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EM 2018 PORTUGAL ESTÁ FORA DO RED BULL AIR RACE

Portugal fica de fora do circuito de 2018 da Red Bull Air Race, uma competição aérea que este ano passou pelo Porto e Vila Nova de Gaia, disseram hoje os promotores do evento.

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Portugal fica de fora do circuito de 2018 da Red Bull Air Race, uma competição aérea que este ano passou pelo Porto e Vila Nova de Gaia, disseram hoje os promotores do evento.

Contactada pela agência Lusa, a organização da competição considerada como o campeonato do mundo da aviação desportiva limitou-se a afirmar que “não será realizada em 2018 uma etapa da Red Bull Air Race em Portugal”.

Pondo fim a um interregno de oito anos, a prova regressou ao Porto e Vila Nova de Gaia este ano e o diretor geral da Red Bull Air Race, Erich Wolf, admitiu, em 08 de março, durante a apresentação pública da etapa do circuito mundial de 2017, que podia regressar noutros anos se fosse “convidado”.

“Ficaríamos satisfeitos se voltássemos depois de 2017. Porto e Gaia são uma das melhores localizações mundiais do campeonato. É uma localização única. Estamos prontos para voltar se formos convidados“, destacou Erich Wolf.

Na apresentação em que o presidente do Turismo do Porto e Norte, Melchior Moreira, revelou que a prova de 2017 iria custar seis milhões de euros, o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, assegurou que a candidatura estava “aprovada”, referindo que o compromisso era que “cada uma das autarquias” pagasse “225 mil euros” pela etapa do campeonato mundial, para além da “parte logística em cada uma das margens” do rio Douro.

Na mesma ocasião, o presidente da Câmara de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, destacou a “verdadeira parceria estratégica” posta em prática para a realização do evento em Portugal.

No segundo dia da prova, que decorreu em 2 e 3 de setembro, o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, em declarações à Lusa afirmou que o Governo veria “com bons olhos a sua continuação”.

“É um esforço que o Governo central, as autarquias, os patrocinadores todos têm de fazer para que estes eventos continuem, mesmo requerendo um grande esforço de organização e de apoio financeiro”, frisou Manuel Caldeira Cabral.

O título de Campeão do Mundo de 2018 arranca a 2 e 3 de fevereiro em Abu Dhabi, nos Emiratos Árabes Unidos, seguindo-se Cannes (França) a 21 e 22 de abril. Em maio, os pórticos insufláveis com 25 metros de altura vão erguer-se noutra localização europeia, ainda por revelar, na terceira etapa da época, voando depois em Budapeste, na Hungria, a 23 e 24 de junho.

Segue-se a Ásia, no início de agosto, numa localização ainda a anunciar e, a 25 e 26 desse mês, dá-se o regresso a Kazan, na Rússia. A 6 e 7 de outubro será a vez de Indianápolis, nos Estados Unidos, sendo a Ásia, em localização a confirmar, a região do planeta para ser disputada em novembro a final.

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TAÇA DE PORTUGAL: VITÓRIA DEVE ASSUMIR A INICIATIVA FRENTE AO FCP – ANTEVISÃO

O treinador Álvaro Pacheco afirmou hoje que o Vitória de Guimarães tem de sair da “zona de conforto” e ter iniciativa ante o FC Porto, quarta-feira, na segunda mão da meia–final da Taça de Portugal de futebol.

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O treinador Álvaro Pacheco afirmou hoje que o Vitória de Guimarães tem de sair da “zona de conforto” e ter iniciativa ante o FC Porto, quarta-feira, na segunda mão da meia–final da Taça de Portugal de futebol.

Derrotado por 1–0 no embate da primeira mão, em casa, há duas semanas, o conjunto de Guimarães mantém “a ambição e a crença” de encontrar o Sporting na final de 26 de maio, com a noção de que tem de ser muito mais “acutilante e audaz” para virar a eliminatória na visita ao Estádio do Dragão.

“São equipas muito motivadas para estar na final. Estamos a perder ao intervalo. Temos de sair da zona de conforto, de ter uma coragem muito grande em assumir o jogo. Temos de demonstrar que queremos estar na final. Temos de criar mossa”, realçou, na antevisão ao desafio marcado para as 20:15.

Vitorianos e portistas vão–se encontrar pela terceira vez em abril, depois do triunfo ‘azul e branco’ há duas semanas para a ‘prova rainha’, num jogo que o treinador descreveu como “muito tático”, e do êxito vimaranense na visita ao Dragão para o campeonato (2–1), em 07 de abril, num embate em que os ‘dragões’ concederam mais espaço, aproveitado pelos seus pupilos.

Como a equipa treinada por Sérgio Conceição “não precisa de fazer golos para estar na final”, a equipa minhota vai ter “uma abordagem estratégica diferente”, a “ter de provocar” o espaço que o FC Porto vai “tentar fechar”, acrescentou.

