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ECONOMIA & FINANÇAS

HOSPITAIS PRIVADOS ALERTAM UTENTES DA ADSE

Esta quinta-feira, a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) alertou que está em risco o acesso dos beneficiários da ADSE à rede convencionada.

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Esta quinta-feira, a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) alertou que está em risco o acesso dos beneficiários da ADSE à rede convencionada.

O acesso dos beneficiários da ADSE, o subsistema dos funcionários públicos, aos serviços dos hospitais privados está em risco. Este é o alerta da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP).

“Se o caminho para a sustentabilidade passa por continuamente insultar publicamente os prestadores privados e proceder a corte administrativos cegos e insustentáveis, resta aos prestadores privados aceitar que os nomeados representantes dos beneficiários pretendem acabar com este subsistema“, afirma a APHP em comunicado.

Acusando o Instituto de Proteção e Assistência na Doença – ADSE de querer voltar a aplicar um corte de 10% no valor dos atos pagos aos hospitais privados, a APHP exige saber quem fala em nome da ADSE e depois “iniciar um novo ciclo de negociações, que parta da identificação prévia do objetivo global e final, rejeitando continuar a discussão de medidas avulsas”.

A associação diz que não é possível aos operadores privados manter a atividade com qualidade e segurança com esses cortes.

Além disso, explica que os prestadores convencionados receberam esta semana uma informação do conselho diretivo da ADSE que prova que, “mais uma vez”, a ADSE “só pretende impor cortes cegos”, sem qualquer lógica clínica, económica ou qualitativa.

“Os dirigentes da ADSE, que deveriam estar centrados na defesa do interesse dos seus beneficiários, voltam assim a querer pôr em causa a sustentabilidade de um subsistema de saúde em que mais de um milhão e 200 mil portugueses confiam”, avisa a associação, acrescentando que não aceita a postura nem a “ameaça constante de medidas pontuais”.

Com “cortes administrativos cegos” e insultos públicos aos operadores privados, estes terão de aceitar que a direção da ADSE quer acabar com o subsistema, frisa a associação.

A APHP termina o comunicado afirmando que não vê futuro no esforço de diálogo com a ADSE, que se não for reequacionado “levará necessariamente à redução da rede convencionada”.

LUSA

ECONOMIA & FINANÇAS

MARCELO PROMULGA DIPLOMA DE RECUPERAÇÃO DO TEMPO DE SERVIÇO DOCENTE

O Presidente da República promulgou hoje o diploma que estabelece o regime de recuperação do tempo de serviço congelado aos professores, anunciou a Presidência da República.

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O Presidente da República promulgou hoje o diploma que estabelece o regime de recuperação do tempo de serviço congelado aos professores, anunciou a Presidência da República.

“O Presidente da República promulgou o diploma que estabelece um regime especial de recuperação do tempo de serviço dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário”, anuncia o ‘site’ da Presidência da República Portuguesa.

A recuperação do tempo de serviço congelado aos professores durante a ‘Troika’ foi um dos principais motivos dos protestos e greves que decorreram no final do anterior Governo, tendo a atual equipa governativa chegado a acordo com a maioria dos sindicatos do setor para uma recuperação faseada do tempo ainda devido.

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CERTIFICADOS DE AFORRO PERDEM 110,9 MILHÕES DE EUROS DESDE OUTUBRO

O valor total aplicado em certificados de aforro (CA) manteve em junho a tendência de queda, tendo perdido 110,9 milhões de euros desde outubro, segundo mostram os dados do Banco de Portugal (BdP).

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O valor total aplicado em certificados de aforro (CA) manteve em junho a tendência de queda, tendo perdido 110,9 milhões de euros desde outubro, segundo mostram os dados do Banco de Portugal (BdP).

De acordo com os dados divulgados hoje pelo supervisor da banca, no final de junho estavam aplicados em certificados de aforro 33.960,6 milhões de euros. O valor traduz uma queda de cerca de três milhões de euros face a maio e confirma a trajetória de queda que começou a observar-se a partir de outubro do ano passado, mês em que os CA atingiram um ‘pico’ de 34.071,5 milhões de euros.

Neste espaço de oito meses, a diferença entre novas aplicações (emissões) em CA e a retirada de dinheiro aplicado nestes títulos de dívida pública (reembolsos), traduziu-se num saldo negativo de quase 111 milhões de euros.

Depois de vários meses a registarem uma forte procura, que começou a mostrar-se de forma mais evidente a partir de meados de 2022 devido à subida das euribor, os certificados de aforro começaram a perder o interesse dos aforradores, após o Governo anterior ter decidido encerrar a série em negociação (a ‘série E’) e ter lançado uma nova (a ‘série F’), remunerada com uma taxa de juro mais baixa.

Segundo os dados, entretanto, também divulgados pela Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), durante o mês de junho foram aplicados 230 milhões de euros em CA e retirados 233 milhões de euros, resultando na diminuição de três milhões de euros no saldo global.

Já no que diz respeito aos certificados do tesouro (CT) – outro dos títulos de dívida pública que os aforradores particulares podem subscrever aos balcões dos CTT – o saldo global registado em junho era de 10.324,88 milhões de euros, menos 66,38 milhões de euros do que no mês anterior, segundo a informação divulgada pelo BdP.

Os dados do IGCP, por seu lado, mostram que durante o mês de junho os aforradores retiraram 70 milhões de euros dos CT, enquanto as novas entradas de dinheiro rondaram os quatro milhões de euros.

Os CT atingiram 17.865,38 milhões de euros em outubro de 2021, o valor mais elevado desde que este produto foi lançado. De então para cá, a tendência tem sido de queda.

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