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CHAVES: NUNO VAZ FAZ O BALANÇO DE DOIS ANOS DE MANDATO

O presidente da Câmara de Chaves, Nuno Vaz, disse hoje que durante os primeiros dois anos de mandato foram investidos 17 milhões de euros no concelho e criados 150 novos postos de trabalho.

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O presidente da Câmara de Chaves, Nuno Vaz, disse hoje que durante os primeiros dois anos de mandato foram investidos 17 milhões de euros no concelho e criados 150 novos postos de trabalho.

O socialista Nuno Vaz, que assumiu a autarquia do distrito de Vila Real em outubro de 2017, destacou o número de empresas que decidiram instalar em Chaves o seu negócio desde então, considerando que a criação de “confiança e compromisso” por parte do executivo foram elementos fundamentais para atrair os investidores.

Segundo os números divulgados pela autarquia, durante o roteiro promovido hoje para assinalar os dois anos de mandato, foram já garantidos cerca de 150 postos de trabalho, num investimento de 17 milhões de euros.

Estão ainda conquistados mais 446 postos de trabalho e perto de 30 milhões de euros de investimento até ao final do mandato, em 2021.

“Há um conjunto significativo de empresas em processo de elaboração de projeto e que vão instalar-se. Durante a campanha falamos que até ao final do mandato iríamos ter 500 novos postos de trabalho e continuamos a manter essa promessa, pois temos a confiança de que os compromissos assumidos com os empresários vão cumprir-se”, destacou.

Para o autarca, a região encontra-se numa “zona privilegiada” para captar investimento, seja nacional ou internacional, pela proximidade com Espanha, ou pelas acessibilidades existentes, sejam de autoestradas, ou proximidades com portos ou aeroportos.

“Havia a necessidade de fazer alguma coisa que não estava a ser feita, pois a parte empresarial não estava a ter a atração de empresas. Faltava mobilizar e criar confiança suficiente para que as empresas acreditassem em Chaves”, explicou.

O roteiro foi dedicado a visitas a empresas que se instalaram e já se encontram em produção, ou que estão prestes a instalar-se em Chaves. No contacto com os investidores, estes realçaram a proximidade e a facilidade em resolver problemas burocráticos.

Segundo Nuno Vaz, a satisfação dos empresários pode também levar a que outros investidores sejam influenciados.

“O tempo dos serviços públicos não é o mesmo dos privados e procuramos reduzir esse tempo. Tudo é feito para que todas as propostas sejam estudadas, encaminhadas e sejam encontradas soluções”, realçou o autarca.

O líder do executivo de Chaves lembra que este crescimento é também importante para a região do Alto Tâmega, que deve criar condições para que as pessoas que queriam viver naquele concelho “o possam fazer”.

Além do setor industrial, a visita contemplou ainda a vertente educacional, com a passagem pelo Centro Internacional de Ensino e Investigação Fernão de Magalhães, pela Escola Superior de Enfermagem do Alto Tâmega, da Cruz Vermelha Portuguesa, e pelas novas instalações do Instituto Politécnico de Bragança.

As obras de requalificação do Jardim do Bacalhau e da Escola Secundária Fernão de Magalhães, no centro da cidade, ou a nova creche na vila termal de Vidago foram outros pontos de visita durante o dia.

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CARRAZEDA DE ANSIÃES: HOMEM CONSTITUÍDO ARGUIDO POR PROVOCAR INCÊNDIO

A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

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A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

O caso remonta a 16 deste mês, no distrito de Bragança. A investigação conduzida pela GNR permitiu perceber que a ignição aconteceu durante a realização de atividades agrícolas com uma motorroçadora, de forma negligente, num terreno junto a uma mancha florestal.

A GNR conseguiu identificar o responsável pelos trabalhos que estavam em curso, onde não foram mantidos os cuidados necessários de vigilância. Os factos foram remetidos para o tribunal de Vila Flor.

A Guarda relembrou que a Linha SOS Ambiente e Território – 808 200 520 – funciona em permanência, para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.

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COIMBRA: RECLUSOS VÃO TRABALHAR PARA AJUDAR OS SERVIÇOS AUTÁRQUICOS

A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

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A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

O protocolo de colaboração foi hoje aprovado por unanimidade na reunião do executivo camarário, perspetivando a integração laboral de reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra em várias unidades orgânicas da autarquia.

“A Câmara de Coimbra pretende contribuir, assim, para a ressocialização e para a promoção da reinserção social, familiar e profissional desses reclusos, com vista à sua autonomização progressiva”, salientou o município.

O protocolo prevê que os presos possam trabalhar em tarefas como limpeza de matas e caminhos florestais, jardinagem e manutenção de espaços verdes, limpeza urbana, recolha de resíduos urbanos e obras de reparação e manutenção de edifícios, entre outras.

“Poderão, ainda, ser acrescentadas outras áreas de intervenção, consideradas necessárias e oportunas pela autarquia e passíveis de resposta pelos reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra”, acrescentou a autarquia.

Os trabalhos irão ocorrer em locais definidos pelos serviços municipais e dentro de um horário estabelecido.

Segundo o município, os presos terão direito a receber da autarquia “uma bolsa de ocupação mensal de montante igual ao valor do Indexante dos Apoios Sociais [cerca de 500 euros] e um subsídio de alimentação referente a cada dia de atividade, de valor correspondente ao atribuído à generalidade dos trabalhadores que exerçam funções públicas”.

O protocolo prevê ainda que os participantes possam integrar ações de formação.

Os reclusos que poderão trabalhar na autarquia serão selecionados pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.

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