Convencido de que os espetadores presentes no Estádio do Dragão vão assistir a “um jogo fantástico, emotivo, bem disputado”, Álvaro Pacheco rejeitou ainda que a crise de resultados do adversário, face às duas derrotas e ao empate nas últimas três jornadas do campeonato, possa influenciar o jogo, relativo a “uma competição diferente”, à qual o FC Porto “dá prioridade”.

Questionado sobre o regresso aos golos de Taremi e as eventuais dificuldades que o ponta de lança do FC Porto pode criar, o técnico vincou ainda que o seu foco é “motivar Nélson Oliveira, Jota Silva ou Kaio César a perceberem como podem chegar ao golo”.

Álvaro Pacheco referiu também que a equipa vai saber lidar com a ausência dos lesionados Ricardo Mangas e João Mendes, que vai parar pelo menos seis meses, após a fratura no tornozelo esquerdo, sofrida no jogo de sábado com o Farense (1–1).

“O João Mendes estava a fazer uma época extraordinária, com inteligência, ‘perfume’ e capacidade de decisão, mas o plantel do Vitória tem jogadores com esse cariz, capazes de render e de ajudar a equipa. Não estando disponível, temos de motivar estes jogadores para fazer história”, vincou.

O Vitória de Guimarães defronta o FC Porto em jogo da segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal de futebol, agendado para as 20:15 de quarta-feira, no Estádio do Dragão, no Porto, com arbitragem de Artur Soares Dias, da Associação de Futebol do Porto.

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SL BENFICA X MOREIRENSE FC: ANÁLISE DE JOSÉ AUGUSTO SANTOS

Roger Schmidt já percebeu que não será fácil conseguir ultrapassar o Sporting e que nem Porto, nem Braga vão colocar em causa o 2º lugar e apresentou uma equipa nitidamente a pensar no importante e decisivo jogo de Marselha.

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Roger Schmidt já percebeu que não será fácil conseguir ultrapassar o Sporting e que nem Porto, nem Braga vão colocar em causa o 2º lugar e apresentou uma equipa nitidamente a pensar no importante e decisivo jogo de Marselha.

Apesar das 8 alterações o Benfica faz um jogo seguro, dinâmico e venceu com naturalidade apesar da boa réplica do Moreirense em especial na primeira parte. Foi uma aposta ganha pelo contestado treinador benfiquista que conseguiu o triplo objetivo do jogo, ganhar, jogar bem e fazer descansar jogadores nucleares. João Mário assumiu a batuta no meio-campo e com Kokçu muito motivado e dinâmico impulsionaram os seus colegas para uma vitória que na primeira parte o Moreirense estava a colocar em causa. Tomás Araújo poder ser uma solução à previsível saída de António Silva. Foi pena a lesão que o obrigou a ser substituído. Morato como central tem um rendimento bem superior ao de quando é adaptado a defesa esquerdo e os jogadores do ataque menos utilizados, como Tiago Araújo, Arthur Cabral e Rollheiser demonstraram argumentos para poderem ser opção em mais jogos.

O Moreirense sem nada a perder jogou o jogo pelo jogo, ainda enviou uma bola ao poste por Alanzinho mas desde a saída do ponta-de-lança André Luís no mercado de janeiro deixou de ter a mesma capacidade ofensiva, que teve na primeira volta do campeonato, porque o brasileiro é um excelente jogador e porque o conjunto de Moreira de Cónegos tinha o seu jogo muito formatado para essa referência ofensiva. A equipa joga bem, na primeira parte até teve mais posse de bola do que o Benfica, mas é pouco agressiva na fase ofensiva e na segunda parte foi anulada pela maior velocidade na circulação de bola e melhor dinâmica, apesar de nesta segunda parte só ter marcado pelo estreante Rollheiser que deu indicações de se poder transformar num jogador de topo. As alternativas para jogar em transição e velocidade pelos corredores laterais também não resultaram porque João Camacho e Kodisang foram bem anulados por Bah e Carreras.

Bom jogo de Kokçu, a jogar na posição que reclama ser a melhor para as suas características, Tiago Gouveia começa a justificar mais tempo de utilização e Alexander Bah que tem estado muito bem nos últimos jogos. Mas o melhor foi Arthur Cabral.

No Moreirense Carlos Ponk, Ofori, Alanzinho e Maracás estiveram bem.

Nota negativa para o árbitro Hélder Carvalho que cometeu alguns erros com influência no resultado. Na jogada que antecedeu o primeiro golo, João Mário fez falta sobre Ofori e o canto que resultou no 2º golo era pontapé de baliza.


José Augusto Santos, Comentador Desportivo e Treinador de Futebol Nível IV UEFA Pro.

Fonte: Vídeo BTV

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