Não resiste aos elogios, ‘por favores’, ‘mil obrigadas’ e sorrisos perfeitos – ou perfeitamente estudados – de pessoas falsas e depois acaba a sofrer? Não se martirize, não é o primeiro nem será a último.
Um estudo de linguística da Universidade do Colorado (EUA) concluiu que uma linguagem de cortesia e correção exemplar normalmente esconde um jogo de diplomacia com fins maldosos, cita o El País.
Algo que não é novo, uma vez que desde há muito que se usam os artifícios da comunicação, da educação e da diplomacia para influenciar opiniões e decisões.
Quem domina esta arte sabe criar o ambiente propício mostrando dedicação, admiração e recorrendo, sempre que possível, aos elogios, fazendo com que a ‘vítima’ da sua influência se sinta tão segura e confiante na outra pessoa que se deixa levar.
Só no fim, quando a outra pessoa já tem o que quer, é se apercebe que foram as ‘falinhas mansas’ que o levaram a ser ‘apunhalado’ pelas costas.

