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NACIONAL

EDUCAÇÃO: ACESSO AO ENSINO SUPERIOR COM MAIS 21 MIL VAGAS

Os estudantes que queiram candidatar-se este ano ao ensino superior têm mais 21 mil vagas disponíveis através dos concursos e regimes especiais de acesso, segundo informação divulgada hoje pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

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Os estudantes que queiram candidatar-se este ano ao ensino superior têm mais 21 mil vagas disponíveis através dos concursos e regimes especiais de acesso, segundo informação divulgada hoje pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

As vagas divulgadas hoje reservam-se aos concursos especiais de acesso, com 16.913 lugares disponíveis nas instituições públicas, e ao ingresso por via de regimes especiais, com 4.030 vagas.

Somadas às 54.733 vagas para a 1.ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior (CNAES), há este ano 75.676 lugares disponíveis para novos alunos nas universidades e politécnicos públicos, 72% das quais no regime geral de acesso, 22% nos concursos especiais e 5% nos regimes especiais de acesso.

Nos concursos especiais, a maioria das vagas destina-se a estudantes internacionais (5.840), seguindo-se os maiores de 23 anos (4.374), os titulares de cursos superiores e pós-secundários (2.718) e a situações de mudança de curso (2.677).

Há ainda 1.006 vagas para estudantes das vias profissionalizantes e 298 reservadas ao ingresso de licenciados nos cursos.

Os regimes especiais de acesso, principal via de ingresso para estudantes dos países africanos de língua oficial portuguesa e de Timor-Leste, bem como praticantes desportivos de alto rendimento, além de outras situações específicas, contam, este ano, com 4.030 vagas.

À semelhança do CNAES, a maioria das vagas em concursos e regimes especiais são para as universidades de Lisboa, Porto, Coimbra e para o Instituto Politécnico do Porto.

Entre os cursos com maior número de vagas estão Direito na Universidade de Coimbra, com 162 vagas, Direito na Universidade de Lisboa (155), Gestão no ISCTE-IUL (114), Economia na Universidade Nova de Lisboa (110) e Engenharia Eletrotécnica e de Computadores na Universidade do Porto (102).

Nas instituições de ensino superior privadas há, além das 17.592 vagas do regime geral, 5.564 vagas nos concursos especiais de acesso, a maioria das quais para maiores de 23 anos, seguido dos estudantes internacionais, titulares de cursos superiores e pós-secundários, estudantes internacionais, diplomados de vias profissionalizantes e mudança de curso.

Em comunicado, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior sublinha a necessidade de diversificar e diferenciar o acesso ao ensino superior, entendidos como fatores essenciais para o desenvolvimento do ensino superior face à expectável redução do universo de candidatos ao ensino superior com o perfil tradicional, decorrente do envelhecimento da população.

“Apesar de nos últimos anos as vias de acesso ao ensino superior terem sido ampliadas, com a introdução de alguns novos concursos especiais, este esforço deve prosseguir, de forma a proporcionar uma oferta coerente e alinhada com diferentes perfis de candidatos, capaz de atrair novos públicos e orientando-se sempre por princípios de equidade”, sublinha a tutela.

A candidatura a todos os concursos especiais é feita diretamente junto de cada instituição de ensino superior, à exceção do concurso especial para titulares de cursos de dupla certificação, diplomados de vias profissionalizantes, que deve ser apresentada através da página da Direção-Geral do Ensino Superior (http://www.dges.gov.pt).

A candidatura aos regimes especiais é feita junto dos Gabinetes de Acesso ao Ensino Superior e, no caso de estudantes nacionais dos países africanos de língua oficial portuguesa e de Timor-Leste, através das embaixadas dos respetivos países.

NACIONAL

EDUCAÇÃO: LISTAS DE COLOCAÇÃO DE PROFESSORES DIVULGADAS HOJE

As listas de colocação de professores foram divulgadas hoje à noite na página na internet da Direcção-Geral da Administração Escolar (DGAE) e os docentes foram informados dos resultados através de uma mensagem para o telemóvel.

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As listas de colocação de professores foram divulgadas hoje à noite na página na internet da Direcção-Geral da Administração Escolar (DGAE) e os docentes foram informados dos resultados através de uma mensagem para o telemóvel.

As listas definitivas para o ano letivo de 2024-2025 de ordenação, de exclusão, de colocação e de não colocação são relativas ao concurso interno e ao concurso externo, segundo a DGAE.

Os candidatos colocados são obrigados a aceitar a colocação na aplicação informática para o efeito entre os dias 12 e 18.

A não aceitação do determinado na lista definitiva implica a “anulação da colocação e a instauração de processo disciplinar aos docentes de carreira”, alertou a DGAE.

