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CIÊNCIA & TECNOLOGIA

SAÚDE: ESTUDO REVELA QUE GELATINA VEGETAL REDUZ COLESTEROL

A gelatina vegetal reduz o colesterol segundo um estudo científico da Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Politécnico de Coimbra, que investigou os benefícios do seu consumo para a saúde humana, foi anunciado esta terça-feira.

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A gelatina vegetal reduz o colesterol segundo um estudo científico da Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Politécnico de Coimbra, que investigou os benefícios do seu consumo para a saúde humana, foi anunciado esta terça-feira.

O estudo científico elaborado por Ana Valado, docente e investigadora da Escola Superior de Tecnologia da Saúde (ESTeSC) do Politécnico de Coimbra (IPC), mostra “que o potencial bioativo da carragenana, elemento presente na gelatina vegetal, faz baixar os níveis de colesterol no sangue”, anunciou esta terça-feira o IPC em comunicado enviado à agência Lusa.

Ana Valado, citada na nota, explica que “este carboidrato é obtido a partir de extratos de algas marinhas e reduz a porção de lípidos no sangue, isto é, a quantidade de gordura acumulada“.

A responsável constata que as alterações no perfil lipídico provocadas pelo uso da substância na produção de gelatina vegetal conduzem a “uma diminuição significativa nos níveis de colesterol”.

De acordo com o mesmo estudo científico da ESTeSC-IPC, a carragenana, “além de contribuir para a não acumulação de gordura no sangue”, funciona como antioxidante, anticoagulante, anticancerígeno, antifúngico e antiviral.

“Estas características, a par de se tratar de uma substância que facilmente incorpora uma solução aquosa, permitindo a formação de géis sem alterar o sabor ou a cor, fazem da carragenana um elemento já amplamente usado na indústria alimentar, como espessante, gelificante e estabilizante para a produção de leite achocolatado, requeijão, cerveja e molhos“, acrescenta.

A docente e investigadora explica que “foi feita uma comparação de análises sanguíneas em voluntários, antes e após um período de 60 dias, durante o qual consumiram diariamente 100 ml de gelatina vegetal”.

“Os indivíduos que participaram no estudo apresentavam níveis elevados de colesterol, sendo tanto do sexo feminino como masculino, com idades compreendidas entre os 20 e os 64 anos, seguindo uma dieta mediterrânea”, lê-se.

A nota sublinha que “a redução dos níveis de colesterol provocada pela ingestão de gelatina vegetal, aliada a um estilo de vida saudável, contribui para a prevenção ou diminuição das doenças cardiovasculares, principal causa de morte em todo o mundo”.

A mesma tendência verifica-se também em Portugal, onde, anualmente, “cerca de 31% dos óbitos se devem a patologias do foro cardiovascular”, adianta a nota do IPC.

Os vários colaboradores da investigação apontam a “necessidade de reduzir a taxa de mortalidade” como uma das motivações para o estudo.

Também enaltecem o objetivo de mostrar que, apesar de culturalmente menos usual, “uma dieta mediterrânea é capaz de usufruir dos benefícios da ingestão de algas marinhas, que são ricas em minerais, vitaminas e fibras e pobres em gorduras, algo característico dos países asiáticos, como o Japão, onde a incidência de doenças cardiovasculares é reduzida e a esperança média de vida é maior“, conclui a docente e investigadora Ana Valado.

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UC LEVA BIOSSENSORES AO ESPAÇO PARA AVALIAR SAÚDE DOS ASTRONAUTAS

Uma investigadora da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (UC) lidera um projeto multidisciplinar que levou até ao espaço biossensores cuja missão é avaliar a saúde dos astronautas e turistas espaciais.

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Uma investigadora da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (UC) lidera um projeto multidisciplinar que levou até ao espaço biossensores cuja missão é avaliar a saúde dos astronautas e turistas espaciais.

O projeto, denominado Lab-on-paper, “representa o primeiro voo de uma equipa portuguesa no foguetão MASER e abre portas à possibilidade de análise de alguns parâmetros com interesse para a saúde no espaço”, divulgou a UC em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

“Esta experiência inédita pretende avaliar o funcionamento de sensores semelhantes às tiras de urina no espaço, onde a gravidade é quase nula”, afirmou a líder do projeto, Akmaral Suleimenova, citada numa nota de imprensa da UC, adiantando que recorreram a sensores de açúcar (glucose) ou de antibióticos (tetraciclina), com base em tecnologias já desenvolvidas pela equipa, em 2014 e 2015.

