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NACIONAL

IPO LANÇA NOVO PORTAL NO DIA MUNDIAL DO CANCRO

O IPO Lisboa lança hoje um novo portal de internet que pretende dar resposta a necessidades identificadas pelos doentes e pelo público e reforçar a ligação a outras unidades de saúde.

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O IPO Lisboa lança hoje um novo portal de internet que pretende dar resposta a necessidades identificadas pelos doentes e pelo público e reforçar a ligação a outras unidades de saúde.

Na data em que se assinala o Dia Mundial da Luta contra o Cancro, o Instituto Português de Oncologia de Lisboa lança “uma identidade visual renovada, uma nova assinatura, um novo portal de internet”, mantendo “a mesma cultura de serviço público e os mesmos valores de sempre”, afirma o IPO em comunicado.

O novo portal, desenvolvido em torno da missão do IPO de cuidados, investigação e ensino, “procura dar resposta a necessidades identificadas pelos doentes e pelo público e reforçar a ligação a outras unidades de saúde, a centros de investigação e ao tecido social e empresarial”, sublinha o instituto.

O IPO Lisboa lança também um novo logótipo, concebido no âmbito de um projeto de modernização da imagem do instituto.

O novo logótipo “reafirma a história, a personalidade, o conhecimento e o humanismo do Instituto, reflete a luta contra o cancro e os valores do fundador, o professor Francisco Gentil”, adianta.

O novo website, já com a aplicação do novo símbolo da marca “IPO Lisboa Francisco Gentil”, tem “um design moderno e atrativo, uma ergonomia fluida e intuitiva”, segundo a descrição do IPO, e pode ser acedido no mesmo endereço: www.ipolisboa.min-saude.pt.

No portal, os utentes encontram “informação credível na área da oncologia”, o acesso ao IPO e o percurso dos doentes, do diagnóstico ao tratamento e cuidados de suporte, os projetos de investigação em curso, as iniciativas na área da formação, os projetos e as parcerias com a sociedade civil, entre outros conteúdos.

Programado em modo ‘responsive’, todos os conteúdos estão acessíveis em telemóveis, ‘tablets’, computadores portáteis e podem ser partilhados no Facebook, Twitter, LinkedIn e Youtube, redes sociais integradas no novo site do IPO Lisboa.

“Concebido no âmbito da renovação em curso no IPO Lisboa, o novo site de internet será brevemente a via de acesso a uma nova funcionalidade ainda em desenvolvimento e que permitirá aos doentes obter informação sobre consultas e exames marcados, relatórios médicos, declarações de presença, entre outros documentos”, adianta o comunicado.

A nova imagem do IPO será divulgada esta semana em ‘mupis’ espalhados por Lisboa, em espaços cedidos pela autarquia.

A nova identidade visual do IPO e o novo portal de internet são projetos que decorrem dos investimentos em curso na modernização administrativa e tecnológica e do Plano Estratégico do Instituto para o triénio 2018-2020, que tem como um dos seus objetivos estratégicos o reforço da marca “IPO”, afirma o instituto.

Em 2017, o IPO Lisboa realizou mais de 260 mil consultas, das quais 47.500 foram consultas de primeira vez, 7.000 cirurgias (2.000 feitas em ambulatório) e fez 100 transplantes de medula (um terço em crianças).

Em Portugal, a prevalência do cancro está a aumentar e o número de doentes em tratamento no IPO também. Em 2017 foram assistidos mais de 11.000 novos doentes e, por ano, o instituto acompanha mais de 57.000 pacientes.

Quanto ao cancro pediátrico, o IPO recebe cerca de 195 novos casos por ano e tem 400 em tratamento.

LUSA

NACIONAL

EDUCAÇÃO: FENPROF ALERTA QUE SETEMBRO SERÁ UM MÊS “EXIGENTE” NAS ESCOLAS

O secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) alertou hoje que o mês de setembro vai ser “muito exigente” por causa da aplicação do Plano + Aulas + Sucesso e da falta de docentes no próximo ano letivo.

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O secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) alertou hoje que o mês de setembro vai ser “muito exigente” por causa da aplicação do Plano + Aulas + Sucesso e da falta de docentes no próximo ano letivo.

“Setembro vai ser um mês muito exigente”, avisou hoje Mário Nogueira, o secretário-geral da Fenprof, durante uma conferência de imprensa no Porto para fazer o balanço do ano letivo de 2023-2024 e perspetivar o próximo ano escolar.

