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HÁ 100 MIL GAGOS E O PRECONCEITO É A MAIOR BARREIRA

A Associação Portuguesa de Gagos vê na eleição de uma deputada parlamentar com gaguez uma oportunidade para que mais pessoas assumam a sua condição sem vergonha, contribuindo para derrubar preconceitos.

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A Associação Portuguesa de Gagos vê na eleição de uma deputada parlamentar com gaguez uma oportunidade para que mais pessoas assumam a sua condição sem vergonha, contribuindo para derrubar preconceitos.

“Poderá sem dúvida contribuir para colocar na ordem do dia a questão da gaguez, tão dada a mal-entendidos e estereótipos, que contribuem para inferiorizar a pessoa que gagueja. Infelizmente foi o que vimos também acontecer nesta campanha eleitoral, com o propagar de vários mitos”, afirmou à agência Lusa o presidente da Associação Portuguesa de Gagos, a propósito da eleição da deputada do Livre, Joacine Katar Moreira.

Num país que terá cerca de 100 mil pessoas com gaguez, José Carlos Domingues frisa que “a maior fonte de sofrimento para os gagos são, geralmente, os preconceitos”, mais do que a dificuldade em dizer determinadas palavras.

Os preconceitos, refere, “menorizam a participação na vida em sociedade”, tal como o acontece com o “humor fácil, pouco inteligente e desrespeitoso que por vezes é feito à custa de quem gagueja”.

“Esperamos que mais assumam a sua gaguez como algo de que não têm de se envergonhar e que possam realizar projetos de vida. A aceitação da gaguez é o caminho percorrido pela Associação desde há vários anos”, refere José Carlos Domingues, advogando uma “visão salutar da gaguez entre quem gagueja, de modo a que a gaguez não impeça a realização pessoal e profissional”.

Segundo a terapeuta da fala Jaqueline Carmona, a gaguez é uma perturbação da fala em que a pessoa sabe exatamente o que quer dizer, mas em que o seu discurso oral é caracterizado por repetições, prolongamentos, pausas ou por bloqueios de som.

“Ainda se pode observar, associado aos anteriores, movimentos faciais ou do corpo enquanto a pessoa fala”, refere o texto da terapeuta que é divulgado no ‘site’ da Associação Portuguesa de Gagos.

Estima-se que a gaguez afete cerca de um por cento da população mundial, o que, extrapolando para Portugal, significa que podem existir cerca de 100 mil gagos no país.

As causas podem ser genéticas, já que 60% dos gagos têm um familiar com gaguez, neurológicas ou psicossociais.

Está afastada a hipótese de que se trata de um problema emocional, de ansiedade ou nervosismo, refere ainda a Associação.

A gaguez não tem cura, mas pode ter tratamento, sendo importante um diagnóstico e intervenção precoces.

As crianças começam a manifestar gaguez, geralmente, entre os 2 e os 5 anos. Quanto mais tempo permanecem as características de gaguez e quanto mais tarde surge, menor se torna a probabilidade de desaparecer.

Há, contudo, uma gaguez transitória nas crianças, que aparece e desaparece sem causa e de modo aleatório. Esta gaguez transitória é caracterizada por não ter mais de duas repetições consecutivas, não haver mais de 10 falhas na fluência em cerca de 100 palavras, bem como pelo facto de as repetições não terem tensão física ou esforço associado.

Ainda a propósito da eleição da deputada Joacine Moreira, o presidente da Associação Portuguesa de Gagos recordou, em paralelismo, “o mediatismo conferido à gaguez em 2011”, com o filme “O Discurso do Rei”, que aborda a gaguez do rei George VI, de Inglaterra.

A Associação aproveita para lembrar outros nomes de “gagos famosos”, como Marilyn Monroe, Joe Biden, Bruce Willis, Winston Churchill ou Ed Sheeran. Em Portugal, destacam-se os casos de Mário Laginha, Raul Solnado ou José Saramago.