O lançamento, que ocorreu na quarta-feira, foi acompanhado por Akmaral Suleimenova e João Gabriel Silva, professor catedrático de Engenharia Informática daquela faculdade, para “assegurar em Terra a operacionalidade dos biossensores, da estrutura mecânica desenvolvida para este efeito e da comunicação entre o foguetão e a experiência, encerrados numa caixa própria para esta viagem única”.

“Esta caixa passou, aliás, por múltiplos testes nestes últimos meses, um deles levando Akmaral Suleimenova, Guilherme Ribeiro (Universidade Nova da Lisboa) e João Pedro Coutinho (Instituto Superior de Engenharia do Porto) à Suécia, um mês antes desta partida”.

Segundo a UC, “a experiência foi bem-sucedida do ponto de vista da comunicação com o foguetão e de gravação de imagem prevista, mas nem todos os resultados esperados foram conseguidos”.

Segue-se “uma fase de análise detalhada de todos os dados recolhidos” e, “num segundo lançamento, espera-se conseguir recolher não só os dados que não foram agora obtidos, como alargar o âmbito científico da experiência”.

O Lab-on-paper é financiado pela European Low Gravity Research Association e resulta de uma colaboração que envolve cientistas da Universidade de Coimbra, do Instituto Superior de Engenharia do Porto e da Universidade Nova de Lisboa, provenientes de vários grupos/centros de investigação.

Os investigadores são Akmaral Suleimenova, Goreti Sales, Manuela Frasco, Rita Cardoso, Afonso Sampaio, Ana Carolina Marques, Elvira Fortunato, Guilherme Ribeiro, Rui Igreja e João Gabriel Silva, André Dias e João Pedro Coutinho.

“Como no espaço não há hospitais, são necessárias formas simples de analisar o estado de saúde dos astronautas ou dos turistas espaciais. A recolha de uma amostra de sangue é muito difícil, pois a ausência de gravidade dificulta a transferência de líquidos”, esclareceu o consórcio.

Face a esta situação, “os testes rápidos para saliva ou urina, que mudam de cor, são os mais adequados, uma vez que basta um pouco urina/saliva para se obter um resultado visível a olho nu”, sendo que “até à data nunca foi testada a possibilidade de usar estes sensores no espaço”, mas a equipa está a caminho de conseguir este feito.

O foguetão MASER, onde viajaram os biossensores, foi construído pela Agência Espacial Sueca e testado em lançamentos anteriores. Esta missão MASER-15 corresponde ao terceiro voo da série Suborbital Express, que inclui várias experiências de naturezas muito diversas no mesmo voo, uma delas o Lab-on-paper.

Com 12,6 metros de altura, este foguetão consegue transportar 300 quilogramas até cerca de 260 quilómetros de altitude. “Esta altitude é fundamental para que a qualidade da microgravidade a que ficam sujeitas as experiências seja elevada”, assinalou a UC.

O foguetão foi lançado no centro espacial de Esrange, no norte da Suécia, acrescentou a UC.

 

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Equipa da Universidade de Coimbra responsável pelo projeto.

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TRÁFEGO DE DADOS NA INTERNET AUMENTOU 26,7% EM 2021

O tráfego no acesso à Internet por banda larga aumentou 26,7% em 2021, um “ritmo semelhante” ao verificado antes do aumento extraordinário de 60,6% em 2020, devido ao confinamento, informou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

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O tráfego no acesso à Internet por banda larga aumentou 26,7% em 2021, um “ritmo semelhante” ao verificado antes do aumento extraordinário de 60,6% em 2020, devido ao confinamento, informou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

“O volume de tráfego associado ao acesso à Internet por banda larga alcançou os 12,8 mil milhões de GB [gigabytes], tendo crescido 26,7%, um ritmo semelhante ao verificado antes do período de confinamento devido à pandemia covid-19, em que ocorrera um aumento extraordinário do volume de tráfego devido sobretudo à massificação do teletrabalho e do acesso intenso à internet nesse período (+60,6% em 2020 e +28,7% em 2019)”, apontam as ‘Estatísticas dos Transportes e Comunicações 2021’ do INE.

Em 2021, o número de acessos à Internet aumentou 3,7% (+4,9% em 2020), atingindo 4,31 milhões, e os acessos por fibra ótica “continuaram a crescer a um ritmo assinalável (+12,8%), ainda que ligeiramente inferior ao do ano anterior (+14,1% em 2020)”.

Segundo o instituto estatístico, contrariamente aos transportes, que no ano passado ainda não tinha recuperado totalmente da crise pandémica, o setor das comunicações “saiu reforçado” da pandemia, com “acréscimos continuados das principais variáveis financeiras”.

