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MÉDICOS SEM FRONTEIRAS RESGATAM 600 IMIGRANTES

Os navios dos Médicos Sem Fronteiras (MSF) e da SOS Mediterrâneo resgataram quase 600 imigrantes no Mediterrâneo central quando estes tentavam chegar a Itália, a partir da Líbia, divulgaram hoje as duas organizações.

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Os navios dos Médicos Sem Fronteiras (MSF) e da SOS Mediterrâneo resgataram quase 600 imigrantes no Mediterrâneo central quando estes tentavam chegar a Itália, a partir da Líbia, divulgaram hoje as duas organizações.

De acordo com a MSF e a SOS Mediterrâneo, pessoas desapareceram durante esta travessia e, provavelmente, muitas morreram afogadas.

O resgate aconteceu no dia 01 de novembro, quando uma lancha se afundou e dezenas de imigrantes, entre os quais mulheres e crianças, caíram na água, indicou o médico do MSF Seif Khirfan, que se encontrava a bordo do navio Aquarius.

Ainda que os Médicos Sem Fronteiras não tenham conseguido recuperar os corpos dos imigrantes caídos na água, Khirfan assegurou que viram “pessoas submergidas”.

As equipas de socorro lançaram coletes salva-vidas para a água e ainda reanimaram um homem que havia entrado em paragem cardiorrespiratória, posteriormente levado de helicóptero para Itália.

Houve ainda vários casos de hipotermia ligeira e moderada, e os médicos trataram também de feridas que os imigrantes sofreram ainda na Líbia, país onde os imigrantes estão expostos a “níveis alarmantes de violência e exploração”.

A grande maioria dos imigrantes resgatados no Mediterrâneo saiu da Líbia e, posteriormente, relataram às equipas dos MSF os abusos sofridos nas mãos dos traficantes, grupos armados e milícias.

Os abusos são violência, incluindo a sexual, assim como detenção arbitrária em condições sub-humanas, tortura e outras formas de maus-tratos, exploração económica e trabalho forçado.

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INTERNACIONAL

DIA 21 DE JULHO FOI O DIA MAIS QUENTE DE SEMPRE NO PLANETA

O dia 21 de julho foi o mais quente no mundo desde que os registos começaram em 1940, com uma temperatura média global à superfície da Terra de 17,09 graus Celsius, adiantou na terça-feira o programa europeu Copernicus.

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O dia 21 de julho foi o mais quente no mundo desde que os registos começaram em 1940, com uma temperatura média global à superfície da Terra de 17,09 graus Celsius, adiantou na terça-feira o programa europeu Copernicus.

O registo excede ligeiramente (0,01°C) o máximo anterior, datado de 06 de julho de 2023.

Segundo o Copernicus, este novo recorde diário, que surge numa altura em que as ondas de calor atingem partes dos Estados Unidos e da Europa, poderá voltar a ser ultrapassado nos próximos dias, antes de as temperaturas baixarem, embora possa haver flutuações nas próximas semanas.

“O que é verdadeiramente surpreendente é a magnitude da diferença entre a temperatura dos últimos 13 meses e os recordes de temperatura anteriores”, frisou o diretor do Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S), Carlo Buontempo, citado num comunicado.

“Estamos agora em território desconhecido e à medida que o clima continuar a aquecer, veremos certamente novos recordes a serem batidos nos próximos meses e anos”, alertou.

Antes de julho de 2023, o anterior recorde diário de temperatura média global era de 16,8°C, atingido a 13 de agosto de 2016, de acordo com os dados do Copernicus.

Desde 03 de julho de 2023, 57 dias ultrapassaram o recorde de 2016.

Depois de um ano de 2023 recorde de calor, junho de 2024 foi o mês de junho mais quente já medido, tornando-se o 13.º mês consecutivo a estabelecer um recorde de temperatura média mais elevada do que meses equivalentes.

A temperatura média global dos últimos 12 meses é, portanto, a “mais elevada alguma vez registada (…), 1,64°C acima da média pré-industrial de 1850-1900”, quando a desflorestação e a queima de carvão , gás ou petróleo ainda não tinham aquecido o clima da Terra, sublinhou o Copernicus no início de julho.

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KAMALA HARRIS ESPERA NOMEAÇÃO DEMOCRATA CONTRA TRUMP

A vice-presidente norte-americana, Kamala Harris, afirmou hoje pretender “merecer e ganhar” a nomeação do Partido Democrata às eleições presidenciais e derrotar o republicano Donald Trump, após ter recebido o apoio do desistente Joe Biden.

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A vice-presidente norte-americana, Kamala Harris, afirmou hoje pretender “merecer e ganhar” a nomeação do Partido Democrata às eleições presidenciais e derrotar o republicano Donald Trump, após ter recebido o apoio do desistente Joe Biden.

“É uma honra receber a recomendação do Presidente e a minha intenção é merecer e ganhar esta nomeação”, disse Harris, numa declaração em que qualifica a decisão de Joe Biden abandonar a corrida de um “ato abnegado e patriótico”.

A desistência de Joe Biden a uma reeleição no cargo, hoje anunciada, acontece um mês antes da convenção dos Democratas, na qual deverá ser escolhido novo candidato. A convenção está marcada de 19 a 22 de agosto, em Chicago, e o que deveria ser uma confirmação de Joe Biden na corrida à Casa Branca transformou-se num “concurso aberto”, como escreveu a Associated Press, no qual 4.700 delegados vão votar num candidato para defrontar o republicano Donald Trump nas presidenciais de novembro.

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