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007 NO GUINESS

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Daniel Craig e Léa Seydoux juntaram-se à produtora Barbara Broccoli para receber o prémio do recorde que vai entrar no Guinness World Records.

“007 Spectre” acaba de bater um novo recorde.

O 24º filme da saga James Bond entrou para o Guinness World Records (anteriormente conhecido por Livro de Recordes do Guinness) com a maior explosão num filme.

O recorde já só irá entrar na edição de 2017 do livro do Guinness World Records, visto que a edição de 2016 já está à venda.

Os atores Daniel Craig e Léa Seydoux, que aparecem nessa cena, juntaram-se à produtora Barbara Broccoli para receber da organização o prémio em representação do detentor oficial, Chris Corbould, supervisor de efeitos especiais.

O britânico já ganhou um Óscar pelos Efeitos Visuais de “A Origem”, de Christopher Nolan, em 2010.

A explosão foi filmada no dia 29 de junho em Erfoud, Marrocos, para uma das cenas essenciais do filme. Foram utilizados 8410 litros de combustível e 33 quilos de explosivos.

 Os produtores Michael G. Wilson e Barbara Broccoli, comentaram que era “absolutamente espantoso que o Guinness World Records tenha reconhecido o trabalho incrível de Chris Corbould em ‘007 Spectre’, no qual ele criou a maior explosão de sempre na história do cinema.”

 O editor chefe do Guinness World Records, Craig Glenday acrescentou que “Os filmes de James Bond são sinónimo de ir para além das fronteiras cinematográficas. O mais recente filme, ‘007 Spectre’, mais uma vez capturou o imaginário das audiências globais e para isto terão certamente contribuído fantásticos efeitos como este. A cena que conta com a maior explosão alguma vez registada num filme é espetacular e irá ficar na memória de todos como um dos momentos mais marcantes do franchise de James Bond.”

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CIÊNCIA & TECNOLOGIA

MICROSOFT: FALHA INFORMÁTICA GLOBAL AFETOU “APENAS” 8,5 MILHÕES DE COMPUTADORES

A falha informática global ocorrida na sexta-feira nos sistemas operativos Windows da Microsoft afetou cerca de 8,5 milhões de computadores, revelou hoje a empresa.

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A falha informática global ocorrida na sexta-feira nos sistemas operativos Windows da Microsoft afetou cerca de 8,5 milhões de computadores, revelou hoje a empresa.

Esta é apenas uma estimativa da Microsoft, referindo que o problema informático afetou “menos de 1% de todas as máquinas Windows”, segundo um balanço divulgado pela empresa.

“Embora a percentagem seja pequena, os relevantes impactos económicos e sociais verificados refletem a utilização do ‘CrowdStrike’ por empresas que gerem muitos serviços críticos”, explicou a Microsoft.

Na origem da falha informática, que teve impacto nos serviços de transportes, nomeadamente aeroportos, nos media ou nos mercados financeiros, esteve uma atualização defeituosa nos sistemas operativos Windows da Microsoft, provocada por uma solução informática do grupo norte-americano de cibersegurança CrowdStrike.

Na sexta-feira, o presidente-executivo da Crowdstrike, George Kurtz, pediu publicamente desculpas “a todas as organizações, grupos e indivíduos que foram afetados”.

Do lado da Microsoft, o vice-presidente do grupo empresarial, David Weston, disse que o incidente “estava fora do controle da Microsoft” e que foram mobilizados centenas de engenheiros e especialistas para ajudar as organizações afetadas.

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INTERNACIONAL

TRUMP PROMETE A ZELENSKY “ACABAR COM A GUERRA NA UCRÂNIA” SE FOR PRESIDENTE

O ex-presidente norte-americano Donald Trump disse na sexta-feira que falou ao telefone com o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, e que lhe prometeu “acabar com a guerra” entre Ucrânia e Rússia se regressar à Casa Branca.

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O ex-presidente norte-americano Donald Trump disse na sexta-feira que falou ao telefone com o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, e que lhe prometeu “acabar com a guerra” entre Ucrânia e Rússia se regressar à Casa Branca.

Trump afirma frequentemente que seria capaz de colocar um termo ao conflito na Ucrânia, muito rapidamente, se regressar ao poder após as presidenciais de novembro, mas sem explicar como o faria.

Os seus frequentes elogios ao presidente russo, Vladimir Putin, bem como as suas críticas a outros países membros da NATO, causam preocupações entre os aliados ocidentais da Ucrânia.

Os Estados Unidos, sob a presidência de Joe Biden, são o maior doador de ajuda militar a Kiev e uma vitória de Donald Trump poderia colocar em risco qualquer ajuda e enfraquecer a posição ucraniana no campo de batalha.

Volodymyr Zelensky confirmou o telefonema, durante o qual felicitou o multimilionário pela sua investidura oficial como candidato republicado à presidência dos Estados Unidos.

“Frisei o apoio vital de ambos os partidos e de ambas as câmaras do Congresso norte-americano para proteger a liberdade e a independência da nossa nação. Acordámos com o presidente Trump discutir, numa reunião presencial, as medidas a tomar para uma paz justa e duradoura”, escreveu o presidente ucraniano no X.

Zelensky condenou ainda a tentativa “chocante” de assassinato que teve Donald Trump como alvo, no sábado, na Pensilvânia.

A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada a 24 de fevereiro de 2022, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Os últimos meses foram marcados por ataques aéreos em grande escala da Rússia contra cidades e infraestruturas ucranianas, ao passo que as forças de Kiev têm visado alvos em território russo próximos da fronteira e na península da Crimeia, anexada em 2014.

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