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OPERAÇÃO PRETORIANO: FERNANDO MADUREIRA E VÍTOR CATÃO EM RISCO DE PRISÃO PREVENTIVA

Na âmbito da “Operação pretoriano” o Ministério Público (MP) pediu hoje uma pena de prisão preventiva para o líder dos Super Dragões, Fernando Madureira e Vitor Catão. Esta informação foi inicialmente adiantada pela CNN Portugal mas já confirmada pela Rádio Regional.

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Na âmbito da “Operação pretoriano” o Ministério Público (MP) pediu hoje uma pena de prisão preventiva para o líder dos Super Dragões, Fernando Madureira e Vitor Catão. Esta informação foi inicialmente adiantada pela CNN Portugal mas já confirmada pela Rádio Regional.

A decisão está agora nas mãos do Juiz Pedro Miguel Vieira após ouvir as alegações dos Advogados dos visados.

Na quarta-feira, a PSP deteve 12 pessoas, incluindo o líder dos Super Dragões, Fernando Madureira, no âmbito da Operação Pretoriano, que investiga os incidentes verificados numa Assembleia Geral (AG) extraordinária do clube. Estão em causa “crimes de ofensa à integridade física em espetáculo desportivo ou em acontecimento relacionado com o fenómeno desportivo, coação e ameaça agravada, instigação pública a um crime, arremesso de objetos ou produtos líquidos e ainda atentado à liberdade de informação”.

A Rádio Regional sabe que além dos incidentes na Assembleia Geral do FC Porto estarão em causa outros crimes relacionados com outros processos entretanto apurados nas diligências de investigação, nomeadamente imputados a Fernando Madureira que podem estar na causa da eventual prisão preventiva.

(Notícia em Atualização)

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Veja mais aqui: OPERAÇÃO PRETORIANO

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RÚBEN AMORIM ESCLARECE QUE “ADIAMENTO EM FAMALICÃO NÃO MUDA NADA”

O treinador do Sporting, Rúben Amorim, disse hoje que o adiamento do encontro com o Famalicão, no sábado, da I Liga portuguesa de futebol, “não muda nada” para os ‘leões’, apesar de estarem, agora, em segundo lugar.

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O treinador do Sporting, Rúben Amorim, disse hoje que o adiamento do encontro com o Famalicão, no sábado, da I Liga portuguesa de futebol, “não muda nada” para os ‘leões’, apesar de estarem, agora, em segundo lugar.

O encontro não se realizou por falta de policiamento no Estádio Municipal de Famalicão e não tem ainda data marcada, devido às dificuldades de calendário para reagendar a partida por parte dos ‘leões’, que viram o Benfica passar para primeiro lugar após vencer o seu encontro da 20.ª jornada, mas o técnico chega a ver nisso “uma vantagem”.

“Não muda nada. Depende da perspetiva e vou falar de mim. Na minha cabeça, estamos a dois pontos do primeiro classificado. Queremos manter a nossa posição, é como se o jogo não tivesse existido e depois lidaremos jogo a jogo e faremos as contas no fim”, começou por dizer Rúben Amorim, em conferência de imprensa, na Academia Sporting, em Alcochete.

Mais tarde, explicou que os ‘leões’ só dependem de si, no sentido em que têm de “ganhar todos os jogos”, e insistiu que tudo depende da forma como se olha “não só para esses problemas, como para a vida”.

“Na minha cabeça, nós queremos ganhar o campeonato e temos dois pontos de atraso. Na minha cabeça, torna-se uma vantagem, porque nós queremos ir atrás do primeiro lugar, mesmo com um jogo a menos. Este jogo a menos, na minha cabeça, não existe”, reiterou.

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Sobre as dificuldades para reagendar o encontro, devido à falta de disponibilidade de calendário do Sporting, Amorim expressou o desejo de “que seja bem mais para a frente”, uma vez que isso “é sinal” de que os ‘leões’ estão “nas competições todas”.

Por outro lado, rejeitou a ideia de que a ação de protesto da polícia, que esteve na origem do adiamento do encontro, tenha sido concertada para prejudicar o Sporting.

