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ECONOMIA & FINANÇAS

AIR FRANCE VOLTA A VOOS DIÁRIOS LISBOA-PARIS E RETOMA PORTO EM 06 JUNHO

Os voos da Air France entre Lisboa e Paris voltam a ser diários a partir de 06 de junho, sendo retomadas no mesmo dia as ligações entre Paris e Porto, com três semanais, anunciou hoje a companhia aérea.

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Os voos da Air France entre Lisboa e Paris voltam a ser diários a partir de 06 de junho, sendo retomadas no mesmo dia as ligações entre Paris e Porto, com três semanais, anunciou hoje a companhia aérea.

Com a atualização da operação da empresa francesa, após as alterações devido à pandemia da covid-19, “os voos entre Lisboa e Paris-CDG voltam a ser diários a partir de 06 de junho”, passando progressivamente para dois voos diários no final do mês, refere em comunicado.

No Porto, a companhia “retoma os voos entre a Invicta e Paris-CDG em 06 de junho próximo, com três voos semanais, serviço que volta a ser diário a partir de 18 de junho”, aponta ainda, acrescentando que o programa agora divulgado “está naturalmente sujeito à evolução da presente situação”.

Desde 28 de março, a companhia francesa mantém em operação três voos semanais entre Lisboa e Paris-CDG (aeroporto Charles De Gaulle), em avião da família Airbus A320, ao mesmo tempo que a congénere holandesa do Grupo, a KLM, tem estado a operar (e continuará em junho) um voo diário entre Lisboa e Amesterdão-Schiphol, em Boeing B737 (138 lugares).

A Air France diz que, desde o início da crise da covid-19, está a adaptar a sua rede e o seu programa de voos em tempo real e em função das restrições e da procura.

Até segunda-feira, e desde o final de março, “tem assegurado entre 3% e 5% do seu programa habitual”, concentrando-se na continuidade territorial e em manter uma ligação para os destinos considerados chave, na Europa e a nível internacional, tanto para o transporte de passageiros como de mercadorias, especifica a companhia aérea.

Nesse contexto, a Air France serve 43 destinos atualmente.

Entre hoje e o final de junho, e sujeita ao levantamento das restrições de viagem, a Air France prevê retomar gradualmente os seus voos, com um aumento gradual no número de frequências e destinos, em particular para a França continental, os ‘Departamentos Ultramarinos’ franceses e a Europa.

Este programa de voo vai representar cerca de 15% da capacidade implementada habitualmente neste período e será assegurada por 75 aparelhos da frota da Air France, que totaliza 224 aviões, resume a empresa.

A Air France informa ainda que, para assistir os seus clientes no âmbito da retoma de tráfego, ajusta regularmente o seu programa de voos, atualizando-o diariamente em todos os canais de distribuição e que os detalhes do programa para julho e agosto serão comunicados no início de junho.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 320 mil mortos e infetou quase 4,9 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Mais de 1,7 milhões de doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 1.247 pessoas das 29.432 confirmadas como infetadas, e há 6.431 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano passou agora a ser o que tem mais casos confirmados (mais de 2,1 milhões contra mais de 1,9 milhões no continente europeu), embora com menos mortes (quase 128 mil contra mais de 168 mil).

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), paralisando setores inteiros da economia mundial, num “grande confinamento” que vários países já começaram a aliviar face à diminuição dos novos contágios.

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INFLAÇÃO EM JUNHO ABRANDA PARA 2,5% NA ZONA EURO E 2,6% NA UE

A taxa anual da inflação abrandou para os 2,5% em junho na zona euro, divulgou hoje o Eurostat, confirmando a estimativa já avançada e indicando ainda um recuo do indicador para os 2,6% na União Europeia (UE).

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A taxa anual da inflação abrandou para os 2,5% em junho na zona euro, divulgou hoje o Eurostat, confirmando a estimativa já avançada e indicando ainda um recuo do indicador para os 2,6% na União Europeia (UE).

Nos países da área do euro, a taxa de inflação anual de junho compara-se com a de 5,5% homóloga e a de 2,6% de maio.

No conjunto dos 27 Estados-membros, o indicador recuou para os 2,6% face a junho de 2023 (6,4%) e também à inflação anual registada em maio (2,7%).

