Ao longo deste ano, a cobrança coerciva de impostos deve levar o fisco a amealhar 1104 milhões de euros, noticia o Diário de Notícias. A Autoridade Tributária e Aduaneira considera que esta meta só chegará a bom porto caso se intensifiquem vários processos, como automatismos e aplicações informáticas.
Nesse sentido, já se avançou com o reforço dessas monitorizações, de acordo o jornal, que explica ainda que as Finanças não vêem a meta como fácil dada a “diminuição da carteira líquida tramitável”.
No Plano de Atividades das Finanças para este ano pode verificar-se que concretização deste objectivo vai implicar uma “monitorização rigorosa e um acompanhamento de proximidade no que se refere ao desempenho de todos os serviços, a par da implementação de medidas de gestão da carteira, suportada na análise da maturidade e da dívida”.
Prevê-se que 2017 seja caracterizado por um aumento da presença de inspetores tributários no terreno e a fortalecimento de ações a nível central, essencialmente no comércio online, imóveis, restaurantes, hotéis e realização de obras, as áreas identificadas como prioritárias no Plano Luta contra a Fraude e Evasão Fiscal e Aduaneira.
JF