Assim, o volume de negócios do setor somou 7.800 milhões de euros, aumentando 7,5% face ao ano anterior (+9,5% em 2020; +17,7% face a 2019), com a componente de telecomunicações a crescer 5,5% (+11,0% em 2020; +17,1% comparando com 2019), correspondendo a 6.500 milhões, e a componente de atividades postais a subir 18,9% (+1,8% em 2020; +21,0% face a 2019).

Já o Valor Acrescentado Bruto (VAB) cresceu ainda mais em 2021 do que em 2020, aumentando 9,4% após uma subida de 3,3% em 2020.

Em 2021, o serviço telefónico fixo com acesso direto registou 4,3 milhões de clientes, aumentando 2,0% face ao ano anterior, e o número de acessos telefónicos continuou a crescer (+2,0%; +2,4% em 2020), atingindo 5,3 milhões de acessos.

Segundo o INE, o tráfego de voz com origem na rede móvel registou um crescimento de 6,5% em número de chamadas (-4,5% em 2020), para 11,0 mil milhões e de 4,6% no número de minutos (+16,4% em 2020), para 35,4 mil milhões.

O tráfego internacional registou uma diminuição em chamadas (-1,6%) e em minutos (-1,1%) e o tráfego de mensagens escritas (SMS) continuou a diminuir (-5,8%; -22,6% no ano anterior), para 10,7 mil milhões de mensagens.

Em 2021, o número de assinantes do serviço de televisão por subscrição continuou a crescer (+3,0%, +3,9% em 2020), atingindo 4,4 milhões de assinantes.

O serviço com tecnologia de fibra ótica (FTTH), tal como no ano anterior, foi o único a registar um aumento de subscritores (+13,3%; +14,4% em 2020) e representou 56,9% do total, com 2,5 milhões de assinantes.

Quanto à rede postal nacional, cresceu 1,7%, após o crescimento de 8,3% em 2020, sendo composta por 15.047 pontos de acesso.

“Com mais oito novos estabelecimentos, as estações de correio cresceram 1,4% (+4,3% em 2020) para 570 estações enquanto, em sentido inverso, os postos de correio diminuíram 1,0% (-1,5% em 2020) para 1786 postos, traduzindo-se numa diminuição de 18 postos. O tráfego postal diminuiu 2,9% em 2021 (-12,0% em 2020; -14,6% face a 2019), tendo sido expedidos cerca de 586 milhões de objetos”, detalha o INE.

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PRÉMIO DISTINGUE INVESTIGAÇÃO SOBRE CANCRO E DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS

O Prémio Maria de Sousa, destinado a jovens cientistas portugueses na área da saúde, distingue em 2022 projetos de investigação sobre cancro, doenças neurodegenerativas, funcionamento do cérebro e saúde nas cidades, anunciou hoje a organização.

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O Prémio Maria de Sousa, destinado a jovens cientistas portugueses na área da saúde, distingue em 2022 projetos de investigação sobre cancro, doenças neurodegenerativas, funcionamento do cérebro e saúde nas cidades, anunciou hoje a organização.

Ao todo foram distinguidos cinco projetos, cada um financiado com 30 mil euros.

O prémio, instituído em homenagem à imunologista Maria de Sousa, que morreu com covid-19 em 2020, aos 80 anos, é promovido pela Ordem dos Médicos e pela Fundação Bial, que divulgaram em comunicado os galardoados, todos mulheres.

As premiadas são Sandra Tavares (Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto – i3S), Ana Melo (Associação do Instituto Superior Técnico para a Investigação e Desenvolvimento), Ana Rita Queiroz da Cruz (Fundação Champalimaud), Carina Soares-Cunha (Instituto de Investigação em Ciências da Vida e da Saúde da Universidade do Minho) e Daniela Rodrigues (Centro de Investigação em Antropologia e Saúde da Universidade de Coimbra).

Sandra Tavares, do i3S, propõe-se identificar proteínas que estão envolvidas no desenvolvimento de metástases (tumores secundários que se disseminaram a partir de um primário) no cancro da mama triplo-negativo, um dos mais agressivos.

Com este trabalho, a investigadora pretende descobrir uma melhor estratégia de tratamento, menos tóxica e debilitante para os doentes.

O estudo liderado por Ana Melo, da Associação do Instituto Superior Técnico para a Investigação e o Desenvolvimento, vai focar-se na proteína `tau`, cuja “deposição de agregados no sistema nervoso central está associada” a diversas doenças neurodegenerativas, como a de Alzheimer, a forma mais comum de demência.

Ana Rita Queiroz da Cruz, da Fundação Champalimaud, irá “investigar a possibilidade de vesículas extracelulares protegerem as células cancerígenas da ação do sistema imunitário”. As vesículas extracelulares são partículas muito pequenas libertadas pelas células.

