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LAR SUSPEITO DE LIGAÇÕES À IURD CONTINUA A SER FINANCIADO PELO ESTADO

Chama-se ” Casa de Acolhimento Mão Amiga” e é uma IPSS que em 2016 e 2017 foram beneficiárias do programa de estágios e apoio à contratação de funcionários para esta “instituição”. Esta informação já foi confirmada pelo IEFP.

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“A Casa de Acolhimento Mão Amiga é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, que funciona na rua Cidade de Benguela, Lote 555, em Lisboa. Em 2016 e 2017 foram aprovadas pelo IEFP duas candidaturas a estágios e duas candidaturas de Apoio à Contratação de funcionários desta instituição”, defende o IEFP ao ‘CM’.

O Lar Mão Amiga, na Gago Coutinho, em Lisboa, onde há suspeitas de adoções ilegais nos anos 90, continua a ser financiado pelo Estado através do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), escreve esta quarta-feira o “Correio da Manhã”.

Todos os meses chegam cartas ao edifício que revelam transferências bancárias para o lar, que abandonou aquele local há cerca de sete anos e se deslocalizou para a rua Cidade de Benguela, também na capital. A última missiva, datada de 20 de Novembro de 2017, dá conta de uma transferência de 1900 euros para uma conta no Montepio, segundo o CM.

“A Casa de Acolhimento Mão Amiga é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, que funciona na rua Cidade de Benguela, Lote 555, em Lisboa. Em 2016 e 2017 foram aprovadas pelo IEFP duas candidaturas a estágios e duas candidaturas de Apoio à Contratação de funcionários desta instituição”, defende o IEFP ao matutino.

De acordo com esta entidade, não há conhecimento de ligações à IURD e “trata-se de apoios concedidos ao abrigo de políticas ativas de emprego, no âmbito das medidas Estágios e Apoios à Contratação”.

O Conselho Superior da Magistratura vai recolher “elementos pertinentes” para avaliar os procedimentos que antecederam as decisões judiciais nas alegadas adoções ilegais que envolveram elementos da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD).

Num comunicado divulgado na sexta-feira, o vice-presidente do CSM refere que “determinou a recolha de todos os elementos pertinentes para avaliar os procedimentos prévios às decisões judiciais e os procedimentos de interacção dos tribunais com as instituições com responsabilidade no percurso de preparação das decisões”.

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