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AGÊNCIA EUROPEIA RECOMENDA VACINA DA SUBVARIANTE OMICRON DA COVID-19

A Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla inglesa) recomendou hoje a autorização de uma vacina adaptada à subvariante Omicron XBB.1.5 do coronavírus SARS-CoV-2 para prevenir a covid-19 em adultos e crianças com mais de 12 anos.

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A Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla inglesa) recomendou hoje a autorização de uma vacina adaptada à subvariante Omicron XBB.1.5 do coronavírus SARS-CoV-2 para prevenir a covid-19 em adultos e crianças com mais de 12 anos.

Conhecida como Nuvaxovid XBB.1.5, a vacina cumpriu as recomendações da EMA e do Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC, na sigla inglesa) e deve ser administrada numa dose única, independentemente do historial de vacinação das pessoas, tendo a recomendação seguido já para a Comissão Europeia.

De acordo com a avaliação dos dados laboratoriais pelo comité de medicamentos humanos da EMA, a vacina demonstrou ser “capaz de desencadear uma resposta imunitária adequada” contra a sublinhagem XBB.1.5 do SARS-CoV-2, suportando a sua decisão também numa anterior adaptação da Nuvaxovid relativamente à estirpe Omicron BA.5 que evidenciou igualmente “uma forte resposta imunitária”.

“Os efeitos secundários mais frequentes associados à Nuvaxovid XBB.1.5 são dor e sensibilidade no local da injeção, cansaço, dor de cabeça, dores musculares e indisposição geral”, esclareceu a EMA, em comunicado, relembrando que as vacinas adaptadas funcionam da mesma maneira que as vacinas originais contra a covid-19.

A Nuvaxovid foi autorizada pela primeira vez no espaço da União Europeia em dezembro de 2021 para o combate à pandemia.

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A covid-19 é uma doença respiratória causada pelo SARS-CoV-2, um tipo de vírus detetado em finais de 2019 na China e que se disseminou rapidamente pelo mundo, assumindo várias variantes e subvariantes, umas mais contagiosas do que outras.

A doença foi classificada como pandemia em 11 de março de 2020 e, em maio de 2023 deixou de ser uma emergência de saúde pública internacional.

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INTERNACIONAL

COMISSÃO EUROPEIA INVESTIGA POSSÍVEL CONCERTAÇÃO DE PREÇOS DE PNEUS

A Comissão Europeia anunciou ter realizado inspeções, sem aviso prévio, a vários fabricantes de pneus, como Michelin, Bridgestone, Continental, Nokian e Goodyear, mostrando-se preocupada com uma possível concertação dos preços.

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A Comissão Europeia anunciou ter realizado inspeções, sem aviso prévio, a vários fabricantes de pneus, como Michelin, Bridgestone, Continental, Nokian e Goodyear, mostrando-se preocupada com uma possível concertação dos preços.

A Comissão, responsável pelo controlo da concorrência na UE, disse recear “ter ocorrido uma concertação dos preços” entre várias empresas do setor, de acordo com um comunicado publicado na terça-feira, em Bruxelas.

Sem divulgar o nome das empresas envolvidas, a Comissão especificou que os produtos em causa eram pneus novos de substituição para automóveis de passageiros, carrinhas, camiões e autocarros vendidos na Europa.

O grupo francês Michelin, número um mundial, confirmou ser uma das empresas implicadas, mas “negou categoricamente” quaisquer “práticas anticoncorrenciais como as referidas pela Comissão Europeia” e por maioria de razão “quaisquer práticas de concertação de preços”.

O fabricante japonês Bridgestone, o alemão Continental, o finlandês Nokian e o norte-americano Goodyear também confirmaram terem sido alvo de inspeções, sublinhando estarem “a cooperar plenamente” com as autoridades anticartel.

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Contactadas pela agência de notícias France-Presse, as empresas Pirelli, Hankook, Yokohama e Nexen não reagiram de imediato.

“Inspeções sem aviso prévio constituem uma etapa preliminar nos inquéritos sobre possíveis práticas anticoncorrenciais. Por a Comissão ter realizado estas inspeções não significa que as empresas sejam culpadas e não prejudica o resultado da investigação em si”, sublinhou o executivo europeu.

Neste tipo de infração à concorrência, uma empresa considerada culpada pode ser multada até 10% do volume de negócios anual a nível mundial.

Não existe um prazo legal para a conclusão destes inquéritos.

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EMPRESAS: LUCROS DA GOOGLE DISPARAM 52% APÓS FATURAR 86 MIL MILHÕES

A faturação da Alphabet no último trimestre de 2023 subiu 13%, em termos homólogos, e superou 86,31 mil milhões de dólares, nível de crescimento que a empresa que controla Google e YouTube desconhecia desde 2022.

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A faturação da Alphabet no último trimestre de 2023 subiu 13%, em termos homólogos, e superou 86,31 mil milhões de dólares, nível de crescimento que a empresa que controla Google e YouTube desconhecia desde 2022.

O número um da publicidade em linha, que investe massivamente na inteligência artificial (IA), obteve um lucro de 20,69 mil milhões, acima do esperado pelos analistas, correspondente a um crescimento homólogo de 52%.

O desempenho trimestral da Alphabet foi obtido quando esta se confronta com problemas com a regulação e ameaças de concorrência ao seu império digital.

Este foi o terceiro trimestre de aumento em crescendo da faturação da empresa, sedeada em Mountain View, no Estado da Califórnia, com muitas das vendas provenientes do domínio das buscas e publicidade em linha pela Google.

A forte recuperação segue-se a uma inédita queda da publicidade depois da pandemia e a cerca de 20 anos de crescimento ininterrupto.

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Mas o dinheiro que provém dos motores de busca da Google e da sua rede publicitária está a ser posto em causa nos tribunais, onde os reguladores têm alegado que as táticas usadas pela empresa prejudicam a inovação e são anticoncorrenciais.

Por outro lado, a rival Microsoft tem estado a fazer avanços na IA, o que a ajudou a voltar a ser a empresa com a maior capitalização bolsista mundial, enquanto a Google está com problemas no desenvolvimento das suas próprias versões de uma tecnologia que se espera venha a transformar o mundo.

No entanto, e por enquanto, a máquina da Google de fazer dinheiro parece estar a carburar em cheio.

O crescimento da faturação da Alphabet em 13% representa o primeiro crescimento trimestral a uma taxa de dois dígitos desde o segundo trimestre de 2022, correspondente à parte final da pandemia do novo coronavírus.

O forte crescimento dos lucros aconteceu apesar do custo, orçado em 1,2 mil milhões de dólares, dos mais de mil despedimentos que a empresa já fez desde o início do ano.

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“Permanecemos comprometidos com a nossa responsabilidade de alterar a nossa base de custos enquanto investimos no apoio às nossas oportunidades de crescimento”, disse Ruth Porat, a responsável pelo investimento do conglomerado.

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