Num trabalho anterior, o grupo da investigadora descobriu que as vesículas libertadas por células de cancro da pele apresentam uma proteína recetora “que reconhece uma proteína anticancerígena que é produzida por células do sistema imunitário”.

A cientista Carina Soares-Cunha, do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e da Saúde da Universidade do Minho, propõe-se identificar os genes e a função dos neurónios (células) do cérebro envolvidos na capacidade de as pessoas “associarem pistas existentes no ambiente à sua volta, como sons, cheiros ou imagens, a recompensas, como comida ou água, ou a perigos”.

A investigação “irá permitir compreender melhor o funcionamento do cérebro e usar estes marcadores genéticos ou funcionais para, no futuro, os explorar em terapias genéticas direcionadas para doenças psiquiátricas com alterações do circuito de recompensa do cérebro”.

A equipa de Daniela Rodrigues, que trabalha no Centro de Investigação em Antropologia e Saúde da Universidade de Coimbra, vai avaliar a forma como os estudantes desta universidade “experienciam e interagem com o ambiente à sua volta”, um trabalho cujos resultados “deverão incentivar o desenho de estratégias de promoção de saúde” nas cidades.

Os vencedores da segunda edição do Prémio Maria de Sousa voltaram a ser selecionados por um júri presidido pelo neurocientista Rui Costa.

A iniciativa, financiada pela Fundação Bial (ligada à farmacêutica Bial), destina-se a cientistas portugueses, até aos 35 anos, com projetos de investigação na área das ciências da saúde e inclui um estágio num centro de investigação internacional considerado de excelência.

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Prémio Maria de Sousa 2022 distingue investigação sobre cancro e doenças neurodegenerativas

 

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ENSINO SUPERIOR: DOCENTES E INVESTIGADORES EM GREVE DIA 18 DE NOVEMBRO

O Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup) anunciou hoje ter emitido um pré-aviso de greve para 18 de novembro, abrangendo todos os profissionais do ensino superior e ciência, “face à deterioração das (suas) condições de trabalho”.

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O Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup) anunciou hoje ter emitido um pré-aviso de greve para 18 de novembro, abrangendo todos os profissionais do ensino superior e ciência, “face à deterioração das (suas) condições de trabalho”.

Em comunicado, o SNESup precisa estar em causa a “instabilidade e precariedade de vínculos contratuais e os bloqueios nas oportunidades de progressão e promoção nas carreiras” de docentes e investigadores das universidades, institutos politécnicos, escolas superiores não integradas e institutos de investigação.

O protesto também é contra a “diminuição acentuada” do poder de compra daqueles profissionais, “desde há mais de 10 anos e que está a ser particularmente agravada no atual contexto de aumento da inflação”, adianta a nota.

O SNESup exige “a atualização urgente das tabelas remuneratórias das carreiras de investigação científica (ECIC), de docente do ensino superior politécnico (ECPDESP) e de docente universitário (ECDU), reivindicando ainda “níveis de financiamento que permitam a integração nas carreiras de investigadores e professores de ensino superior contratados a prazo e a tempo parcial sucessivamente ano após ano”.

Reivindicada é também “a atualização da carreira de investigação científica e a revisão das carreiras de docente do ensino superior politécnico e de docente universitário, bem como a criação de mecanismos de progressão mais justos e abrangentes nestas três carreiras”.

A greve inclui, além das aulas e assistência a alunos, as reuniões de órgãos ou serviços, avaliações ou participação em júris de avaliação.

“Os docentes do ensino superior e investigadores são sistematicamente esquecidos no Orçamento de Estado, que continua a disponibilizar verbas insuficientes para pagar os atuais salários dos docentes e investigadores”, considera Mariana Gaio Alves, presidente do SNESup, citada no comunicado.

“O subfinanciamento estatal do setor não permite criar condições para contratar profissionais em número suficiente, integrados e reconhecidos nas carreiras”, adianta.

Dados do sindicato indicam que “cerca de 42% dos docentes do ensino superior estão contratados como convidados e em muitos casos a tempo parcial, sendo ainda mais elevada a percentagem de investigadores com vínculos contratuais precários”.

Assim como que cerca de 70% dos investigadores e professores de ensino superior se concentram “nas categorias iniciais das carreiras”, apesar de terem “uma média etária elevada e longos anos de experiência profissional”.

“As verbas disponibilizadas pelo Orçamento do Estado para 2023 não acompanham o aumento crescente do número de alunos nos vários ciclos de estudos, criando pressão sobre as Instituições de Ensino Superior, ainda mais em contexto de inflação. Ao manter esta trajetória prevemos graves constrangimentos à sustentabilidade do ensino superior em Portugal”, salienta a presidente do SNESup.

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