NACIONAL

CONSERVATÓRIAS DENUNCIAM “GRAVES CONSTRANGIMENTOS INFORMÁTICOS”

O Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e do Notariado (STRN) alertou hoje que, “uma vez mais”, as Conservatórias de Registos estão com “graves constrangimentos informáticos”.

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O Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e do Notariado (STRN) alertou hoje que, “uma vez mais”, as Conservatórias de Registos estão com “graves constrangimentos informáticos”.

“As Conservatórias de Registos estão com graves constrangimentos informáticos, nomeadamente sem acesso às caixas de e-mail e com as aplicações informáticas de suporte aos registos muito lentas e com diversas entropias que levam ao desespero os conservadores de Registos e os oficiais de Registos que nelas trabalham”, referiu o STRN em comunicado.

Segundo o sindicato, a este cenário soma-se “um parque informático nas Conservatórias de Registos com mais de 20 anos”, bem como a falta de mais de 34% do efetivo necessário (242 conservadores de Registos e 1.691 oficiais de Registos), o que tem provocado “enormes e graves constrangimentos internos e externos, que têm prejudicado diversos serviços públicos essenciais aos cidadãos e às empresas”.

Na mesma nota, o presidente do STRN, Arménio Maximino, considera incompreensível que, apesar de o Instituto dos Registos e Notariado (IRN) gerar mais de 600 milhões de euros de receita por ano, o setor “tenha batido completamente no fundo e que os cidadãos não tenham acesso a serviços públicos essenciais atempadamente”.

O STRN defende que o atual Governo tem de avançar com “medidas que resolvam, entre outros, este problema, a bem do serviço público essencial que o IRN disponibiliza a todos os cidadãos”.

No entender de Arménio Maximino, a criação do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça (IGFEJ), resultante da extinção do Instituto das Tecnologias de Informação na Justiça e do Instituto de Gestão Financeira e de Infraestruturas da Justiça foi “um enorme erro, o que se tem vindo a provar ao longo dos anos e que urge ser corrigido”.

“O IGFEJ nunca dá resposta atempada aos constrangimentos informáticos que têm, quer as aplicações informáticas de suporte aos registos, quer os equipamentos utilizados nas Conservatórias de Registos, pelo que é preciso permitir que o IRN tenha um Departamento Informático devidamente capacitado para poder responder cabalmente a este tipo de falhas, em vez de ficar dependente da inércia ou da boa vontade do IGFEJ”, criticou o dirigente sindical.

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ESTRADAS: SETE MORTOS E 11 FERIDOS EM “APENAS” DOIS DIAS – ACIDENTES

Sete pessoas morreram e 11 ficaram feridas com gravidade em acidentes rodoviários no sábado e no domingo, segundo dados provisórios da sinistralidade disponíveis na página da internet da Guarda Nacional Republicana (GNR).

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Sete pessoas morreram e 11 ficaram feridas com gravidade em acidentes rodoviários no sábado e no domingo, segundo dados provisórios da sinistralidade disponíveis na página da internet da Guarda Nacional Republicana (GNR).

Entre as 00h00 de sábado e as 24 horas de domingo, a GNR contabilizou, na sua área de atuação, 338 acidentes, que causaram sete mortos, 11 feridos graves e 121 ligeiros.

No sábado foram registados 175 acidentes, dois mortos (nos distritos de Aveiro e Bragança), oito feridos graves e 70 ligeiros.

De acordo com os dados da GNR, no domingo foram registados 163 acidentes, cinco mortos (nos distritos de Faro, Portalegre, Porto, Santarém e Viseu), três feridos graves e 51 ligeiros.

Segundo a GNR, entre segunda e sexta-feira tinham sido registados 968 acidentes, que causaram cinco mortos, dois na terça-feira nos distritos de Braga e Lisboa, um na quinta-feira em Castelo Branco e dois na sexta-feira em Lisboa e Setúbal.

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