Segundo Mário Nogueira, quando o ano escolar abrir em setembro as escolas vão ter muitos professores que vão chegar pela primeira vez, vão ter de reorganizar todo o serviço tendo em conta a recuperação de docentes que em julho foram informados de que não teriam componente letiva (horários zero) e vão ter de aplicar as medidas que resultarem do Plano +Aulas + Sucesso “que sem mais professores não irá reduzir em 90% o número de alunos sem, pelo menos, um professor”.

Além de todas as mudanças, Mário Nogueira disse que em setembro as escolas vão também ter de aplicar o “complexo mecanismo de recuperação do tempo de serviço”.

“Quando se iniciarem as aulas, teremos mais professores a aposentarem-se, o que acontecerá ao longo do ano letivo, certamente mais a adoecerem, muitos devido à sobrecarga de trabalho (…) e o Ministério [da Educação] a tentar avançar com algumas medidas que poderão gerar crispação com os professores”, disse.

A Fenprof exemplificou com as alterações ao regime de concursos que ponham em causa o critério da graduação profissional, alterações de avaliação de desempenho se for critério os resultados dos alunos, mudanças de regime da gestão das escolas, se for intenção profissionalizar o cargo de diretor, criando um estatuto e uma carreira próprios”.

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NACIONAL

GREVE DOS TRABALHADORES DA CP PODE CAUSAR PERTURBAÇÕES NA CIRCULAÇÃO

O Tribunal Arbitral decretou serviços mínimos de 20% para os comboios urbanos e regionais mas a greve dos trabalhadores da CP, convocada por diversos sindicatos, que decorre hoje e na quarta-feira, deverá levar a perturbações na circulação.

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O Tribunal Arbitral decretou serviços mínimos de 20% para os comboios urbanos e regionais mas a greve dos trabalhadores da CP, convocada por diversos sindicatos, que decorre hoje e na quarta-feira, deverá levar a perturbações na circulação.

De acordo com informação divulgada no site da CP, os serviços mínimos foram decretados para os comboios urbanos e regionais, não contemplando os restantes. A decisão do Tribunal Arbitral abrange, na percentagem referida, o serviço Regional e Interregional (linhas do Minho, Douro, Leste, Oeste, Beira Baixa e linha do Norte — neste último caso de e para Coimbra/Entroncamento) e o Urbano (linhas da Azambuja, Coimbra e Guimarães).

“Informamos que, por motivo de greves convocadas pelos sindicatos ASCEF, ASSIFECO, FENTCOP, SINAFE, SINDEFER, SINFA, SINFB, SIOFA, SNAQ, SNTSF, STF e STMEFE, para o período compreendido entre as 00:00 e as 24:00 dos dias 22 e 24 de julho de 2024, preveem-se perturbações na circulação com impacto nos dias 22 e 24 de julho”, refere a CP numa nota.

“Aos clientes que já tenham bilhetes adquiridos para viajar em comboios dos serviços Alfa Pendular, Intercidades, Internacional, Interregional e Regional, a CP permitirá o reembolso, no valor total do bilhete adquirido, ou a sua troca gratuita para outro comboio da mesma categoria e na mesma classe”, indicou.

O reembolso ou troca podem ser efetuados no ‘site’ da CP ou nas bilheteiras, até 15 minutos antes da partida. Podem ainda pedir a devolução do dinheiro até 10 dias depois da greve.

Estes trabalhadores já estiveram em greve no dia 28 de junho.

Para os sindicatos, “é inaceitável” que a administração da CP, depois de ter garantido que iria estender a todos os trabalhadores um acordo que foi celebrado com uma organização sindical, queira condicionar isso à aceitação da proposta de regulamento de carreiras.

O Governo, a CP e o Sindicato Nacional dos Maquinistas dos Caminhos de Ferro Portugueses (SMAQ), que tinha convocado uma greve entre 27 de junho e 14 de julho, que foi suspensa, chegaram, recentemente, a acordo.

A operadora chegou também a acordo com o Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI) quanto à revisão das carreiras, incluindo um aumento salarial de 1,5% e a subida do subsídio de refeição para 9,20 euros.

A Fectrans defendeu que a proposta “aumenta a polivalência de funções e não valoriza a grelha salarial”, o que disse ser uma “medida estratégica” para recrutar novos trabalhadores e manter os atuais.

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