DOZE PAÍSES INFECTADOS POR OVOS CONTAMINADOS

Áustria, Eslováquia, Dinamarca, Bélgica, Alemanha, França, Suíça, Reino Unido, Luxemburgo, Suécia, Roménia e Holanda já reportaram a existências de ovos contaminados nos seus circuitos comerciais. O escândalo rebentou a 02 de agosto.

RISCO DE FOME EM 4 PAÍSES

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) juntou-se a outros organismos internacionais e acionou o sinal de alarme pelo risco de fome em quatro países, vinculando pela primeira vez a situação aos conflitos nessas regiões, segundo a informação da agência EFE.

CAFÉ RETIRADO DO MERCADO POR CONTER VIAGRA

A Food and Drugs Administration (FDA), que gere a venda de medicamentos e alimentos nos Estados Unidos, ordenou a recolha dos lotes de café "New of Kopi Jantan Tradisional", da Bestherbs Coffee LLC, e suspendeu a sua venda até que sejam feitos novos testes farmacológicos.

NADADORAS SALVADORAS GERAM “POLÉMICA”

A direção dos Salvamento Marítimo de Gijon, Espanha, pediu às nadadoras-salvadoras para trocaram o fato de banho por calções, para evitar polémicas As imagens de socorristas em fato de banho nas praias de Gijon, publicadas nas redes sociais, geraram uma onda de comentários sexistas e machistas nas redes sociais.

JAPÃO EM ALERTA COM O TUFÃO “NORU”

A agência meteorológica do Japão activou hoje o alerta de fortes chuvas e eventuais inundações e deslizamentos de terras no oeste do arquipélago devido à passagem do tufão "Noru", que deixou pelo menos dois mortos e 15 feridos.

VENEZUELA: COMO COMEÇOU A CRISE ?

Para compreender a desordem venezuelana, é necessário recuar no tempo, precisamente até às eleições legislativas de 2015, que ditaram a vitória da Mesa de Unidade Democrática (MUD), uma plataforma de movimentos políticos que se opõem a Nicolás Maduro.

VENEZUELA: UM BARRIL DE PÓLVORA EMINENTE

Depois da votação de domingo, é hora da polémica Assembleia Constituinte tomar o lugar do Palácio Legislativo venezuelano. À sua espera estará a maioria oposicionista, eleita em finais de 2015, que rejeita os resultados do escrutínio convocado por Maduro e garantiu que vai continuar a trabalhar. A tensão política na Venezuela nos últimos quatro meses já fez mais de 120 mortos.