 13 mil compras no recinto, o que, somado aos dois dias anteriores faz com que o número de compras tenha superado as 55 mil, indicam os dados divulgados pela SIBS.

Ao longo destes três dias, o número de compras no recinto foi variando assim como o valor médio por pagamento com cartão ou aplicações móveis. Durante o dia de hoje, o último da Web Summit, o número de compras no recinto totalizou 13.367, com um valor médio de 13 euros, segundo a gestora da rede multibanco – SIBS.

De acordo com a informação divulgada hoje, os participantes estrangeiros foram responsáveis por 72,2% dos pagamentos e, entre estes, os britânicos voltaram a ser os que realizaram mais operações, representando 17,1%, seguindo-se os alemães, com 7,8%, e os holandeses, com 6,2%.

O consumo médio diário foi de 13 euros e a hora de pico das transações ocorreu às 13:25, adianta ainda a SIBS.

Na quarta-feira os participantes na Web Summit realizaram 19,63 mil compras no recinto e gastaram em média 13,7 euros por pagamento com cartão ou aplicações móveis, sendo que no dia anterior, os dados da SIBS indicavam terem sido feitas quase 22 mil compras no recinto e gastos em média 14 euros por pagamento.

No dia 17 de setembro foi anunciado um acordo entre a Web Summit e a SIBS, para permitir que os pagamentos realizados em todo o evento, que decorre entre os dias 04 e 07 de novembro em Lisboa, sejam feitos por via eletrónica.

ECONOMIA & FINANÇAS

MARCELO PROMULGA DIPLOMA DE RECUPERAÇÃO DO TEMPO DE SERVIÇO DOCENTE

O Presidente da República promulgou hoje o diploma que estabelece o regime de recuperação do tempo de serviço congelado aos professores, anunciou a Presidência da República.

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O Presidente da República promulgou hoje o diploma que estabelece o regime de recuperação do tempo de serviço congelado aos professores, anunciou a Presidência da República.

“O Presidente da República promulgou o diploma que estabelece um regime especial de recuperação do tempo de serviço dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário”, anuncia o ‘site’ da Presidência da República Portuguesa.

A recuperação do tempo de serviço congelado aos professores durante a ‘Troika’ foi um dos principais motivos dos protestos e greves que decorreram no final do anterior Governo, tendo a atual equipa governativa chegado a acordo com a maioria dos sindicatos do setor para uma recuperação faseada do tempo ainda devido.

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CERTIFICADOS DE AFORRO PERDEM 110,9 MILHÕES DE EUROS DESDE OUTUBRO

O valor total aplicado em certificados de aforro (CA) manteve em junho a tendência de queda, tendo perdido 110,9 milhões de euros desde outubro, segundo mostram os dados do Banco de Portugal (BdP).

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O valor total aplicado em certificados de aforro (CA) manteve em junho a tendência de queda, tendo perdido 110,9 milhões de euros desde outubro, segundo mostram os dados do Banco de Portugal (BdP).

De acordo com os dados divulgados hoje pelo supervisor da banca, no final de junho estavam aplicados em certificados de aforro 33.960,6 milhões de euros. O valor traduz uma queda de cerca de três milhões de euros face a maio e confirma a trajetória de queda que começou a observar-se a partir de outubro do ano passado, mês em que os CA atingiram um ‘pico’ de 34.071,5 milhões de euros.

Neste espaço de oito meses, a diferença entre novas aplicações (emissões) em CA e a retirada de dinheiro aplicado nestes títulos de dívida pública (reembolsos), traduziu-se num saldo negativo de quase 111 milhões de euros.

Depois de vários meses a registarem uma forte procura, que começou a mostrar-se de forma mais evidente a partir de meados de 2022 devido à subida das euribor, os certificados de aforro começaram a perder o interesse dos aforradores, após o Governo anterior ter decidido encerrar a série em negociação (a ‘série E’) e ter lançado uma nova (a ‘série F’), remunerada com uma taxa de juro mais baixa.

Segundo os dados, entretanto, também divulgados pela Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), durante o mês de junho foram aplicados 230 milhões de euros em CA e retirados 233 milhões de euros, resultando na diminuição de três milhões de euros no saldo global.

Já no que diz respeito aos certificados do tesouro (CT) – outro dos títulos de dívida pública que os aforradores particulares podem subscrever aos balcões dos CTT – o saldo global registado em junho era de 10.324,88 milhões de euros, menos 66,38 milhões de euros do que no mês anterior, segundo a informação divulgada pelo BdP.

Os dados do IGCP, por seu lado, mostram que durante o mês de junho os aforradores retiraram 70 milhões de euros dos CT, enquanto as novas entradas de dinheiro rondaram os quatro milhões de euros.

Os CT atingiram 17.865,38 milhões de euros em outubro de 2021, o valor mais elevado desde que este produto foi lançado. De então para cá, a tendência tem sido de queda.

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