“Acho bem que os polícias lutem pelos seus direitos e, se calhar, têm todas as razões para isso. As pessoas olharam para isso e viram que foi o único jogo [da I Liga] que não existiu, quer no sábado, quer no domingo, e isso pode causar alguma estranheza. Mas, volto a dizer, muito sinceramente, não penso nada disso”, refutou.

O treinador do Sporting falou sobre o adiamento do encontro com o Famalicão, da I Liga de futebol, na antevisão da partida da Taça de Portugal, agendada para quarta-feira, no terreno da União de Leiria.

O encontro entre o Famalicão e o Sporting estava inicialmente previsto para as 18:00 e, já depois de remarcado para as 19:00, foi definitivamente adiado por falta de agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) no local.

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A falta de agentes da PSP para supervisionar o jogo entre minhotos e ‘leões’ deu-se após protestos das forças de segurança em Lisboa e no Porto, relacionados com a atribuição do suplemento de missão.

Um elevado número de baixas médicas na PSP resultou na falta de agentes para o policiamento do jogo, situação que levou já a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) a solicitar medidas ao Governo.

No exterior do estádio ocorreram ainda confrontos entre adeptos afetos a ambas as equipas, que provocaram ferimentos em seis pessoas.

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SL BENFICA X GIL VICENTE: ANÁLISE DE JOSÉ AUGUSTO SANTOS

Benfica respira confiança, controlou, dominou e ganhou sem sobressaltos, ultrapassou Sporting que não jogou em Famalicão e aumentou para 6 pontos a diferença para o FC Porto. O Gil Vicente tentou jogar como um grande a espaços conseguiu equilibrar e ter bola, mas cometeu dois erros em bolas paradas que o retiraram da possibilidade de discutir o resultado.

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Benfica respira confiança, controlou, dominou e ganhou sem sobressaltos, ultrapassou Sporting que não jogou em Famalicão e aumentou para 6 pontos a diferença para o FC Porto. O Gil Vicente tentou jogar como um grande a espaços conseguiu equilibrar e ter bola, mas cometeu dois erros em bolas paradas que o retiraram da possibilidade de discutir o resultado.

Roger Schmidt promoveu o regresso de Alexander Bah que dá muita profundidade no corredor direito à equipa do Benfica e deslocou Aursnes para o corredor esquerdo à frente de Morato, lugar onde se destacou na época transata e Florentino assumiu a posição 6. Deu-se ao luxo de retirar e João Mário do 11 titular o que é sintomático da excecional qualidade do plantel encarnado.

Os encarnados resolveram cedo o jogo, com um bom aproveitamento dos esquemas táticos. Di Maria marcou os dois pontapés de canto que resultaram em golo. No primeiro Arthur Cabral a ir bem ao encontro da bola e a direcionar o cabeceamento de forma perfeita, aproveitando a passividade da marcação à zona que o Gil Vicente utiliza e no segundo com o habitual posicionamento de João Neves ao segundo poste, que com um excelente trabalho em espaço reduzido conseguiu marcar, depois de um desvio de Otamendi. O jogo ficou decidido com o 2-0, e se dúvidas existissem foram desfeitas por Rafa, a demonstrar que se quer despedir em grande, com um bom remate marcou o 3º golo no início da 2ª parte na sequência de combinação e assistência de Aursnes.

O Gil Vicente tentou, mas não conseguiu marcar porque o Benfica está mais consistente na sua organização defensiva. Florentino no corredor central, Aursnes na posição híbrida de interior/ala e Bah na lateral direita tornam a equipa mais rápida e sólida. No seu processo defensivo a equipa gilista ao tentar pressionar com o bloco muito alto, acabou por conceder muito espaço, não foi agressiva nos duelos individuais nem nas bolas paradas. Notou-se a falta de Martim Neto e Pedro Tiba num meio-campo onde só Kanya Fujimoto esteve bem.

Di Maria voltou a estar em excelente plano, Rafa, Arthur Cabral, Aursnes a jogar mais adiantado também jogaram muito bem e João Neves tem uma capacidade técnica e física impressionante.

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No Gil Vicente Andrew não teve hipótese nos golos sofridos, Fujimoto fez um bom jogo e Tidjany Touré entrou bem.

O árbitro Tiago Martins permitiu contactos e não influenciou o resultado.


José Augusto Santos, Comentador Desportivo e Treinador de Futebol Nível IV UEFA Pro.

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