A Bolsa de Lisboa encerrou a negociação desta segunda-feira em terreno positivo, com o índice PSI a avançar 0,79% para os 9.617,39 pontos. A sessão foi marcada pela valorização das principais praças da Europa, após o recuo expressivo nos preços do crude e o alívio nas taxas das dívidas soberanas europeias.
O PSI terminou a jornada desta segunda-feira em alta, em sintonia com a tendência positiva registada nas principais praças acionistas europeias. O índice de referência nacional avançou 0,79% para se fixar nos 9.617,39 pontos, segundo dados da plataforma Trading 212, enquanto na plataforma Bloomberg o fecho se posicionou nos 9.613,82 pontos, traduzindo uma subida de 0,75%.
A dinâmica favorável nos mercados decorreu essencialmente do alívio nos preços dos contratos de petróleo bruto, fator que provocou uma descida nas yields das obrigações soberanas da Zona Euro. A rentabilidade da dívida alemã a dez anos recuou 6,32 pontos-base para os 3,45%, ao passo que a dívida portuguesa a dez anos acompanhou a tendência ao recuar 8,65 pontos-base para 3,81%.
Na praça de Lisboa, a operadora NOS liderou a tabela dos ganhos com um avanço de 3,16% para 5,55 euros. A Mota-Engil subiu 1,99% para 5,115 euros e a Sonae progrediu 1,70% para 2,0950 euros. A Jerónimo Martins avançou 1,30% para 17,89 euros e a EDP Renováveis valorizou 1,10% para 12,84 euros.
Em sentido oposto, a Ibersol registou o pior desempenho ao recuar 1,57% para os 10,00 euros, seguida pela Corticeira Amorim, com um decréscimo de 0,72% para os 6,94 euros. Pressionada pela desvalorização do petróleo, a Galp Energia recuou 0,46% para 21,79 euros, enquanto os CTT desceram 0,24% e a Altri encerrou estável nos 4,72 euros. Na Europa, o EuroStoxx 50 avançou 1,31%, o CAC 40 subiu 0,92% e o DAX ganhou 1,07%.

