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NACIONAL

ANDRÉ VENTURA (CHEGA) RECUSA APOIO A UM GOVERNO PS

O presidente do partido Chega reconheceu hoje que o PS, enquanto partido mais votado nas eleições legislativas de domingo, tem legitimidade para formar governo, mas indicou que não o apoiaram, pelo que será oposição na Assembleia da República.

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O presidente do partido Chega reconheceu hoje que o PS, enquanto partido mais votado nas eleições legislativas de domingo, tem legitimidade para formar governo, mas indicou que não o apoiaram, pelo que será oposição na Assembleia da República.

“O Partido Socialista, provavelmente o próximo Governo, não contará com a viabilização nem com o apoio do Chega, exceto em medidas que nos pareçam pontualmente proveitosas para o povo português e para aqueles que mais têm sofrido ao longo dos últimos anos”, disse André Ventura aos jornalistas à saída da audiência com o Presidente da República, que decorreu no Palácio de Belém, em Lisboa.

O líder do partido assinalou que “reconhece que o Partido Socialista foi o partido mais votado” e por isso, que o secretário-geral socialista, António Costa, deverá ser o próximo primeiro-ministro.

“Embora nem sempre tenha sido assim, nomeadamente nos últimos anos, o Chega entende que o partido mais votado é o que tem legitimidade para governar”, acrescentou.

“Contarão connosco para oposição, que é o papel que os portugueses nos atribuíram”, assinalou André Ventura.

A comitiva do Chega, liderada por ventura e constituída por mais quatro dirigentes daquela força política, esteve reunida durante cerca de 15 minutos com Marcelo Rebelo de Sousa.

Marcelo Rebelo de Sousa recebe hoje os 10 partidos com representação parlamentar saídos das eleições legislativas de domingo, com vista à indigitação do primeiro-ministro. O Livre foi a primeira força política a ser recebida e o PS será a última, por ordem de votação.

NACIONAL

SINISTRALIDADE: 16 MORTOS E 593 FERIDOS NAS ESTRADAS EM APENAS UMA SEMANA

Dezasseis mortos, 43 feridos graves e 550 ligeiros resultaram dos 1.761 acidentes registados durante a campanha “2 Rodas: Agarre-se à Vida”, que decorreu entre 10 e 16 deste mês, informou hoje a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

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Dezasseis mortos, 43 feridos graves e 550 ligeiros resultaram dos 1.761 acidentes registados durante a campanha “2 Rodas: Agarre-se à Vida”, que decorreu entre 10 e 16 deste mês, informou hoje a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

Em relação ao período homólogo, aumentou o número de vítimas mortais (mais cinco), mas diminuiu o número de acidentes (menos 1.194), assim como o de feridos graves (menos 28) e de ligeiros (menos 464).

“As 16 vítimas mortais, 11 do género masculino e cinco do género feminino, tinham idades compreendidas entre os 18 e os 73 anos”, precisa a ANSR em comunicado.

Os acidentes com mortos, registados durante a semana em que decorreu a campanha conjunta da ANSR, da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia de Segurança Pública (PSP), consistiram em oito colisões e seis despistes e ocorreram nos distritos de Aveiro (2), Bragança (2), Coimbra, Guarda, Lisboa, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo (4) e Viseu (2).

No mesmo período, “foram fiscalizados em controlo de velocidade por radar 5,3 milhões de veículos, 5,2 milhões dos quais pelo SINCRO – Sistema Nacional de Controlo de Velocidade”, da ANSR, e presencialmente 46,2 mil.

“Do total de 5,4 milhões de veículos fiscalizados durante a campanha, registaram-se 22,9 mil infrações”, segundo o comunicado.

A Campanha de Segurança Rodoviária “2 Rodas: Agarre-se à Vida” foi a sétima das 12 campanhas de sensibilização e de fiscalização planeadas no âmbito do Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2024 e até ao final do ano serão realizadas mais cinco, uma por mês.

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NACIONAL

SAÚDE: ENFERMEIROS EM GREVE NACIONAL DIA 02 DE AGOSTO – SINDICATOS

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) convocou hoje uma greve para 02 de agosto, alegando que a apresentação da proposta de alteração das grelhas salariais “continua por cumprir”.

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O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) convocou hoje uma greve para 02 de agosto, alegando que a apresentação da proposta de alteração das grelhas salariais “continua por cumprir”.

“O compromisso de apresentação de uma proposta de alteração à grelha, por parte do Ministério da Saúde, continua por cumprir”, salientou o sindicato, ao adiantar que a paralisação vai abranger os turnos da manhã e da tarde.

Em comunicado, o SEP salientou ainda ser “obrigatório que a valorização dos enfermeiros e a melhoria das suas condições de trabalho se inicie já a 18 de julho”, dia do arranque das negociações com o Ministério da Saúde, após as duas partes terem acordado, no início do mês, o protocolo negocial, ou seja, o calendário e as matérias a negociar.

Segundo o sindicato, a resolução das “injustiças relativas” a que esses profissionais estão sujeitos passa por orientações para as administrações das Unidades Locais de Saúde, o que continua por “cumprir, colocando em causa o desenvolvimento profissional e salarial dos enfermeiros”.

O SEP alega também que os enfermeiros são convocados, a nível nacional, para trabalharem horas a mais que, na “maior parte dos casos, não são pagas ou são pagas como trabalho normal”.

“É obrigatório que lhes seja permitido” tempo de descanso, reivindica a estrutura sindical, ao alertar que o sistemático recurso a trabalho extraordinário para colmatar a carência de enfermeiros agrava o “risco e a penosidade do exercício da profissão”.

O SEP defendeu ainda as 35 horas semanais como o regime de trabalho dos enfermeiros.

Nas últimas semanas, têm-se realizado várias greves setoriais de enfermeiros, caso de paralisações nos centros de saúde da região de Lisboa e nos hospitais privados.

Ainda na área da Saúde, a Federação Nacional dos Médicos (Fnam) já convocou uma greve nacional para 23 e 24 de julho, depois de ter manifestado o seu desacordo com o calendário proposto pelo Governo para as negociações das tabelas salariais.

Além desta greve nacional, a Fnam também marcou uma paralisação ao trabalho extraordinário nos cuidados de saúde primários a partir de 23 de julho e até 31 de agosto.

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