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FC PORTO: SÉRGIO CONCEIÇÃO ALERTA PARA MOMENTO DO GIL VICENTE

O campeão nacional FC Porto precisa de “estar alerta e muito ligado” para se impor na receção ao Gil Vicente, na quarta-feira, dos quartos de final da Taça da Liga de futebol, advertiu hoje o treinador Sérgio Conceição.

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O campeão nacional FC Porto precisa de “estar alerta e muito ligado” para se impor na receção ao Gil Vicente, na quarta-feira, dos quartos de final da Taça da Liga de futebol, advertiu hoje o treinador Sérgio Conceição.

“É um jogo a eliminar e que temos obrigatoriamente de o ganhar para estarmos na ‘final four’. Esperamos fazê-lo durante os 90 minutos. Houve algumas nuances que mudaram, mas conhecemos bem o Gil Vicente. Com muitos dos jogadores deste plantel, fez um campeonato muito interessante na época passada e direi que foi a verdadeira surpresa. Dentro de um jogo difícil, cabe-nos ir à procura do resultado, ser fiéis àquilo que somos como equipa e olhar para mais uma final”, notou o técnico, em conferência de imprensa.

Os ‘galos’ venceram o Grupo E, com sete pontos, à frente do também primodivisionário Portimonense e dos ‘secundários’ Nacional e Sporting da Covilhã, já sob orientação de Daniel Sousa, que sucedeu a Ivo Vieira após a paragem da I Liga para o Mundial2022.

“O novo treinador entrou há três jogos e devolveu alguma confiança à equipa. Trabalhar em cima de resultados positivos é melhor e o último foi muito positivo [vitória por 3-0 em Portimão]”, lembrou Sérgio Conceição, que viu o FC Porto melhorar a sua prestação na Taça da Liga face a 2021/22, ao acabar no topo da ‘poule’ A, também com sete pontos.

Os ‘dragões’ empataram com o Mafra (2-2), da II Liga, antes de baterem Desportivo de Chaves (2-0) e Vizela (4-0), ambos do escalão principal, numa prova em que marcaram apenas um golo até ao intervalo, em oposição aos sete anotados nas segundas partes.

“Às vezes, juntam-se ali duas ou três razões para que as coisas não nos corram tão bem. Não acho que não entrar bem seja um comportamento padrão, antes pelo contrário. Por muitas vezes, a equipa entra forte e continua forte durante o jogo. Espero que amanhã [na quarta-feira] sejamos essa equipa completa durante os 90 minutos para ganhar”, frisou.

O FC Porto entrou a ganhar em casa ao Vizela com um golo do espanhol Toni Martínez logo aos 46 segundos, o mais precoce de sempre do clube na Taça da Liga, mas Sérgio Conceição falou no “mérito do adversário” em ter equilibrado o jogo na etapa inaugural.

“Não quer dizer que há falta de vontade em ganharmos no primeiro, no 20.º ou no último minuto. A vontade e a preparação são sempre iguais. Agora, posso confidenciar que não foi tanto culpa dos jogadores. Houve algum mérito do Vizela na primeira parte e algum demérito meu por não ter alertado os atletas para situações que não estávamos a fazer bem”, partilhou, acerca de uma partida sentenciada com três tentos depois do intervalo.

Os ‘azuis e brancos’ subiram de rendimento a partir das entradas dos habituais titulares Otávio, Evanilson e Taremi no reatamento, três opções justificadas pelo treinador com a urgência de “mudar certas situações na pressão e na dinâmica com e sem bola”.

O terceiro golo chegou de bola parada, num livre ‘estudado’ entre os brasileiros Pepê e Wendell, que se estreou a marcar ao 17.º encontro em 2022/23, encaminhando a quinta presença na ‘final four’ do finalista derrotado em 2009/10, 2012/13, 2018/19 e 2019/20.

“Quando um desafio está difícil, uma bola parada pode ser decisiva e temos plena noção disso. Promovemos essas situações quando há exímios batedores, como era o caso do Alex Telles e de outros jogadores. Estou a lembrar-me de um golo do Marega, que não era aquele batedor… [risos]. Importante é metê-la [a bola] lá dentro [da baliza]. Agora, obviamente, se tiver alguém que a meta de forma direta é mais simples”, referiu.

A receção aos minhotos antecede o regresso da I Liga frente ao Arouca, da 14.ª jornada, em 28 de dezembro, numa fase em que Sérgio Conceição está desfalcado de Francisco Meixedo, Pepe, do nigeriano Zaidu e do canadiano Stephen Eustáquio, todos por lesão.

