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CIENTISTAS RUSSOS EXPULSOS DA ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL QUE ESTUDA A ENERGIA NUCLEAR

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A Organização Europeia para a Investigação Nuclear – CERN decidiu, esta sexta-feira, suspender a participação dos seus investigadores em comités científicos de instituições russas e bielorrussas em resposta à guerra na Ucrânia.

A decisão, tomada pelo Conselho da CERN, ocorre duas semanas depois de a organização ter suspendido o estatuto de observador da Rússia e novas colaborações com o país e com as suas instituições na sequência da ofensiva militar contra a Ucrânia, membro-associado da CERN.

O Conselho decidiu ainda suspender a participação de investigadores russos e da Bielorrússia, aliado da Rússia, em comités científicos da CERN e cancelar eventos organizados conjuntamente pela CERN e instituições russas e bielorrussas.

A suspensão de novas colaborações científicas e o cancelamento de eventos abrange o Instituto Central de Investigações Nucleares, em Dubna, na Rússia, de acordo com um comunicado divulgado, sexta-feira, pela CERN, que expressa a condenação dos 23 Estados-membros, incluindo Portugal, à invasão da Ucrânia e ao apoio manifestado por certas instituições científicas russas à ofensiva militar.

Com estas decisões, o Conselho da CERN pretende “demonstrar a sua solidariedade com o povo ucraniano e o seu compromisso com a ciência ao serviço da paz”.

“A agressão de um país por outro país vai contra os valores que a organização defende”, sublinha o comunicado do laboratório europeu de física de partículas, com sede em Genebra, na Suíça.

Criada em 1954, a CERN alberga o maior acelerador de partículas do mundo.

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