Os professores podem interpor recurso hierárquico, sem efeito suspensivo, entre 12 e 18.

Para o efeito, os “candidatos devem instruir os seus processos expondo a situação e anexando toda a informação que considerem relevante, por via de `upload`, na aplicação”, segundo nota da Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE).

A lista de colocações aplica-se a educadores de infância, professores do ensino básico e professores do ensino secundário.

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EDUCAÇÃO: MENOS “CHUMBOS” NO GERAL E MAIS NOS ALUNOS MAIS POBRES

Os alunos estão a chumbar cada vez menos, mas o insucesso escolar continua a estar mais presente entre os carenciados e nas escolas mais desfavorecidas, segundo dados do Ministério da Educação.

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Os alunos estão a chumbar cada vez menos, mas o insucesso escolar continua a estar mais presente entre os carenciados e nas escolas mais desfavorecidas, segundo dados do Ministério da Educação.

As retenções e casos de abandono escolar têm vindo a diminuir em todos os níveis de ensino, segundo uma análise aos dados do ministério, que revelam o sucesso nas escolas do continente entre 2017/2018 e 2021/2022.

Apesar das melhorias, o ensino secundário continua a ser o ciclo com mais insucesso, por oposição ao 2.º ciclo, com apenas 4% dos alunos a não conseguirem fazer o 5.º e 6.º anos no tempo esperado.

No secundário, a taxa de conclusão é agora de 80%, o que representa uma melhoria de 20 pontos percentuais em quatro anos. No entanto, esta é uma média nacional que esconde realidades como a da Escola Básica e Secundária Mestre Domingos Saraiva, em Algueirão, Sintra, onde a maioria dos alunos do 12.º ano chumbou no ano letivo de 2021/2022, segundo uma análise feita pela Lusa aos dados do ministério que coloca esta escola como a mais problemática, com uma taxa de retenção de 56%.

Os dados apontam para a existência de 218 escolas com uma média de retenção do 12.º ano acima da média nacional e 334 abaixo. Entre as 10 mais problemáticas, nove situam-se na Área Metropolitana de Lisboa: Sintra, Lisboa, Setúbal, Moita, Loures, Cascais, Odivelas, Mafra e Amadora. Sendo uma escola da Meda, no distrito da Guarda, a exceção da lista das dez escolas com piores resultados.

No 10.º ano, por exemplo, a média nacional de retenção foi de 11%, havendo 213 estabelecimentos de ensino acima dessa media e 333 abaixo, segundo a análise da Lusa, que confirma os problemas na região de Lisboa, já que seis das 10 escolas com mais retenção se situam nessa zona.

No 11.º ano, as taxas de retenção nacional situaram-se nos 4%, havendo 172 estabelecimentos de ensino acima dessa media e 361 abaixo. Mais uma vez, entre as 10 mais problemáticas, oito localizam-se na Área Metropolitana de Lisboa.

Os dados mostram ainda que continua a ser mais difícil para os alunos mais carenciados terminarem os estudos no tempo esperado.

Os alunos beneficiários de Apoio Social Escolar (ASE) têm mais dificuldades em concluir o seu nível de ensino no tempo esperado, mas a diferença em relação aos restantes alunos tem vindo a esbater-se, em especial no secundário, segundo uma análise aos dados disponibilizados pelo Ministério da Educação, Ciência e Invocação (MECI).

Nos cursos científico-humanísticos, por exemplo, a diferença da taxa de sucesso entre a totalidade de alunos e os estudantes carenciados é de quatro pontos percentuais: Se 80% de todos os alunos conseguem concluir o secundário em três anos, entre os alunos com ASE essa taxa desce para os 76%.

Já nos cursos profissionais, a diferença é de apenas um ponto percentual (71% vs 70% para os alunos mais carenciados), segundo os dados da tutela.

A escola que frequentam também parece ter impacto nos resultados, sendo benéfico para os alunos mais pobres frequentarem escolas com poucos alunos carenciados. No ensino básico, mais de 90% dos alunos carenciados de escolas com poucas crianças com ASE nunca chumbam, enquanto nas escolas em que a maioria dos alunos tem ASE o sucesso dos mais pobres desce para os 85% no 1.º ciclo e 86% no 3.º ciclo.

No entanto, esta é uma regra que se aplica apenas até ao 9.º ano, uma vez que no ensino secundário, os alunos mais carenciados têm mais sucesso quando frequentam escolas com maior percentagem de alunos beneficiários de ASE.

Os dados mostram que nos cursos científico-humanísticos de escolas com muitos alunos carenciados, a taxa de sucesso é de 85%, mas nas escolas com poucos alunos carenciados, o sucesso desce para 78%. Também nos cursos profissionais se confirma esta tendência, mas com diferenças mais esbatidas (apenas 3 pontos percentuais).

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