“Fazendo uma analogia com os automóveis, se preparamos um carro para uma próxima pista, que até é mais mediática do que a que temos amanhã [na quarta-feira], corremos o risco de ter um acidente e, depois, não termos nem uma nem outra [pista]. Eu preparo o jogo a pensar no Gil Vicente e não no campeonato. Aqueles que acho que estão melhor em termos físicos, anímicos e na estratégia são aqueles que entram de início”, concluiu.

O campeão nacional FC Porto recebe o também primodivisionário Gil Vicente na quarta-feira, a partir das 20:15, no Estádio do Dragão, no Porto, no terceiro embate dos quartos de final da Taça da Liga, que será arbitrado por Manuel Mota, da associação de Braga.

O vencedor vai encontrar, depois, o ‘secundário’ Académico de Viseu ou o Boavista, do escalão principal, na ‘final four’ da 16.ª edição da prova, que vai voltar a ser disputada pela terceira época seguida no Estádio Municipal de Leiria, entre 24 e 28 de janeiro de 2023.

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PRIMEIRA LIGA: ESTORIL PRAIA VAI IMPUGNAR O JOGO EM CHAVES

O Estoril Praia vai “tomar medidas legais” para impugnar o jogo da 30.ª jornada da I Liga de futebol disputado em Chaves, no domingo, que terminou empatado 2-2, após uma invasão de campo, considerando-o um “episódio gravíssimo”.

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O Estoril Praia vai “tomar medidas legais” para impugnar o jogo da 30.ª jornada da I Liga de futebol disputado em Chaves, no domingo, que terminou empatado 2-2, após uma invasão de campo, considerando-o um “episódio gravíssimo”.

“O Estoril Praia está a tomar medidas legais para que seja feita justiça pela defesa dos seus atletas, dos seus elementos, e também pelo melhor interesse do futebol profissional português. A capacidade de decisão e reação de todos os envolvidos nas competições profissionais tem de ser implacável”, pode ler-se no texto assinado pelo presidente do clube, Ignacio Beristain.

Em Chaves, uma invasão de campo quando decorria o período de descontos resultou em desacatos e agressões entre adeptos flavienses e jogadores do Estoril Praia, com o guarda-redes Marcelo Carné e o defesa Pedro Álvaro a serem expulsos com cartão vermelho direto.

Após uma paragem de cerca de 20 minutos, o jogo foi retomado, com a equipa da casa a chegar ao 2-2 com um golo aos 90+20 minutos, por intermédio de Morim, quando o avançado João Carlos defendia a baliza do Estoril Praia, devido à expulsão do guarda-redes numa altura em que o emblema “canarinho” já tinha esgotado as substituições.

A equipa da casa marcou primeiro, por intermédio de João Correia, aos 32 minutos, mas os estorilistas conseguiram a reviravolta, com golos de Basso (58) e Fabrício (71), cedendo o empate depois do reinício do encontro.

“O futebol profissional deve dar o exemplo ao futebol não profissional sobre quais são as melhores práticas e comportamentos a serem adotados, e não o contrário. Este fim de semana, numa divisão distrital, um jogador foi agredido por um indivíduo que assistia ao encontro e, apesar de ainda faltar bastante tempo regulamentar, foi tomada a decisão de interromper imediatamente o jogo. Na I Liga aconteceu o mesmo, mas decidiu-se retomar a partida. Uma equipa beneficiou e o agressor foi quem obteve vantagem“, defende a administração do Estoril Praia.

O emblema da Linha de Cascais criticou a decisão do árbitro Nuno Almeida retomar a partida depois da invasão.

“Perante a gravidade dos factos, o Estoril Praia considera incompreensível e inaceitável que não se tenha dado o jogo por terminado de forma definitiva. O Estoril comunicou ao árbitro a situação de insegurança sentida pelos seus jogadores e equipa técnica, solicitando que desse o jogo por concluído, por entender que os atletas já não estavam em condições mentais e anímicas de voltar a competir”, detalha o emblema cascalense.

Ainda de acordo com o Estoril, “mesmo após a decisão do árbitro de retomar a partida, continuaram os arremessos de objetos para dentro do campo, comprovando que não estavam reunidas as condições de segurança necessárias”.

“As forças de segurança são responsáveis pela segurança do terreno de jogo, mas é o árbitro quem decide sobre o estado anímico dos jogadores”, prossegue o Estoril Praia.

Um dia depois destas ocorrências, o Estoril Praia denuncia que “o episódio gravíssimo que ocorreu em Chaves é consequência da falta de sensibilidade e de força para serem tomadas as melhores decisões em defesa do espetáculo e da verdade desportiva“.

A Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD) instaurou nesta segunda-feira um processo contraordenacional aos incidentes no jogo entre o Desportivo de Chaves e Estoril Praia.

Já a PSP deu conta da identificação de um jogador de futebol por suspeita de crime de ofensa à integridade física durante os desacatos, que resultaram na detenção de seis pessoas no referido encontro da I Liga.

“Pelas 17h26 [de domingo], altura em que o jogo de futebol ainda decorria, ocorreu uma situação de invasão da área do espetáculo desportivo […], o que motivou a intervenção da PSP. Durante esta ação policial foram detidos seis cidadãos, designadamente quatro homens e duas mulheres, com idades compreendidas entre os 30 e os 60 anos, por suspeita da prática do crime de invasão da área do espetáculo desportivo”, detalha a Polícia de Segurança Pública, em comunicado.

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SC FARENSE X SL BENFICA: ANÁLISE DE JOSÉ AUGUSTO SANTOS

Benfica com excelente primeira parte poderia ter resolvido o jogo se tivesse eficácia nas oportunidades que criou, contra um Farense bem organizado, intenso dinâmico que conseguiu manter-se no jogo com o belo golo de Belloumi. Na segunda parte Álvaro Carreras retirou todas as dúvidas ao marcar o seu primeiro golo pelos encarnados.

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Benfica com excelente primeira parte poderia ter resolvido o jogo se tivesse eficácia nas oportunidades que criou, contra um Farense bem organizado, intenso dinâmico que conseguiu manter-se no jogo com o belo golo de Belloumi. Na segunda parte Álvaro Carreras retirou todas as dúvidas ao marcar o seu primeiro golo pelos encarnados.

Roger Schmidt alterou substancialmente o 11 inicial colocando João Mário ao lado de Florentino no corredor central, Carreras teve oportunidade na polémica posição de lateral esquerdo, Tiago Gouveia na ala esquerda e Kokçu no apoio a Arthur Cabral. A equipa ficou mais criativa, dinâmica, rápida, com outra disponibilidade física e com excelente movimentação e ligação criou muitas dificuldades à organização defensiva dos algarvios.

José Mota o mais experiente treinador e um dos melhores em Portugal, planeou defender bem e explorar as transições, mas os seus jogadores não tiveram argumentos para bloquear a circulação em velocidade que o Benfica teve na primeira parte.

Não encontrou antidoto para impedir a projeção de Bah para o ataque em combinações com Di Maria que lhe custou 2 golos e teve muitos problemas para contrariar a dinâmica no corredor central de Arthur Cabral e Kokçu, que criaram várias situações de vantagem numérica com os movimentos de apoio de João Mário. Ofensivamente teve intensidade, velocidade e posse de bola, mas faltou criatividade e capacidade de desequilíbrio a José Luís e Marco Matias. Atacou quase sempre pelo lado esquerdo através de combinações entre Marco Matias e Rafael Barbosa, mas faltou variar e explorar a criatividade e capacidade técnica de Belloumi no lado contrário. No ataque notou-se a falta de Matheus Oliveira e Bruno Duarte.

Nos leões de Faro os melhores foram Belloumi que fez um excelente golo e exibição, Claúdio Falcão foi importante nos duelos individuais com bom poder de antecipação. Pastor teve muita disponibilidade física, Ricardo Velho sem hipótese de defesa nos golos dos encarnados, Igor Rossi não cometeu erros e Rui Costa que mexeu com a equipa e poderia ter marcado com um bom remate cruzado que passou ligeiramente ao lado.

Nos encarnados as melhores exibições foram de Alexander Bah, decisivo com cruzamentos perfeitos para os dois primeiros golos, Di Maria continua com uma técnica individual superlativa quase marcava em excelente jogada individual, Arthur Cabral fez mais um bom jogo, marcou com nota artística e ainda fez um espetacular remate ao poste um não menos espetacular pontapé de bicicleta que obrigou Ricardo Velho a boa defesa, Carreras fez o melhor jogo desde que ingressou no Benfica coroado com um bom golo e provavelmente Kokçu tem razão naquela que é a sua melhor posição, mas existe Rafa…

Gustavo Correia o árbitro teve critério largo o que favoreceu a dinâmica do jogo. Errou ao não marcar um penalti a favor do Farense por empurrão de Carreras a Belloumi.


José Augusto Santos, Comentador Desportivo e Treinador de Futebol Nível IV UEFA Pro.

Fonte: Vídeo Sport TV

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