A taxa de inflação subjacente (que exclui bens mais voláteis como energia e alimentos não processados), por seu lado, abrandou para os 2,8% em junho, face aos 6,8% homólogos e aos 2,9% de maio.

As menores taxas de inflação, medidas pelo Índice Harmonizado dos Preços no Consumidor (IHPC, que permite comparar entre os países), observaram-se, em junho, na Finlândia (0,5%), Itália (0,9%) e Lituânia (1,0%) e as maiores foram registadas na Bélgica (5,4%), Roménia (5,3%), Espanha e Hungria (3,6% em ambas).

Em Portugal, o indicador, medido pelo IHPC, abrandou para os 3,1%, face aos 4,7% de junho de 2023 e aos 3,8% registados em maio.

Comparando com maio, a inflação anual recuou em 17 Estados-membros, manteve-se num e subiu nos outros nove.

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GLOBAL MEDIA: TRABALHADORES DENUNCIAM FALTA DE PAGAMENTO

Um grupo de 40 trabalhadores a recibos verdes em títulos da Global Media anunciou hoje a suspensão da colaboração por tempo indeterminado por falta de pagamento, confirmou a Lusa junto do Sindicato dos Jornalistas (SJ).

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Um grupo de 40 trabalhadores a recibos verdes em títulos da Global Media anunciou hoje a suspensão da colaboração por tempo indeterminado por falta de pagamento, confirmou a Lusa junto do Sindicato dos Jornalistas (SJ).

De acordo com fonte do sindicato, estes colaboradores não recebem salários há dois meses.

Segundo um email enviado por estes colaboradores, a que a Lusa teve acesso, trata-se de “um grupo de cerca de 40 jornalistas, fotojornalistas e gráficos a recibos verdes que interrompeu hoje a colaboração com o Jornal de Notícias, Notícias Magazine, O Jogo, Volta ao Mundo, TSF e Diário de Notícias, por tempo indeterminado”.

Esta interrupção deve-se ao facto de ainda não terem recebido os pagamentos relativos a abril e maio, sem que a “administração da Global Media Group [GMG] tenha avançado com qualquer justificação para tal, ao longo destes meses, apesar das constantes tentativas de contacto e pedidos de esclarecimento”.

Os colaboradores também trabalharam em junho, mas este mês costuma ser liquidado em agosto, já que recebem dois meses depois.

“A decisão de parar de trabalhar foi comunicada à administração na última quinta-feira, dia 11 de julho, caso os valores em causa não fossem liquidados até ontem, dia 15, o que não sucedeu”, referem os trabalhadores na missiva enviada.

“Esta situação afeta cerca de 130 jornalistas, fotojornalistas e gráficos a recibos verdes, que se sentem desrespeitados por não estarem a receber pelo trabalho realizado e indignados com o silêncio da administração”, prosseguem, referindo que, “nos últimos meses, têm sido avançadas diversas datas para finalizar o negócio da venda do Jornal de Notícias, JN História, O Jogo, Volta ao Mundo, Notícias Magazine, Evasões, TSF, N-TV e Delas, sem que tal se tenha verificado”.

Apontam que “foi preciso chegar a este ponto para a administração da Global Media reagir e responder aos pedidos de explicação individuais, pouco depois de terem recebido” o ‘email’ a comunicar a suspensão.

Mas, “apesar disso, nessas respostas individuais, faz depender o pagamento das dívidas para connosco da finalização do negócio com o novo grupo, Notícias Ilimitadas, quando sabemos que este já transferiu cerca de quatro milhões de euros, também com o objetivo de nos pagar, compromisso que os administradores da Global Media não têm cumprido”, salientam.

“Estamos conscientes que a nossa paragem vai afetar o trabalho dos colegas da redação, dos editores e da direção, o que lamentamos, mas sentimos que não tínhamos alternativa, a não ser parar e alertar para a existência deste problema, que nos está a afetar financeira e psicologicamente”, sublinham.

A esperança, referem, “é que os pagamentos em atraso sejam liquidados rapidamente” e que “o negócio com o grupo Notícias Ilimitadas seja concluído”.

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