O PS destacou hoje o Orçamento do Estado (OE) para 2017 como documento de “credibilidade, rigor, responsabilidade e mais Estado nos serviços públicos e na proteção social”, ao contrário das “escolhas” que PSD e CDS-PP fariam caso fossem Governo.
“Este orçamento assume uma escolha central: a recuperação de rendimentos das famílias, por via da redução da carga fiscal sobre os rendimentos de trabalho e pensões e pela melhoria das condições do mercado de trabalho, do emprego e dos salários. Em contrapartida, sabemos que escolhas fariam PSD e CDS para este orçamento”, advogou o deputado do PS João Paulo Correia.
Falando no debate na generalidade sobre a proposta de OE do executivo socialista liderado por António Costa, o deputado diz que a direita – PSD e CDS-PP – escolheria
“Este orçamento assume uma escolha central: a recuperação de rendimentos das famílias, por via da redução da carga fiscal sobre os rendimentos de trabalho e pensões e pela melhoria das condições do mercado de trabalho, do emprego e dos salários. Em contrapartida, sabemos que escolhas fariam PSD e CDS para este orçamento”, advogou o deputado do PS João Paulo Correia.
Falando no debate na generalidade sobre a proposta de OE do executivo socialista liderado por António Costa, o deputado diz que a direita – PSD e CDS-PP – escolheria “cortar salários e pensões, manter a sobretaxa de IRS e cortar 600 milhões de euros nas pensões”.
Ao mesmo tempo, prosseguiu João Paulo Correia, PSD e CDS-PP “escolheriam dar a mão à GALP, à EDP e à REN ao eliminar a contribuição extraordinária destas empresas para o setor energético”.
O vice-presidente da bancada socialista abordou áreas como a Saúde, Educação ou pensões para criticar a direita e sublinhar que o Orçamento para o próximo ano “representa a verdadeira saída limpa”, que levará Portugal a sair da “alçada do procedimento por défice excessivo e colocará definitivamente” o país “fora dos radares das sanções”.
“PSD e CDS estavam convencidos que a estratégia económica e orçamental da atual maioria parlamentar levaria a resultados negativos no curto prazo. Enganaram-se!”, realçou o deputado do PS.
O ministro das Finanças, dirigindo-se ao socialista, reiterou que o Orçamento tem “três pilares essenciais”: a recuperação de rendimentos de empresas e famílias, a capitalização das empresas, com vista a “novos e melhores postos de trabalho”, e a recuperação do sistema financeiro.
“cortar salários e pensões, manter a sobretaxa de IRS e cortar 600 milhões de euros nas pensões”.
Ao mesmo tempo, prosseguiu João Paulo Correia, PSD e CDS-PP “escolheriam dar a mão à GALP, à EDP e à REN ao eliminar a contribuição extraordinária destas empresas para o setor energético”.
O vice-presidente da bancada socialista abordou áreas como a Saúde, Educação ou pensões para criticar a direita e sublinhar que o Orçamento para o próximo ano “representa a verdadeira saída limpa”, que levará Portugal a sair da “alçada do procedimento por défice excessivo e colocará definitivamente” o país “fora dos radares das sanções”.
“PSD e CDS estavam convencidos que a estratégia económica e orçamental da atual maioria parlamentar levaria a resultados negativos no curto prazo. Enganaram-se!”, realçou o deputado do PS.
O ministro das Finanças, dirigindo-se ao socialista, reiterou que o Orçamento tem “três pilares essenciais”: a recuperação de rendimentos de empresas e famílias, a capitalização das empresas, com vista a “novos e melhores postos de trabalho”, e a recuperação do sistema financeiro.
LUSA

