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ECONOMIA & FINANÇAS

ACTUALIZAÇÃO EXTRAORDINÁRIA DAS REFORMAS

António Costa anuncia actualização extraordinária das pensões em Agosto, que beneficiará especialmente as longas carreiras contributivas.

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COSTA PROMETE RESOLVER GREVE

O primeiro-ministro anunciou hoje que o Governo vai proceder à actualização extraordinária das pensões em Agosto e que é eliminada a penalização para quem se reformar aos 60 anos, tendo começado a trabalhar aos 14 anos.

Estas medidas de melhoria das pensões e de “protecção” às mais longas carreiras contributivas foram transmitidas por António Costa, na Assembleia da República, no debate quinzenal, num discurso dedicado às questões sociais e em que citou o escritor neorrealista e antigo militantes comunista Soeiro Pereira Gomes.

“É também a pensar nestas pessoas que se aprovou nesta Assembleia [da República] a actualização extraordinária das pensões que vamos efectuar já no próximo mês de Agosto. É para fazer justiça a esses homens e mulheres que estamos a definir novas condições de acesso à reforma antecipada, em cumprimento do Programa do Governo e em diálogo permanente com a maioria parlamentar e os parceiros sociais”, declarou o primeiro-ministro.

De acordo com o líder do executivo, o actual Governo está “empenhado num caminho que assegure a protecção das carreiras contributivas mais longas e que garanta o direito ao bem-estar e à dignidade na reforma de milhares de mulheres e homens que foram até ao princípio deste século privados de ser meninos”.

“Trata-se, também, de reparar a injustiça que foi agravada nos últimos anos, com o duplo efeito penalizador do aumento da idade de reforma e do agravamento do factor de sustentabilidade que subiu de 5,4% para 12,3%”, disse, numa crítica ao anterior executivo.

Costa considerou essa penalização decretada em 2012 especialmente grave, porque “uma pessoa que tenha começado a trabalhar aos 14 anos com carreira contributiva de 46 anos e se aposente aos 60 sofre agora uma penalização de 29% na sua pensão”.

“Esta é a visão que temos de solidariedade entre gerações: Em que ninguém com mais de 65 anos viva abaixo do limiar de pobreza; em que os que começaram a trabalhar aos 12 ou aos 14 anos se podem reformar aos 60 sem penalização”, acrescentou.

LUSA/DN

ECONOMIA & FINANÇAS

CTT: LUCROS CAÍRAM 54% PARA 7,4 MILHÕES NO PRIMEIRO TRIMESTRE

Os lucros dos CTT caíram, no primeiro trimestre, 54% em termos homólogos, para 7,4 milhões de euros, com a subscrição de títulos de dívida pública a descer de 7,5 mil milhões de euros para 294,8 milhões de euros.

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Os lucros dos CTT caíram, no primeiro trimestre, 54% em termos homólogos, para 7,4 milhões de euros, com a subscrição de títulos de dívida pública a descer de 7,5 mil milhões de euros para 294,8 milhões de euros.

Na nota, publicada pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) a empresa indicou que registou, nos primeiros três meses deste ano, “um resultado líquido consolidado atribuível a detentores de capital do grupo CTT de 7,4 milhões de euros, 8,7 milhões de euros abaixo do obtido” no primeiro trimestre do ano passado.

Os rendimentos operacionais do segmento de Serviços Financeiros e Retalho atingiram 5,5 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, uma queda de 80,8%, indicou o grupo.

“Este desempenho desfavorável, quando comparado com período homólogo, advém na sua maior parte do comportamento dos títulos de dívida pública”, destacou.

Segundo os CTT, “no primeiro trimestre de 2023, os títulos de dívida pública atingiram níveis máximos históricos de colocação, induzidos pela maior atratividade do produto quando comparado com os depósitos bancários”, mas a “alteração das condições de comercialização em junho de 2023 reduziu a atratividade deste produto para o aforrador, devido à redução das taxas de juro, e limitou a capacidade de comercialização, devido à diminuição drástica dos limites máximos de aplicação por subscritor”.

Assim, no período em análise, foram efetuadas subscrições destes instrumentos “no montante de 294,8 milhões de euros o que compara com 7,5 mil milhões de euros de subscrição” no primeiro trimestre de 2023, destacou.

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ECONOMIA & FINANÇAS

RENOVÁVEIS ABASTECEM 90% DO CONSUMO DE ELETRICIDADE ATÉ ABRIL

A produção renovável abasteceu 90% do consumo de eletricidade nos primeiros quatro meses do ano, e 94,9% em abril, aproximando-se do histórico de 95,4% atingidos em maio de 1978, segundo dados da REN — Redes Energéticas Nacionais.

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A produção renovável abasteceu 90% do consumo de eletricidade nos primeiros quatro meses do ano, e 94,9% em abril, aproximando-se do histórico de 95,4% atingidos em maio de 1978, segundo dados da REN — Redes Energéticas Nacionais.

Nos primeiros quatro meses do ano, a produção hidroelétrica abasteceu 48% do consumo, a eólica 30%, a fotovoltaica 7% e a biomassa 6%, detalhou, em comunicado, hoje divulgado, a gestora dos sistemas nacionais de eletricidade e de gás natural.

Já a produção a gás natural abasteceu 9% do consumo, enquanto o saldo de trocas com o estrangeiro foi praticamente nulo.

Numa análise ao mês de abril, observou-se que a produção renovável foi responsável por abastecer 94,9% do consumo de eletricidade, tratando-se da quarta vez consecutiva com valores mensais acima dos 80%, depois dos 91% em março, 88% em fevereiro e 81% em janeiro.

Em abril, o consumo de energia elétrica cresceu 3,4%, representando uma subida de 0,2% considerando a correção dos efeitos de temperatura e número de dias úteis.

No mês em análise, o índice de produtibilidade hidroelétrico atingiu 1,49, o eólico 1,08 e o solar 1,01 (médias históricas de 1), enquanto a componente solar, embora seja a menos significativa das três, continuou a crescer significativamente, tendo atingido em abril o peso mensal mais elevado de sempre, correspondendo a 10,5% do consumo.

Já a produção de eletricidade através de gás natural manteve uma tendência de redução do consumo, com uma descida mensal homóloga de 86%, uma vez que fica condicionada pela elevada disponibilidade de energia renovável.

No sentido oposto, o consumo de gás natural no segmento convencional registou uma subida homóloga próxima dos 5%.

No final de abril, o consumo acumulado anual de gás registou uma variação homóloga negativa de 12%, com o segmento de produção de energia elétrica a contrair 50% e o segmento convencional a crescer 5,6%.

Segundo a REN, trata-se do consumo mais baixo desde 2004 para o período em causa.

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