O principal índice da Bolsa de Lisboa, o PSI, encerrou a sessão desta quarta-feira, 2 de setembro de 2026, com uma desvalorização de 0,77%, fixando-se nos 9.405,31 pontos. O mercado nacional acompanhou o sentimento negativo europeu, condicionado pela subida das taxas da dívida soberana e pelo aumento dos preços das matérias-primas energéticas.
O principal índice bolsista português, o PSI, fechou a sessão de 2 de setembro de 2026 em queda de 0,77%, atingindo os 9.405,31 pontos. A evolução negativa do mercado acionista nacional seguiu a tendência verificada nas principais bolsas europeias, influenciada pela subida das taxas de rendimento da dívida pública e pelo receio de novas pressões inflacionistas associadas à subida dos preços da energia.
No mercado doméstico, o setor energético foi o mais penalizado. As ações da EDP Renováveis lideraram as perdas no PSI, ao caírem 3,12% para 13,34 euros. A Galp Energia desvalorizou 2,36%, cotando nos 21,11 euros, e a EDP recuou 1,12%, para 4,667 euros. No setor da construção, a Mota-Engil cedeu 0,71%, terminando nos 4,770 euros. Em sentido oposto, 6 das 16 cotadas do PSI fecharam no verde, destacando-se a Jerónimo Martins, que somou 0,28% para 18,16 euros, e o BCP, que subiu 0,22% para 1,1215 euros.
No contexto internacional, as praças europeias fecharam em baixa pela terceira sessão consecutiva. O índice Stoxx 600 desvalorizou 0,21%, o EuroStoxx 50 recuou 0,09%, o DAX perdeu 0,49%, o FTSE 100 caiu 0,26% e o CAC 40 cedeu 0,21%. O aumento dos preços do petróleo bruto e do gás natural, associado às tensões no Médio Oriente, manteve os investidores cautelosos quanto à evolução da política monetária do Banco Central Europeu.

